OITO MULHERES MARAVILHOSAS E UM FILME MUITO DIVERTIDO. PRECISA MAIS?

OITO MULHERES E UM SEGREDO é cinemão com tudo que ele tem de bom e com tudo que ele (muitas vezes) tem de ruim. Debbie Ocean (irmã mais nova de Danny Ocean, personagem de George Clooney nos filmes originais) sai da prisão – onde fora parar injustamente, é claro – com um grande golpe na cabeça e um desejo de vingança no coração.

Sandra Bullock é suficientemente boa entarteiner para carregar as cenas em que aparece de forma divertida e energética, não deixando a peteca da narrativa cair em nenhum momento. A primeira parceria que ela procura é sua velha amiga Lou, Cate Blanchett, a maravilhosa atriz australiana que empresta uma categoria mais acima a sua personagem de vigarista de plantão.

E assim elas vão reunindo um time de peso para o golpe dos milhões: Sarah Paulson, Rihana (um achado), Awkwafina, a excepcional Helena Bonham-Carter (um espetáculo a parte como a estilista Rose Well) e Mindy Kaling.

A pessoa alvo do golpe é a também superlativa musa Anne Hathaway, uma atriz que canta, dança, faz drama e comédia por igual e não tem medo de se expor.

O cenário; o luxuosíssimo Baile do MET Gala em Nova Iorque.

Está tudo pronto para mais um filme de “heist” (roubo), onde os detalhes do planejamento, mostrado em detalhes e depois revistos minuciosamente fazem a delícia do espectador, assim como o desespero das autoridades sem saber o que houve. sim, porque a graça nestes filmes vem pela simpatia dos malfeitores, por quem a plateia torce desde o início do filme.

OITO MULHERES E UM SEGREDO, sem dúvida logra seu intento de divertir, com destaque para suas mulheres maravilhosas e suas citações cinematográficas sem fim. Não há dúvida de que não será lembrado e/ou entrará em qualquer lista de melhores filmes do que seja, pela superficialidade de seus temas e pela própria inverossimilhança de seu roteiro.

Mas que a gente sai bem mais leve do cinema, não há dúvida.

 

OCEAN’S EIGHT is blockbuster with all that it has of good and with everything it (often) has of bad. Debbie Ocean (Danny Ocean’s younger sister, George Clooney’s character in the original films) leaves prison – where she was unfairly arrested, of course – with a big plan in the head and a desire for revenge in the heart.

Sandra Bullock is a good enough entarteiner to carry the scenes in which she appears in a fun and energetic way, not letting the story drop in any moment. The first partnership she’s looking for is her old friend Lou, Cate Blanchett, the gorgeous Australian actress who lends a higher category to her on-the-job swindler persona.

And so they bring together a heavyweight team to hit the millions: Sarah Paulson, Rihana (a surprise great find), Awkwafina, the exceptional Helena Bonham-Carter (a show as stylist Rose Well) and Mindy Kaling.

The hit person is also the superlative muse Anne Hathaway, an actress who sings, dances, does drama and comedy alike and is not afraid to expose herself.

The set: the very luxurious Ball of the MET Gala in New York.

It’s all set for yet another “heist” movie, where the details of the planning, shown in closeup and then minutely reviewed, delight the viewer as well as the despair of the authorities without knowing what happened. Yes, because the grace in these films comes from the sympathy of the evildoers, for whom the audience has been wrenching since the beginning of the film.

OCEAN’S EIGHT undoubtedly achieves his attempt to amuse, with prominence for his wonderful women and his endless cinematographic quotations. There is no doubt that you will not be remembered and / or will enter any list of best movies of all, the shallowness of its themes and the very improbability of its script.

But that we leave much more light of the cinema, no doubt.

Z, a Obra Prima de Costa Gavras no Festival Varilux

O Festival VARILUX de Cinema Francês homenageia neste ano o Clássico Z, de Costa Gavras.

O filme data de 1969. Ficou proibido no Brasil durante muitos anos. Mas lembro que quando vi pela primeira vez, entendi o que era um filme político em sua essência e porque os governos ditatoriais proíbem filmes.

Um deputado pacifista é assassinado ao tentar fazer uma palestra em uma manifestação de oposição ao governo militar. Z se baseia no episódio real da morte do Deputado Grego Grigoris Lambrakis.

Z é uma obra poderosa, dotada de um a forca de discurso pro democracia impressionante, sem se afastar de ser um drama emocionante e um filme de suspense magnificamente bem feito.

O cineasta grego Constantin Costa Gavras, então com apenas 36 anos reuniu um time de atores impressionante: Yves Montand, impecável, como o Deputado, Jean-Louis Trintignant (nota dez como o Juiz), Irene Papas, Jacques Perin, Charles Denner, Bernard Fresson e por ai vai.

A musica de Mikis Teodorakis esta entre as melhores trilhas sonoras de todos os tempos.

Costa-Gavras tem vários grandes filmes em sua filmografia: DESAPARECIDO, ESTADO DE SITIO, SEÇAO ESPECIAL DE JUSTIÇA.

Z segue sendo sua obra prima.

 

The VARILUX FRENCH MOVIE SHOW this year homages Z, by Costa Gavras.

The film dates from 1969. It was banned in Brazil for many years. But I remember when I first saw it, I understood what a political film was all about and why dictatorial governments ban movies.

A pacifist deputy is assassinated while trying to give a speech in a demonstration of opposition to the military government. Z is based on the actual episode of the death of Greek Politician Grigoris Lambrakis.

Z is a powerful work, endowed with an impressive pro democracy democracy force, without departing from being an exciting drama and a magnificently well-done thriller.

The Greek filmmaker Constantin Costa Gavras, who was at that time, only 36 years old, met with an impressive team of actors: Yves Montand, impeccable, Jean-Louis Trintignant (grade ten as Judge), Irene Papas, Jacques Perin, Charles Denner, Bernard Fresson and on and on.

The music of Mikis Teodorakis is among the best soundtracks of all time.

Costa-Gavras has several great films in his filmography: MISSING, L’ETAT DE SIEGE, SECTION SPECIALE.

Z remains his masterpiece.

UNFORGOTTEN: Série Policial da PBS/BBC Traz Pedofilia, Diversidade e Casos Antigos Com Muita Classe

UNFORGOTTEN, série policial da PBS, veiculada pela BBC na AMAZON PRIME é uma excelente opção de filme policial. Já são três temporadas de seis episódios cada.

Sempre a excelente dupla de policiais londrinos formada pela DCI Cassie Stuart (Nicola Walker) e o DI Sunil “Sunny” Khan (Sanjeev Bashkar) vai atrás dos malfeitores, muito ao estilo das melhores histórias britânicas de duplas policiais.

As três temporadas enfocam “cold cases”, ou sejam casos antigos que forçam as equipes policias a remexer velhas histórias de crimes esquecidos do passado.

A PBS traz uma produção impecável em que uma Londres multicultural é uma atração a parte, cheia de locais diversos, povos de origens distantes e costumes diferenciados.

A beleza das locações contribui em muito para o interesse sempre crescente do espectador.

Embora não seja, por nenhum motivo uma das séries top de linha da BBC, UNFORGOTTEN não vai ser esquecida rapidamente pela ótima qualidade de suas histórias, elenco e produções.

 

UNFORGOTTEN, a PBS police series, hosted by the BBC at AMAZON PRIME is a great cop show. It’s has already three seasons of six episodes each.

Always the great DCI police duo of DCI Cassie Stuart (Nicola Walker) and Sunil DI “Sunny” Khan (Sanjeev Bashkar) goes after the evildoers, much in the style of the best British police stories.

The three seasons focus on “cold cases,” that force police teams to rummage through old forgotten crime stories of the past.

The PBS brings impeccable production in which a multicultural London is an attraction to the part, full of diverse places, people of distant origins and different customs.

The beauty of the locations contributes greatly to the ever-growing interest of the viewer.

Although not by any means one of the top-ranked BBC series, UNFORGOTTEN will not be quickly forgotten by the great quality of their stories, cast and productions.

LA CORDILLERA: Novo Filme Com Ricardo Darin é Thriller Político de alto Nível

LA CORDILLERA (2017), de Santiago Mitre, diretor argentino de 38 anos é um thriller político de alto nível e que, inexplicavelmente está custando muito a ser lançado nos cinemas brasileiros. Talvez seja porque, ao focalizr um encontro de presidente latino americanos coloque o brasileiro como um déspota populista e isolacionista.

Ricardo Darin, excelente como sempre, vive Hérnan Blanco, o Presidente Argentino, em meio a crise política internacional (apoiar o Brasil na proposta de uma entidade petrolífera unicamente sul-americana ou se deixar seduzir pela proposta americana de unir todas as Américas), política interna (denúncias de corrupção em sua campanha feitas por seu ex-genro) e familiares (sua filha está pirando em uma crise nervosa sem precedentes).

Tudo isto ocorre em um isolado hotal nas alturas da Cordilheira dos Andes, na mais linda paisagem chilena.

LA CORDILLERA está disponível, por enquanto, apenas no aplicativo da HBO da Amazon Video, mas deve aparecer breve nos demais meios de streaming, pois se trata de um belíssimo filme, principalmente para nós latinos.

E mais um tento para Mr. Darin e para o cinema argentino, cada vez melhores.

 

THE SUMMIT (2017) by Santiago Miter, Argentine director of 38 years is a political thriller of high level and that, inexplicably is costing much to be released in the Brazilian cinemas. Perhaps it is because, when focusing on a meeting of the Latin American presidents, he places the Brazilian one as a populist and isolationist despot.

Ricardo Darin, excellent as always, lives Hérnan Blanco, the Argentine President, in the midst of the international political crisis (to support Brazil in the proposal of a purely South American oil entity or to be seduced by the American proposal to unite all the Americas), politics (allegations of corruption in his campaign made by his ex-son-in-law) and family (his daughter is freaking out in an unprecedented nervous crisis).

All this happens in a hotel isolated on the heights of the Andes, in the most beautiful Chilean landscape.

THE SUMMIT is available for the moment only in the HBO app of Amazon Video, but should appear shortly on other streaming media, as it is a beautiful movie, especially for us Latinos.

And one more try for Mr. Darin and for Argentine cinema, better and better.

VINGADORES : GUERRA INFINITA – UM FILME QUE NÃO TERMINA E MATA METADE DOS MOCINHOS PODE SER BOM? É ÓTIMO!

VINGADORES: GUERRA INFINITA, de Anthony Russo e Joe Russo lembra em tudo e por tudo STAR WARS: O IMPÉRIO CONTRA ATACA(1980), de Irvin Kershner. É o filme que não termina, deixando o espectador pendurado, com um gostinho de “quero mais”, ao final de suas duas horas e quarenta minutos de projeção.

Ao contar a história da luta de todos os herois do Universo da Marvel contra o vilão Thanos, VINGADORES: GUERRA INFINITA atinge uma dimensão mais do que drmática, operística, quase trágica, tendo momentos mesmo gloriosos, extremamente raros em filmes de super heróis, como a cena de Thanos (o sempre ótimo Josh Brolin) e sua filha Gamora (Zoe Saldanha) no desértico Planeta onde ela encontra seu destino.

O filme tem um ritmo alucinante, como é típico das produções da Marvel, não deixando tempo para o espectador respirara entre as antológicas cenas de batalhas, todas diferentes, muito bem feitas e sempre inseridas na narrativa, de forma a dar andamento à história rumo ao confronto final (ou semifinal) com o poderoso vilão.

Em meio a tudo isto há espaço para um humor (também característico da MARVEL) que aqui atinge seu melhor nível, com cenas realmente sensacionais, que podem ser eleitas para a antologia do cinema de ação. Neste sentido não há como deixar de citar a participação do excelente ator de Game of Thrones, Peter Dinklage, como o gigante.

Exemplar mais recente da competência única e crescente de um estúdio, VINGADORES: GUERRA INFINITA marca seu nome como um excelnte filme, merecendo todos os elogios e o público incrível que vem conquistando em todos os ligares onde está sendo exibido.

Vale muito a pena ver. E que venha VINGADORES IV. Queremos muito ver o final da história.

AVENGERS: INFINITY WAR, by Anthony Russo and Joe Russo remembers in everything and for everything STAR WARS: THE EMPIRE STRIKES BACK (1980), by Irvin Kershner. It is the movie that does not end, leaving the viewer hanging, with a taste of “want more”, at the end of his two hour and forty minutes of projection.

When telling the story of the fight of all the heroes of the Marvel Universe against the villain Thanos, AVENGERS: INFINITY WAR reaches a dimension more than dramatic, operistic, almost tragic, having moments even glorious, extremely rare in films of super heroes, like the scene of Thanos (the always great Josh Brolin) and his daughter Gamora (Zoe Saldanha) in the desert planet where she finds her destiny.

The film has an amazing rhythm, as is typical of Marvel productions, leaving no time for the spectator to breathe among the anthological battles scenes, all different, very well made and always inserted in the narrative, in order to move history towards the final confrontation (or semifinal) with the powerful villain.

In the middle of all this there is room for a humor (also characteristic of MARVEL) that here reaches its best level, with really sensational scenes, that can be chosen for the anthology of action cinema. In this sense we can not fail to mention the participation of the excellent actor of Game of Thrones, Peter Dinklage, like the giant.

The most recent copy of a single studio’s growing and unique competence, Avengers: Infinity War marks its name as an excellent film, deserving of all the praise and incredible audiences it has been gaining in all the bands where it is being shown.

Very worth seeing. And let there come AVENGERS IV. We really want to see the end of the story.

O PASSAGEIRO: Liam Neeson Segue Batendo em Thriller Que Não Pára um Segundo

O PASSAGEIRO (The Commuter), de Jaume Collet-Serra (cineasta de Barcelona, autor de ÁGUAS RASAS e dos péssimos A CASA DE CERA e A ÓRFÃ) traz a história de um ex-policial de Nova Iorque que trabalha em uma empresa seguradora e se vê envolvido em uma trama completamente sem pé nem cabeça, onde um grupo de corruptos precisa eliminar uma testemunha dentro de um trem que vai do centro de Nova Iorque para seu subúrbio.

A trama tem inicio quando uma linda passageira se aproxima do ex-policial e lhe faz uma oferta de cem mil dólares para ele localizar a testemunha misteriosa e matá-la. Se ele não fizer isto, sua família sofrerá as consequências.

A partir daí, começa a ação ininterrupta, onde inexiste um segundo para se pensar sobre o total nonsense da história, que somente vai ficano mais descabida a cada cena.

Como fez em ÁGUAS RASAS, Collet-Serra usa a estatégia de dar um ritmo alucinante ao filme, como forma de disfarçar as falhas evidentes do roteiro. E Liam Neeson (que já foi um ator sério em títulos como A LISTA DE SCHINDLER e ROB ROY) segue sua trilha de novo herói dos filmes em que o protagonista bate em todo mundo.

E O PASSEGEIRO ainda desperdiça ótimos atores, como Sam Neil, Vera Farmiga e Patrick Wilson, em papeis ínfimos.

O PASSAGEIRO, com o perdão do trocadilho, é um filme que a gente esquece antes do final.

 

The Commuter, by Jaume Collet-Serra (Barcelona filmmaker, author of SHALLOW WATERS and the terrible HOUSE OF WAX), tells the story of a former New York police officer working in an insurance company that finds himself involved in a plot completely without sense, where a group of corrupt ones has to eliminate a witness inside a train that goes from the center of New York to its suburb.

The plot begins when a beautiful passenger approaches the former police officer and offers him a hundred thousand dollars to locate the mysterious witness and kill her. If he does not do this, his family will suffer the consequences.

From there on, the uninterrupted action begins, where there is not a second to think about the total nonsense of the story, which only goes more fictitious in each scene.

As he did in SHALLOW WATERS, Collet-Serra uses the strategy to give the film a mind-boggling rhythm as a way to disguise the obvious glitches of the script. And Liam Neeson (who was once a serious actor in titles such as SCHINDLER’S LIST and ROB ROY) follows his trail of new hero of the films in which the protagonist beats around the world.

And THE COMMUTER still misses great actors like Sam Neil, Vera Farmiga and Patrick Wilson in tiny roles.

THE COMMUTER, with the pardon of the joke, is a film that we forget before the end.

EM PEDAÇOS: Raramente um Título de Filme Refletiu Tanto o Sentimento do Espectador

EM PEDAÇOS (IN THE FADEAUS DEM NICHTS), do alemão Fatih Akim é um drama que deixa os personagens e os espectadores catando seus cacos emocionais com uma história literalmente de “cortar os pulsos”.

Uma jovem alemã casa com um imigrante turco recém saído da penitenciária, onde cumpriu pena por ven der drogas e eles constituem uma bela família. A paz é destroçada por um atentado a bomba de um grupo neonazista.

A partir daí, tudo é extremamente doloroso: a solidão, o desejo de vingança, o descaso dos familiares, a incompetência das autoridades, a frieza dos julgadores…

Enfocando com  excelência o moderno drama do racismo contra imigrantes em voga no mundo inteiro, mas principalmente na Europa, EM PEDAÇOS dá uma excepcional oportunidade à atriz alemã Diane Kruger de mostrar seu talento, já visto, por exemplo, em BASTARDOS INGLÓRIOS, de Quentin Tarantino.

Aqui ela faz o melhor trabalho de sua carreira, j;a tendo sido reconhecida pelo Prêmio de Melhor Interpretação Feminina no Festival de Cannes. EM PEDAÇOS ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

O desenvolvimento emocional da história é primoroso. A cada cena e/ou fato que se sucede, a protagonista (e o espectador) vão mais fundo e fica mais forte a pergunta sobre em que mundo vivemos?

Duro, difícil, contundente, como um excelente drama deve ser, EM PEDAÇOS é um dos melhores filmes deste ano.

 

IN THE FADE – AUS DEM NICHTS, by German Fatih Akim is a drama that leaves characters and viewers picking their emotional shards with a literally “wrenching” story.

A young German woman marries with a Turkish immigrant fresh out of the penitentiary, where he served time for drugs. They are a beautiful family. Peace is shattered by a bomb attack by a neo-Nazi group.

From there on, everything is extremely painful: loneliness, the desire for revenge, the neglect of family members, the incompetence of the authorities, the cool of the judges …

Focusing with excellence on the modern drama of racism against immigrants in vogue worldwide, but especially in Europe, IN THE FADE gives an exceptional opportunity to the German actress Diane Kruger to show her talent, already seen, for example, in INGLORIOUS BASTARDS, by Quentin Tarantino .

Here she does the best job of her career, having already been recognized for the Best Female Interpretation Award at the Cannes Film Festival. IN THE FADE won the Golden Globe for Best Foreign Film.

The emotional development of the story is exquisite. With each scene and / or event that happens, the protagonist (and the viewer) goes deeper and the question becomes stronger on what world do we live in?

Hard, blunt, as an excellent drama should be, IN THE FADE is one of the best films this year.

PERDIDOS NO ESPAÇO: Nova Série da NETFLIX é Superprodução em que a Gente Sente Falta do Improviso

PERDIDOS NO ESPAÇO, série de ficção científica narrando as aventuras da Família Robinson no espaço, foi um dos maiores sucessos da história da televisão, indo ao ar entre os anos de 1965 e 1968. O Robô que soava o alarme de PERIGO, PERIGO e o Dr. Smith, precursor dos vilões totalmente egoístas, andróginos e corruptos marcaram época.

Em 1998, os produtores Irwin Allen (da série original) e Akiva Goldsmith reuniram um grande elenco para fazer um filme de longa metragem com a Família Robinson. William Hurt, Gary Oldman, Mimi Rogers, Heather Graham, Matt Le Blanc, Edward Fox e por aí vai não conseguiram superar a indigência criativa do roteiro, que fez do filme um retumbante fracasso.

Agora a NETFLIX lança uma nova versão em série, com dez episódios, numa superprodução de encher os olhos. O cuidado de cada cena e os efeitos especiais empregados são de excelência.

Molly Parker (ótima atriz canadense de GOLIATH), Parker Posey (a vilã Dra. Smith), Toby Stephens (o vilão de 007 UM NOVO DIA PARA MORRER) e os jovens Maxwell Jenkins, Taylor Russel e Mina Sundwall compões um elenco sempre interessante.

O espectador assiste aos dez episódios facilmente. E fica com vontade de ver mais. Embora seja indiscutível uma grande saudade do improvisos de cenários de papelão pintado, o robô muito menos tecnológico e um ingênuo vilão.

 

LOST IN SPACE, a science fiction series about the adventures of the Robinson Family in space, was one of the greatest hits in television history, airing between the years 1965 and 1968. The Robot saying loud the DANGER, DANGER warning, and Dr. Smith, the forerunner of wholly selfish, androgynous, and corrupt villains, was timeless.

In 1998, producers Irwin Allen (from the original series) and Akiva Goldsmith reunited a big cast to make a feature film with the Robinson Family. William Hurt, Gary Oldman, Mimi Rogers, Heather Graham, Matt Le Blanc, Edward Fox and so forth have been unable to overcome the script’s creative powerty, which has made the movie a resounding failure.

Now NETFLIX releases a new series version, with ten episodes, in an production to fill the eyes. The care of each scene and the special effects employed are of excellence.

Molly Parker (good Canadian actress of AMAZON’s GOLIATH), Parker Posey (the villain Dr. Smith), Toby Stephens (the villain of 007 A NEW DAY TO DIE) and young Maxwell Jenkins, Taylor Russel and Mina Sundwall make an always interesting cast.

The viewer watches the ten episodes easily. And you feel like seeing more. Although it is undisputed a great sadness for the lack of improvisations of painted cardboard scenarios, the much less technological robot and a naive villain.

 

KILLING EVE: Sandra Oh Caça Serial Killer Linda e Insinuante

KILLING EVE, nova série policial da BBC America, em exibição na Amazon, traz uma agente administrativa do MI-5 Inglês que não resiste à tentação de caçar uma serial killer   vinda do oeste e que está apavorando os serviços secretos ocidentais pela falta de informações a seu respeito.

Eve é vivida pela excelente atriz canadense Sandra Oh (GREY’S ANATOMY, SIDEWAYS e SOB O SOL DA TOSCANA), na plenitude de seu talento, alterando cenas completamente dramáticas com tiradas de humor excelentes, que quebram o clima pesado da narrativa.

Sua nemesis, a serial killer, é personagem de Jodie Comer, uma inglesa de 25 anos, estrela de séries como DOCTOR FORSTER e RILLINGTON PLACE. A jovem assume seu protagonismo compondo uma sensual, mortífera e fascinante assassina.

Com elas estão Fiona Shaw(como a todo-poderosa do MI5), Kim Bondai e Owen McDowell.

KILLING EVE tem oito episódios nesta primeira temporada e já foi renovado para uma segunda.

Nestes tempos de empoderamento feminino, uma série policial top de linha, em que as três personagens  são mulheres já tem seu mérito bem definido. Vale muito a pena ver KILLING EVE.

 

 

KILLING EVE, a new BBC America cop series on display at Amazon, features an English MI-5 administrative agent who does not resist the temptation to hunt down a serial killer from the west that is terrorizing the secret services for lack of information at her respect.

Eve is lived by the great Canadian actress Sandra Oh (GREY’S ANATOMY, SIDEWAYS and UNDER THE TUSCAN SUN), in the fullness of her talent, altering completely dramatic scenes with excellent moods, that break the heavy climate of the narrative.

Her nemesis, the serial killer, is a character from Jodie Comer, a 25-year-old Englishwoman, star of series like DOCTOR FORSTER and RILLINGTON PLACE. The young person assumes its protagonism composing a sensual, deadly and fascinating assassin.

With them are Fiona Shaw (as the all-powerful MI5 Boss), Kim Bondai and Owen McDowell.

KILLING EVE has eight episodes in this first season and has already been renewed to a second.

In these times of feminine empowerment, a top-of-the-line police series, in which the three main characters are women already has its well-defined merit. It is well worth seeing KILLING EVE.

BOSCH TEMPORADA 4 Inicia Em Alto Estilo

A AMAZON lançou a quarta temporada da série BOSCH, contando as aventuras do detetive Hyeronimous Bosch, da Polícia de Los Angeles, célebre personagem dos livros policiais do escritor Michael Connelly.

As três temporadas anteriores foram soberbas, não somente pela produção de excelência, pelo elenco maravilhoso, pelas histórias profundas e instigantes, mas pela extraordinária ambientação em Los Angeles, que nunca ficou tão bonita como nesta série.

A quarta temporada chegou com tudo.

Um advogado defensor de direitos jumanos dos pobres perseguidos por policiais em LA aparece brutalmente assassinado em pleno centro da cidade.

Em meio a revoltas populares, desconfiança geral de seus colegas e pressão forte da imprensa, Harry Bosch assume o caso, para descobrir os culpados a qualquer custo.

Quem ganha é o espectador que tem à disposição uma série policial top de linha.

Titus Welliver, Jamie Hector, Amy Aquino, Lance Reddick, Madison Lintz e Sarah Clarke seguem impressionantemente bem em seus papeis cheios de nuances.

Tomara que BOSCH, a série, tenha vida longa na Amazon.

 

AMAZON PRIME VIDEO released the fourth season of the BOSCH series, with the adventures of Detective Hyeronimous Bosch, of the Los Angeles Police Department, famous character of the books of the writer Michael Connelly.

The previous three seasons have been superb, not only for the production of excellence, for the wonderful cast, for the deep and thought-provoking stories, but for the extraordinary setting in Los Angeles that has never been so beautiful as in this series.

The fourth season has come with everything.

A lawyer defending human rights of the poor prosecuted by police in LA appears brutally murdered in the center of the city.

Amid popular revolts, general mistrust of his peers and strong press pressure, Harry Bosch takes the case, to find out the culprits at any cost.

Who wins is the viewer who has at his disposal a top-of-the-line cop series.

Titus Welliver, Jamie Hector, Amy Aquino, Lance Reddick, Madison Lintz, and Sarah Clarke perform impressively well in their nuanced roles.

Hopefully, BOSCH, the series, has a long life on Amazon.