SWEETBITTER: Série do STARZ Sobre Gastronomia, Paixões e Vida em New York

“Life happens while you wait.” (A vida acontece enquanto você espera) Este é o slogan publicitário da série SWEETBITTER (algo como “Agridoce”) que já diz sobre o que vai ser a narrativa da vida de uma menina que sai de sua pequena cidade no interior para se aventurar em Nova Iorque. Logo que chega, ela tem que vender seu carro usado para poder alugar um apartamento, mas consegue um emprego em um restaurante top da cidade, pelas respostas pouco ortodoxas que deu ao dono na entrevista.

O que era para ser um emprego temporário termina envolvendo a jovem Tess (Elle Purnell vista em CHURCHILL e O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES) que se apaixona pelo lugar, pelas comidas, prelos vinhos e, sobretudo pela equipe diversificada de colegas de trabalho, todos jovens vivendo em alta rotação na cidade que nunca dorme.

A linda atriz Caitlin FitzGerald (que foi Libby Masters, a esposa de Michael SheenDr. Arthur Masters – na série da HBO MASTERS OF SEX) faz Simone, uma espécie de gerente do restaurante com poder de vida e morte sobre todos, em face de seu conhecimento diferenciado sobre a casa, o dono, vinhos e gastronomia.

A “gurizada” do restaurante espelha a diversidade da vida atual. Há pessoas de todas as origens, raças, religiões, classes e filosofias de vida, compondo um mosaico para lá de fascinante que hipnotiza a jovem Tess desde o início. Destaques para Gabriel Gutierrez (Manny), Tom Sturridge (Jake), Evan Jonigkeit (Will) e o excelente Paul Sparks (o escritor de HOUSE OF CARDS, visto também em THE NIGHT OF e GAME OF THRONES) como o proprietário do restaurante.

Misturando cenas sensacionais sobre alta gastronomia, o funcionamento de um restaurante top e a confusão emocional e profissional dos jovens da equipe, SWEETBITTER traz os seis episódios da primeira temporada de uma maneira que a gente vê num impulso, igualmente fascinados com o que está na tela.

Não vejo a hora de voltar ao restaurante de SWEETBITTER em sua segunda temporada acompanhando a vida da jovem Tess e sua turma.

“Life happens while you wait.” This is the advertising slogan of the series SWEETBITTER that already says everything about what will be the narrative of the life of a girl who leaves her small town in the countryside to venture in New York. As soon as she arrives, she has to sell her used car to be able to rent an apartment, but she gets a job at a top restaurant in town thanks to the unorthodox answers she gave the owner at the interview.

What was meant to be a temporary job ends up involving the young Tess (Elle Purnell seen in CHURCHILL and MISS PEREGRINE HOME OF PECULIAR CHILDREN) who falls in love with the place, food, wine and especially by the diverse team of co-workers , all young people living high in the city that never sleeps.

Beautiful actress Caitlin FitzGerald (who was Libby Masters, Michael Sheen’s wife – Dr. Arthur Masters – in the HBO series MASTERS OF SEX) makes Simone, a kind of restaurant manager with life-and-death power over all , in the face of her differentiated knowledge about the house, the owner, wine and gastronomy.

The restaurant’s team reflects the diversity of today’s life. There are people of all origins, races, religions, classes and philosophies of life, composing a fascinating mosaic beyond that hypnotizes the young Tess from the beginning. Highlights for Gabriel Gutierrez (Manny), Tom Sturridge (Jake), Evan Jonigkeit (Will) and the excellent Paul Sparks (HOUSE OF CARDS writer, also seen in THE NIGHT OF and GAME OF THRONES) as the owner of the restaurant.

Blending sensational scenes about high cuisine, a top-notch restaurant, and the emotional and professional confusion of the team’s youth, SWEETBITTER brings the six episodes of the first season in a way that we see on impulse, equally fascinated by what is on the screen.

I can not wait to go back to SWEETBITTER’s restaurant in its second season following the life of young Tess and her gang.

SUPREMA: Um Filme que Todos Deviam Ver (Especialmente as Advogadas)

SUPREMA (ON THE BASIS OF SEX), de Mimi Leder é um filme espetacular sobre toda forma de preconceito que busca impedir a evolução do ser humano.

Narra a história da professora e advogada Ruth Bader Ginsburg que foi a primeira mulher a integrar a Suprema Corte norte-americana. Antes disto, formada em Harvard e Columbia, ela se destacou por patrocinar como advogada causas célebres e precursoras alegando a inconstitucionalidade de diversas leis que continham regras discriminatórias de gênero.

A protagonista do filme é a jovem e ótima Felicity Jones (a atriz inglesa indicada ao Oscar e vencedora do BAFTA por seu trabalho em A TEORIA DE TUDO e famosa por ROGUE ONE, da franquia STAR WARS). Ela dá um show de emoção e talento na luta da personagem pelo fim das leis discriminatórias de gênero nos anos 50 e 60.

A seu lado o irregular Armie Hammer faz seu melhor trabalho como o jovem advogado tributarista Martin Gisnburg. Ainda no excepcional elenco, Kathy Bates, Sam Waterston, Justin Theroux e a iniciante atriz e cantora Cailee Spaenny (VICE).

Toda forma de preconceito é um atraso no progresso social, afetivo e profissional da humanidade. O filme enfoca o inacreditável preconceito que ainda existia frente às mulheres nos Estados Unidos por volta dos anos 50, 60, 70 e 80.

Trata-se de uma história altamente motivadora, emocionante e repleta de pensamentos maravilhosamente escritos pelo ótimo roteiro de autoria de Daniel Stiepleman (NEWSROOM da HBO).

A diretora Mimi Leder tem em seu currículo dois blockbusters de ótimo nível: O PACIFICADOR, com Nicole Kidman e George Clooney e IMPACTO PROFUNDO, com Morgan Freeman, Elisha Wood, Robert Duvall e Téa Leoni. Venceu dois prêmios EMMY por dirigir episódios da série E.R.

Por seu profundo conteúdo humanista, recomenda-se SUPREMA para todas as pessoas preocupadas com a evolução humana. Mas principalmente para as advogadas. Certamente cada uma delas se verá um pouco na extraordinária história de Ruth Ginsburg.

Mimi Leder’s ON THE BASIS OF SEX is a spectacular film about any form of prejudice that seeks to prevent human evolution.

It tells the story of the teacher and lawyer Ruth Bader Ginsburg who was the first woman to join the US Supreme Court. Prior to this, graduated from Harvard and Columbia, she stood out for sponsoring as a lawyer, famous causes and precursors claiming the unconstitutionality of several laws that contained discriminatory rules of gender.

The protagonist of the film is young and great Felicity Jones (the Academy Award-nominated British actress and BAFTA winner for her work on THE THEORY OF EVERYTHING and famous for ROGUE ONE of the STAR WARS franchise). She gives a show of emotion and talent in the character’s struggle to end discriminatory gender laws in the 1950s and 1960s.

At her side the erratic Armie Hammer does his best job as the young tax lawyer Martin Gisnburg. Still in the exceptional cast, Kathy Bates, Sam Waterston, Justin Theroux and the beginning actress and singer Cailee Spaenny (VICE).

Every form of prejudice is a delay in the social, affective and professional progress of humanity. The film focuses on the unbelievable prejudice that still existed against women in the United States in the 1950s, 60s, 70s, and 80s.

This is a highly motivating, thrilling story filled with thoughts wonderfully written by Daniel Stiepleman’s (HBO’s NEWSROOM) great script.

Director Mimi Leder has two top-rated blockbusters: THE PACIFIER, with Nicole Kidman and George Clooney and DEEP IMPACT, with Morgan Freeman, Elisha Wood, Robert Duvall and Téa Leoni. She won two EMMY awards for directing episodes of the E.R series.

Because of its deep humanistic content, ON THE BASIS OF SEX is higly recommended for all people concerned with human evolution. But mostly for female lawyers. Certainly each of them will se herself a little bit at the extraordinary story of Ruth Ginsburg.

CREED II: Mesmo Filme e as Mesmas Competentes Fórmulas de Emocionar o Espectador

A fórmula é a mesma. O lutador de boxe emotivo e cheio de problemas pessoais e familiares é desafiado por um fanfarrão disposto a lhe arrancar tudo em uma luta de boxe. A primeira luta é um desastre. Mas – como todos os mocinhos têm uma reserva moral – o underdog derrotado se ergue (ao som de músicas redentoras e motivacionais e com a ajuda de outras pessoas de valor) e dá uma surra no vilão.

Considerando que temos cinco filmes da série ROCKY (os dois primeiros muito bons) e já são dois da franquia CREED, é a sétima vez que vemos o mesmo filme, com leves (muito leves) variações.

CREED II, de Steven Caple Jr. é a mais recente versão da história deste boxeador que abre caminho para a felicidade com seus punhos. Michael B. Jordan (também sucesso como o vilão de PANTERA NEGRA), Tessa Thompson, Philycia Rashad, Florian Munteanu e as participações muito especiais de Sylvester Stallone (também produtor), Dolph Lundgreen (retomando seu papel de Ivan Drago, de Rocky IV) e Brigitte Nielsen fazem o elenco do filme.

Embora goste muito do primeiro filme da franquia ROCKY feito por John G. Avildsen, tenho que o melhor filme deste “gênero” das últimas décadas é A LUTA PELA ESPERANÇA, de Ron Howard com um extraordinário Russell Crowe como o boxeador Jim Braddock, realmente uma obra prima na mistura de boxe, valores humanos e amoções.

CREED II é bastante competente em seguir a fórmula de sucesso, inserindo, inclusive, os problemas emocionais necessários para capturar o espectador, como o nascimento da filha do protagonista e as semelhanças das carências dos dois lutadores.

Sem atingir o nível do ROCKY original ou do citado A LUTA PELA ESPERANÇA, CREED 2 é um filme que se vê com prazer, atenção e emoção. Sem dúvida, vale a pena.

The formula is the same. The emotional and personal and family-afflicted boxing fighter is challenged by a bullying fighter ready to tear it all into a boxing match. The first fight is a disaster. But – as all the good guys have a moral reserve – the defeated underdog rises (to the sound of redemptive and motivational songs and with the help of other valuable people) and gives a beating to the villain.

Considering we already have five movies in the ROCKY series (the first two very good) and two of the CREED franchise, it is the seventh time we see the same film, with slight (very slight) variations.

CREED II, by Steven Caple Jr. is the latest version of the story of this boxer who makes way for happiness with his fists. Michael B. Jordan, Tessa Thompson, Philycia Rashad, Florian Munteanu and the very special guest appearances of Sylvester Stallone (also producer), Dolph Lundgreen (retaking his role as Ivan Drago of Rocky IV) and Brigitte Nielsen are casting the film.


Although I really like the first film of the ROCKY franchise by John G. Avildsen, I think the best film of this “genre” of recent decades is Ron Howard‘s THE CINDERELLA MAN with an extraordinary Russell Crowe as boxer Jim Braddock , truly a masterpiece in the mix of boxing, human values ​​and emotions.

CREED II is very competent to follow the formula of success, including the emotional problems necessary to capture the viewer, such as the birth of the protagonist’s daughter and the similarities of the two fighters’ needs.

Without reaching the level of the original ROCKY or quoted THE CINDERELLA MAN, CREED 2 is a film that is seen with pleasure, attention and emotion. Definitely worth it.

FOR THE PEOPLE: Série da ABC Sobre Jovens Advogados em Nova Iorque Retorna com Temas Modernos e Polêmicos

As séries de TV estão focando em seus episódios temas presentes nos noticiários do dia a dia. O primeiro episódio da segunda temporada de FOR THE PEOPLE, série da ABC sobre jovens advogados da Defensoria Pública e do Gabinete da Promotoria enfocou um caso de “swatting call” ou seja aquela prática criminosa de fazer uma falsa chamada de emrgência para um serviço público indicando um endereço da vítima.

A falsa emergência criada por um jovem nerd leva à morte de um Senador norte-americano, indvertidamente alvejado pelas forças policiais.

A Promotoria pede pena máxima e a Defensoria alegas completa falta de intenção de que a morte ocorresse. Quem tem razão? A situação fica mais complicada pelo envolvimento amoroso da Chefe da Defensoria com o Promotor Chefe.

O elenco de jovens atores e atrizes tem como destaques Jasmin Savoy Brown, Susannah Flood, Britt Robertson, Weesam Keech, Regé-Jean Page e Ben Rappaport. Do lado dos veteranos, Hope Davis, Ben Shenkman e o ótimo Vondie Curtis-Hall (que faz o Juiz da Corte onde são julgados os casos).

Sendo uma série para a TV aberta, FOR THE PEOPLE por vezes parece meio inocente e ingênua, com soluções que parecem distantes da vida real. Mas a criatividade dos roteiros em esco0lher seus temas e a juventude (e energia) dos intérpretes garantem o permanente interesse do espectador.

TV series are focusing their episodes on themes present in the daily news. The first episode of the second season of FOR THE PEOPLE, the ABC series on young lawyers that work for the Public Defender’s Office and the DA Office, focused on a swatting call case, that criminal practice of making a false emergency call for a public service giving the victim’s address.

The false emergency created by a young nerd leads to the death of an American Senator, accidentally killed by the police.

The prosecution asks for maximum penalty and the Public Defender alleges complete lack of intention for the death to occur. Who is right? The situation is made more complicated by the loving involvement of the Chief of Defense with the ADA.

The cast of young actors and actresses has Jasmin Savoy Brown, Susannah Flood, Britt Robertson, Weesam Keech, Regé-Jean Page and Ben Rappaport. On the side of the veterans, Hope Davis, Ben Shenkman and the great Vondie Curtis-Hall (who does the Court Judge where the cases are judged).

Being a Broadcast TV series, FOR THE PEOPLE sometimes seems a little innocent and naïve, with solutions that seem far from real life. But the creativity of the scripts in choosing their themes and the youth (and energy) of the performers guarantee the permanent interest of the viewer.

THE GOOD FIGHT TEMPORADA 2: Série Volta em Grande Estilo

A Revista EW cravou que THE GOOD FIGHT é a melhor série em exibição na TV atualmente. O primeiro episódio da segunda temporada – excepcionalmente bom – mostrou que ela é, no mínimo uma séria candidata ao posto.

As aventuras e desventuras dos advogados do Escritório Boseman, Reddick & Lockhart, de Chicago seguem encantando ao serem narradas com aguçada criatividade. Tem clip musical, flasbacks, desenhos animados, e muitos outros recursos visuais e narrativos.

O elenco segue afiadíssimo, iniciando pela excelente Cristine Baranski (Diane). Ao lado dela Delroy Lindo (Adrian), Audra McDonald (Liz), Rosie Leslie (Maia Rindell), Cush Jumbo (Lucca Quinn), Nyamby Nyambi(Jay) e Sarah Steele (Marissa) estão melhores do que nunca.

As história envolvendo os temas mais polêmicos da atualidade, como inclusão, racismo, assédio sexual, invasão de privacidade e muita crítica ao Governo Trump são escolhidos a dedo para encantar o espectador.

Se eu já tinha a impressão de que THE GOOD FIGHT era melhor que sua origem THE GOOD WIFE, este início de segunda temporada está ratificando esta impressão rapidamente.

É de não perder um episódio.

EW Magazine has pointed out that THE GOOD FIGHT is the best series on TV today. The first episode of the second season – exceptionally good – showed that it is, at least a serious candidate for the post.

The adventures and misadventures of Boseman, Reddick & Lockhart lawyers, from Chicago, continue to delight in being narrated with keen creativity. It has music clips, flasbacks, cartoons, and many other visual and narrative features.

The cast follows very sharp, starting with the excellent Cristine Baranski (Diane). Alongside her Delroy Lindo (Adrian), Audra McDonald (Liz), Rosie Leslie (Maia Rindell), Cush Jumbo (Lucca Quinn), Nyamby Nyambi (Jay) and Sarah Steele (Marissa) are better than ever.

If I already had the impression that THE GOOD FIGHT was better than its origin THE GOOD WIFE, this second season start is ratifying this impression quickly.

Do not miss any episode.

HARRY PRICE – GHOST HUNTER: Filme Inglês Mostra Caçador de Eventos Sobrenaturais

Nos anos 20, um vidente muitas vezes acusado de charlatão é contratado para investigar supostos fenômenos paranormais na casa de um candidato a Primeiro Ministro cuja esposa vem tendo comportamentos estranhos. O filme é HARRY PRICE: GHOST HUNTER.

Rafe Spall, ator inglês de A VIDA DE PI e A GRANDE APOSTA vive o protagonista Harry. A atriz de DOWNTON ABBEY, Cara Thebold vive Sara Green, a empregada da mansão assombrada que termina sendo uma ajuda relevante para a investigação.

Zoe Boyle, Tom Ward e Richie Campbell compõem um elenco de apoio de altíssimo nível.

O filme consegue um equilíbrio admirável entre a intriga policial e os toques sobrenaturais da história, sobretudo utilizando muito bem a trilha sonora típica de filmes assustadores.

GHOST HUNTER é um filme que se vê o tempo todo com grande interesse. Merece uma visão. Está disponível no ITunes e na Amazon Prime.

In the 1920s, a psychic often charged with charlatanism is hired to investigate alleged paranormal phenomena in the home of a prime minister candidate whose wife has been strangely behaving.

Rafe Spall, English actor of THE LIFE OF PI and THE BIG SHORT lives the protagonist Harry. DOWNTON ABBEY actress Cara Thebold lives Sara Green, the maid of the haunted mansion who ends up being a relevant aid to the investigation.

Zoe Boyle, Tom Ward and Richie Campbell make up a very good supportive cast.

The film achieves an admirable balance between the police intrigue and the supernatural touches of the story, especially using very well the scary movie soundtrack.

GHOST HUNTER is a film that is seen all the time with great interest. It deserves a vision. It’s available on ITunes and Amazon Prime.

GONE: Série Policial sobre Desaparecidos Parte de Ótimo Argumento e Elenco de Qualidade

A GLOBOPLAY inteligentemente está lançando algumas séries inéditas em outros serviços de streaming, como forma de atrair novos assinantes. GONE é um série recente sobre uma força tarefa do FBI encarregada de investigar casos de desaparecimento de pessoas logo que eles acontecem.

Chris Noth, o eterno Mr. Big de SEX AND THE CITY faz o papel do agente Frank Booth, um veterano que lidera a unidade e quebra paradigmas ao convidar para integrá-la uma linda jovem vítima de sequestro muitos anos atrás.

A ideia é ter na equipe alguém que conhece o assunto pelo lado da vítima e que, depois de libertada pelo próprio Booth, passou a vida estudando este tipo de caso como autodefesa.

A protagonista é a atriz texana Leven Rambin, vista em TRUE DETECTIVE 3 e em JOGOS VORAZES. Ela vive Kick Lannigan, ainda traumatizada com a violência que sofreu quando menina, mas capaz de enxergar pistas e detalhes que passam despercebidos aos demais agentes. Ao lado dela está o ótimo Danny Pino (de LAW AND ORDER S.V.U. e COLD CASE), um agente tenso disposto a resolver os casos logo que possível.

O trio compõe uma equipe fascinante de ser vista. Outro ponto de interesse é ver a diversidade dos casos que GONE traz às telas. Os roteiristas têm que se esforçar para criar casos completamente diferentes para atrair os espectadores. Já há doze episódios da primeira temporada, já que ainda não há notícia de uma renovação da série.

GONE é uma ótima série policial com várias novidades no gênero.

GLOBOPLAY is smartly launching some unreleased series into other streaming services as a way to attract new subscribers. GONE is a recent series about an FBI task force tasked with investigating cases of missing persons as soon as they occur.

Chris Noth, the ever-present Mr. Big from SEX AND THE CITY plays agent Frank Booth, a veteran who leads the unit and breaks paradigms by inviting her to be a beautiful young kidnap victim many years ago.

The idea is to have someone on the team who knows the subject from the side of the victim and who, after releasing by Booth himself, spent his life studying this type of case as self-defense.

The protagonist is the Texas actress Leven Rambin, seen in TRUE DETECTIVE 3 and HUNGER GAMES. She lives Kick Lannigan, still traumatized by the violence she suffered as a girl, but able to see clues and details that go unnoticed by other agents. Next to her is the great Danny Pino (from LAW AND ORDER S.V.U. and COLD CASE), a tense agent willing to solve cases as soon as possible.

The trio make up a fascinating team to be seen. Another point of interest is to see the diversity of cases that GONE brings to the screens. Screenwriters have to strive to create completely different cases to attract viewers. There are already twelve episodes of the first season, as there is still no news of a series renewal.

GONE is a great cop series with many new features in its genre.

JODI ARIAS, PEQUENOS SEGREDOS SUJOS: Telefime do LIFETIME Narra Crime Real Chocante

O Canal LIFETIME faz produções originais muitas vezes sobre casos reais que marcaram a vida (e o crime) nos Estados Unidos. Um destes é JODI ARIAS: PEQUENOS SEGREDOS SUJOS, de Jace Alexander enfocando o assassinato de um jovem pregador Mormon por sua namorada, na cidade de Mesa, Arizona.

Este caso, que resultou na condenação de Jodi Arias à prisão perpétua é contado em flashback, a partir do crime, retrocedendo ao dia em que ambos se conheceram, toda sua trajetória, o que motivou o crime e, finalmente o julgamento e a condenação.

Bastante padrão em sua forma de contar a história, o filme tem seu maior destaque no trabalho da atriz principal, a ótima Tania Raymonde, vista em GOLIATH (excelente série da AMAZON PRIME, com Billy Bob Thornton), LOST e BIG BAND THEORY.

As loucuras e ousadias eróticas de Jodi Arias ficam registradas de forma muito boa pelo trabalho da atriz, que alterna bastante bem as cenas de loucura com as carinho e afetividade pelas quais passou a relação.

O final, com os letreiros mostrando o desfecho do caso igualmente em nada fogem aos filmes do gênero.

The LIFETIME Channel makes original productions many times over real life events (and crime) in the United States. One of these is Jace Alexander’s JODY ARIAS: DIRTY LITTLE SECRETS, focusing on the murder of a young Mormon preacher by his girlfriend in the town of Mesa, Arizona.

This case, which resulted in the conviction of Jodi Arias to life imprisonment without parole is told in flashback, from the crime, going back to the day they both met, all their trajectory, what motivated the crime, and finally the trial and the condemnation.

Pretty standard in telling the story, the film has its biggest highlight in the work of the very good actress Tania Raymonde, seen in GOLIATH (excellent series by AMAZON PRIME with Billy Bob Thornton), LOST and BIG BAND THEORY.

Jodi Arias’s erotic follies and daring are very well recorded by the actress’s work, which alternates well the scenes of madness with the affection that the relationship has undergone.

The finale, showing the outcome of the case, does not leave anything new considering all the movies like this.

SHARON STONE, 61 Anos de Polêmica, Filmes Bons e Filmes Muito Ruins

A musa de INSTINTO SELVAGEM fez 61 anos neste domingo 10 de março. Tem um Globo de Ouro de Melhor Atriz (CASSINO, de Martin Scorsese) e um EMMY.

Fez 147 filmes e atuou em ótimos títulos como os já citados INSTINTO SELVAGEM, de Paul Verhoeven e CASSINO, de Martin Scorsese, além de RÁPIDA E MORTAL, de Sam Raimi. Mas também apareceu em filmes inqualificáveis, como CATWOMAN, ESFERA e INSTINTO SELVAGEM 2.

Acho que ainda vai ter muito que falar sobre sua carreira.

The muse from BASIC INSTINCT is 61 years old, this Sunday, February, 10th. She has a Golden Globe for Best Actress (CASSINO, by Martin Scorsese) and one EMMY AWARD.

She made 147 movies and acted in excellent movies like the already mentioned CASSINO and BASIC INSTINCT, besides THE QUICLY AND THE DEAD, by Sam Raimi. But she also made bad movies like CATWOMAN, SPHERE and BASIC INSTINCT 2.

I think her career still will have great movies.

A ORQUÍDEA BRANCA: Policial Noir com Lindas Mulheres Tem Intriga Recheada de Mistérios

A ORQUÍDEA BRANCA (THE WHITE ORCHID), do jovem cineasta americano Steve Anderson (diretor do premiado documentário F*UCK sobre a liberdade de expressão) traz, como convém a um bom filme noir, uma história cheia de mulheres lindas, mistérios e reviravoltas. Está disponível no Canal STARZ da Amazon Prime Video.

Olivia Thirbly (vista em JUNO e SEXO SEM COMPROMISSO) assume o papel da protagonista Claire, uma investigadora do Serviço Social encarregada pela sua chefe Vivian (Jennifer Beals, a eterna musa de FLASHDANCE) de descobrir a identidade de uma mulher que aparece morta em uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos.

Fazendo muitas homenagens a VERTIGO, de Alfred Hitchcock (entre as quais muitas cenas deslumbrantes de San Francisco), A ORQUÍDEA BRANCA leva a investigadora a mergulhar na personagem da falecida, usando suas roupas, seus sapatos, perfumes e restabelecendo seus passos nos últimos dias de vida.

Neste caminho vai se deparar com um time de beldades, entre as quais a misteriosa loira Jessica Towne (Rachael Taylor, a melhor amiga de JESSICA JONES), Bianca (Kelsen Siepser de O LADO AMERICANO) e Tina (Janina Gavankar de TRUE BLOOD), que aumentam as dúvidas sobre o que realmente houve naquele crime.

No elenco ainda temos o ótimo John Carol Lynch (como o Xerife Mann), a excelente atriz negra Nichelle Nichols (a Tenente Uhura de STAR TREK) e Brendan Sexton III (TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME).

Bem escrito e ainda melhor filmado, A ORQUÍDEA BRANCA faz a gente seguir a história com interesse crescente até a cena final. No gênero do filme noir, ele respeita a máxima de conter twists na história para surpreender o espectador.

Funciona bastante bem. Dá para ver com prazer.

WHITE ORCHID, by young American filmmaker Steve Anderson (director of the award-winning F * UCK documentary on freedom of expression) brings, as befits a good noir film, a story full of beautiful women, mysteries and twists.

Olivia Thirbly takes on the role of protagonist Claire, a Social Service investigator commissioned by her boss Vivian (Jennifer Beals, the eternal muse of FLASHDANCE) to discover the identity of a woman who appears dead in a small town in the hinterland of the United States.

Many honors to Alfred Hitchcock’s VERTIGO (among which are many stunning scenes of San Francisco), ORQUÍDEA BRANCA leads the investigator to delve into the person of the deceased, wearing their clothes, their shoes, perfumes and reestablishing their steps in the the last days of life.

On this journey you will come across a team of beauties, including the mysterious blonde Jessica Towne (Rachael Taylor, JESSICA JONES’ best friend), Bianca (Kelsen Siepser from THE AMERICAN SIDE) and Tina (Janina Gavankar of TRUE BLOOD), raising doubts about what really happened in that crime.

In the cast we still have the great John Carol Lynch (as Sheriff Mann), the great black actress Nichelle Nichols (Lieutenant Uhura of STAR TREK) and Brendan Sexton III (THREE OUTDOORS OUTSIDE EBLING, MISSOURI).

Well written and even better shot, THE WHITE ORCHID makes us follow the story with growing interest until the final scene. In the movie noir genre, it respects the maxim of containing twists in the story to surprise the viewer.

It works quite well. You can see with pleasure.