Alex Cross é um psiquiatra forense que trabalha para a Polícia de Washington D.C. e, por vezes, colabora com o FBI. Pela sua formação médica, é especialista em caçar serial killers. É o principal personagem criado pelo prolífico autor de livros, James Patterson.
Já foi vivido no cinema por Morgan Freeman (em dois bons filmes) e por Taylor Perry (em um desastrado longa metragem).
Agora a Amazon Studios e o Sdydance Studios se unem para lançar a ambiciosa série CROSS, centrada em Alex Cross.
Iniciou bem. São visíveis os recursos da produção que investiu caro em criar uma história cheia de suspense.
Um dos elementos top dos livros de Patterson é mesclar a família de Alex Cross (a mãe dele e os dois filhos pequenos, mais o amigo John Sampson) com os malucos que o mocinho está atrás. Isso está bem feito nos capítulos iniciais da série.
Ainda estou me acostumando ao sarado Aldis Hodge como o cerebral Doutor Cross. Acho que vai dar certo.
Nas histórias de Patterson muito da atratividade vem do vilão. Achei que Ryan Egold (o bom mocinho de NEW AMSTERDAN) está tendo problemas em dar credibilidade para o maluco Ed Ramsey. É muito difícil fazer um vilão violento, louco e atraente, tipo Hannibal Lecter. Vamos ver como evolui.
Em resumo, gostei dos primeiros episódios. Acho que a produção e a história de Patterson seguram a barra.
Dizem que a série já foi renovada para uma segunda temporada.
O CROSS de Aldis Hodge vai ter tempo para crescer.