JURASSIC WORLD: A Quinta Vez em que Vemos o Mesmo (Bom) Filme

JURASSIC WORLD: REINO AMEAÇADO, de J.A.Bayona é o mesmo filme que já vimos, pelo menos em quatro vezes anteriores na série JURASSIC PARQUE, maquiado como se fosse uma história diferente.

O esquema é rigorosamente o mesmo: apresenta-se os mocinhos e os milionários que aparentemente estão fazendo um grande bem para a humanidade, através de algum movimento com os dinossauros criados geneticamente. Todo mundo embarca para a ilha onde estão os dinossauros, apesar do evidente perigo existente. Em algum momento, um ou alguns dos milionários se revela um vilão odioso, tomado pela ganância em ganhar fortunas com os dinossauros. O plano dele se revela desastroso e sai do controle. A baderna está feita. Caos total.

A atriz Bryce Dallas Howard segue encantadora e segura as pontas, mas até isto é uma repetição dos papéis que já fizeram na série, Laura Dern e Juliane Moore. Jeff Goldblum Chris Pratt, uma envelhecida (mas classuda) Geraldine Chaplin e James Cromwell são os destaques do cast.

Os efeitos especiais maravilhosos também não fogem muito ao que já vimos em todos os outros filmes. Mas seguem sendo uma das atrações do filme.

Não achei este filme melhor ou pior que os outros. Claro que os dirigidos por Spielberg tem bem mais atrativos que este. Mas as semelhanças São maiores que as diferenças.

 

JURASSIC WORLD, by J.A. Bayona is the same film we’ve seen, at least four times before in the JURASSIC PARK series, as if it were a different story.

The scheme is exactly the same: it presents the good guys and the millionaires who are apparently doing a great good to humanity, through some movement with the genetically created dinosaurs. Everyone embarks in a trip to the island where the dinosaurs are, despite the obvious danger. At some point, one or a few millionaires turns out to be an odious villain, taken by greed in making fortunes with the dinosaurs. His plan turns out to be disastrous and out of control. The noise is made. Total chaos.

The actress Bryce Dallas Howard follows charming, but even this is a repetition of the roles they have already done in the series, with Laura Dern and Juliane Moore. Jeff Goldblum Chris Pratt, an aging (but classy) Geraldine Chaplin and James Cromwell are cast highlights.

The wonderful special effects also do not escape much to what we have already seen in all the other films. But they remain one of the main attractions of the film.

I did not find this movie better or worse than the others. Of course the ones directed by Spielberg are far more attractive than this one. But the similarities are greater than the differences.

 

CONDOR: Série da AT&T Baseada no Filme Os Três Dias do Condor Atualiza o Tema e Mata Mais Gente Ainda

Em 1975, um thriller político dirigido por Sidney Pollack e estrelado por Robert Redford, Faye Dunaway e Max von Sydow fez um enorme sucesso. Era o filme OS TRÊS DIAS DO CONDOR, baseado no best-seller de James Grady que contava a história de um analista da CIA que acidentalmente tropeça em uma informação de uma operação secreta e, sem querer condena à morte todos os membros da seção onde trabalha. acontece que na hora da execução ele não está no trabalho e é o único a escapar com vida. A partir daí se inicia uma perseguição sem fim por Washington ao Agente Codinome Condor, pelos mocinhos e bandidos.

A AT&T, que está ensaiando seus primeiros passos na produção de séries, lançou no canal pago Audience (Direct  TV) a série CONDOR, baseada nesta história, com dez episódios na primeira temporada. A série já teve uma segunda temporada encomendada. Internacionalmente vai ser distribuída pela MGM, onde deve aparecer no Brasil.

O elenco é comandado pelo jovem inglês Max Irons, de A HOSPEDEIRA, A GAROTA DA CAPA VERMELHA e A DAMA DOURADA. Mas tem uma série de veteranos famosos, como William Hurt, Mira Sorvino, Bob Balaban e Brendan Fraser. Outro destaque são as protagonistas Leem Lubany, atriz árabe-israelense de ascendência palestina, fazendo com perfeição uma assassina profissional, a canadense Kristen Hager (O PROCURADO) e Katherine Cunningham (YELLOWSTONE).

CONDOR tem um ritmo alucinante em sua história que mistura intriga política, terrorismo, biotecnologia, espionagem em alto padrão, corrupção em altas esferas do governo, romance e muitas, muitas mortes no caminho do personagem central.

Sem ter a categoria do filme original de Sidney Pollack, CONDOR é uma série que jamais perde o interesse e se vê facilmente de uma vez. Mais que isto, se fica torcendo para que a segunda temporada venha logo, o que é um prova da excelência da primeira.

 

In 1975, a political thriller directed by Sidney Pollack and starring Robert Redford, Faye Dunaway and Max von Sydow made a huge success. It was the movie THE THREE DAYS OF THE CONDOR, based on James Grady’s bestselling book telling the story of a CIA analyst who accidentally stumbles upon information from a covert operation and unwittingly condemns to death all members of the section where he works . It happens that at the time of execution he is not at work and is the only one to escape with life. From there begins an endless pursuit by Washington to Agent Codinome Condor, by the good guys and bad guys.

AT & T, which is making its first steps in the production of series, has launched on the paid channel Audience (Direct TV) the series CONDOR, based on this story, with ten episodes in the first season. The series already has a second season commissioned. Internationally it will be distributed by MGM, where it should appear in Brazil.

The cast is led by the young Brittish actor Max Irons, from THE HOST, THE GIRL WITH THE RED HOOD and THE GOLDEN LADY. But there are a number of famous veterans such as William Hurt, Mira Sorvino, Bob Balaban and Brendan Fraser. Another highlight are the female protagonists like Leem Lubany, an Arab-Israeli actress of Palestinian descent, perfect as a professional assassin, the Canadian Kristen Hager (THE WANTED) and Katherine Cunningham (YELLOWSTONE).

CONDOR has an amazing rhythm in its history that mixes political intrigue, terrorism, biotechnology, espionage at high standards, corruption at the top of government, romance and many, many deaths in the way of the central character.

Without having the category of the original film of Sidney Pollack, CONDOR is a series that never loses the interest and is easily seen at once. More than that, we hope that the second season will come soon, which is a proof of the excellence of the first one.

HOMECOMING: Variety Faz Primeira Crítica da Série da AMAZON com Julia Roberts

“À primeira vista, “Homecoming” parece ser um coquetel de palavras de efeito. Pegue uma história de origem transmídia (“baseado no popular podcast da Gimlet Media…”), adicione uma estrela de cinema tentando se lançar na televisão (Julia Roberts), combine-se com um autor de TV bem estabelecido (o criador de “Mr. Robot” Sam Esmail ) e sirva. Na prática, no entanto, esses elementos ostensivamente díspares se juntam para fazer fatias afiadas de um drama verdadeiramente sinistro. Mesmo quando fica um pouco hipnotizado por seus próprios truques estilísticos, é difícil não ser sugado pelo assombro  de “Homecoming”.

A nova série da Amazon, dos criadores de podcast Micah Bloomberg e Eli Horowitz, segue as práticas obscuras de um centro misterioso que se anuncia como um recurso para ajudar os veteranos a assimilarem a vida civil. A conselheira Heidi Bergman (Roberts) parece ter um interesse genuíno em ajudar seus pacientes, especialmente o recém-chegado Walter Cruz (Stephan James). Mas para sua frustração e crescente alarme, ela constantemente tem que justificar tratá-los como pessoas reais, em vez de ratos de laboratório, com seu impaciente chefe Colin (Bobby Cannavale, habilmente armado em seu sorriso), que está convencido de que pode extrair dados valiosos das profundezas seu trauma.”(Caroline Franke, no Variety)

 

“At first glance, “Homecoming” seems to be a cocktail of buzzwords. Take one part transmedia origin story (“based on the popular Gimlet Media podcast…”), add one part movie star trying her hand at television (Julia Roberts), mix well with an established TV auteur (“Mr. Robot” creator Sam Esmail), and serve. In practice, however, those ostensibly disparate elements come together to make sharp slices of truly eerie drama. Even when it gets a little too mesmerized by its own stylistic trickery, it’s hard not to get sucked in by “Homecoming’s” haunting mission creep.

The new Amazon series from podcast creators Micah Bloomberg and Eli Horowitz follows the shady practices of a mysterious center that advertises itself as a resource for helping combat veterans assimilate to civilian life. Counselor Heidi Bergman (Roberts) appears to have a genuine interest in helping her patients, most especially amiable newcomer Walter Cruz (Stephan James). But much to her frustration and growing alarm, she constantly has to justify treating them like actual people instead of lab rats to her impatient boss Colin (Bobby Cannavale, cannily weaponizing his signature smirk), who’s convinced he can mine valuable data from the depths of their trauma.”(Caroline Franke, at Variety)

O TERCEIRO ASSASSINATO: Drama de Tribunal Japonês é Programa Certo Para Quem Curte o Gênero

O NOW da NET traz em seu catálogo de lançamento do drama de tribunal O TERCEIRO ASSASSINATO (Sandome no Satsujin – 2017), de Hirokazu Koreeda, um filme na legítima tradição dos melhores filmes do gênero, como TESTEMUNHA DE ACUSAÇÃO, O VEREDITO, JULGAMENTO DE NUREMBERG, DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA, O SOL É PARA TODOS e QUESTÃO DE HONRA.

O mais interessante é que toda a narrativa (inclusive o julgamento), por óbvio, é feito no ritmo de um filme japonês, sem as cenas e viradas que estamos acostumados dos filmes ocidentais. Os 124 minutos do filme parecem ter três horas, porque tudo é feito lentamente e com muitos silêncios e contemplações. Apenas isto já tornaria O TERCEIRO ASSASSINATO um filme extremamente atrativo.

Ocorre que o roteiro narra a história de um homem que confessa um assassinato bárbaro e, quando inicia a ser entrevistado por seu advogado de defesa, passa a contar várias versões diferentes do crime, colocando em dúvida seu defensor, até mesmo sobre sua culpa.

Ver o passo a passo do drama do advogado Shigemori – entre os rígidos padrões éticos e legais japoneses e seu dever de lealdade ao cliente – resulta em um filme superior.

O elenco central traz interpretações magníficas, como as de Masaharu Fukuyama (Advogado Shigemori) e Kôshi Yakusho (o assassino Misumi).

O TERCEIRO ASSASSINATO ganhou os principais prêmios da Academia Japonesa de Cinema em 2018 e foi indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza deste ano.

É realmente um filme que vale muito a pena ser visto, especialmente para os admiradores de um excelente drama de tribunal.

 

NET NOW features in its release catalog  THIRD MURDER, by Hirokazu Koreeda’s  a court room drama in the legitimate tradition of the best films of the genre, such as WITNESS FOR THE PROSECUTION, THE VERDICT, JUDGMENT OF NUREMBERG, TWELVE ANGRY MEN, TO KILL A MOCKYNBIRD and A FEW GOOD MEN.

Interestingly, the entire narrative (including the trial), of course, is made in the rhythm of a Japanese movie, without the scenes and twists we are accustomed to from Western movies. The 124 minutes of the movie seem to have three hours, because everything is done slowly and with many silences and contemplations. This alone would make THE THIRD MURDER an extremely attractive film.

It turns out that the script tells the story of a man who confesses to a barbaric murder, and when he starts being interviewed by his defense lawyer, he goes on to tell several different versions of the crime, casting doubt on his defender, even his guilt.

Seeing Shigemori’s drama step-by-step – between Japan’s rigid ethical and legal standards and his duty of loyalty to his client – results in a superior film.

The central cast brings magnificent interpretations, such as those of Masaharu Fukuyama (Lawyer Shigemori) and Kôshi Yakusho (the assassin Misumi).

THE THIRD MURDER won the top prizes at the Japanese Film Academy in 2018 and was nominated for the Golden Lion at this year’s Venice Film Festival.

It really is a movie that is worth seeing, especially for the admirers of an excellent court drama.

 

 

SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA: Mini-Série que Estréia no NOW Traz Enredo Policial Divertido

SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA, mini-série da GLOBO que estreia direto no streaming do NOW, baseada no livro do jornalista Edney Silvestre traz uma história policial bem mais divertida que intrigante. Isto porque desde o início da trama, o roteiro e a direção optaram por dar um tom mais filme de aventura do que de filme noir, embora os seguidos crimes cometidos para acobertar os motivos da morte da jovem mulher do dentista local. A narrativa da tortura do Governo Vargas feita pelo personagem de Antonio Fagundes é o momento mais emocionante e foge a este tom mais aventureiro da série.

Passado em uma fictícia cidade do interior do Rio de Janeiro, nos anos 60, SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA tem no elenco Antônio Fagundes, Murilo Benício, Débora Fallabela, Mariana Ximenes, Betty Faria, Francisco Andrade, Thainá Duarte, Marco Breda e Jonas Bloch.

Adultério, paixões juvenis, abandono, politicagem, suborno, racismo tudo é abordado em algum momento de SE EU FECHAR OS OLHOS AGORA.

Na minha opinião, trata-se de um ótimo produto que se vê com grande interesse do primeiro ao último capítulo.

IF I CLOSE MY EYES NOW, GLOBO’s mini-series that debuts straight into NOW’s streaming, based on journalist Edney Silvestre’s book brings a much more entertaining and intriguing police story. This is because since the beginning of the plot, the script and the direction have chosen to give a more adventurous movie than the film noir, although the crimes committed to cover the reasons for the death of the local dentist’s young woman. The narrative of the drama of the Vargas torture that he suffered by Antonio Fagundes character is the best moment of the film and escape from this adventure tone of the series.

In a fictitious city in the interior of Rio de Janeiro, in the 60’s, IF I CLOSE THE EYES NOW has in the cast Antônio Fagundes, Murilo Benício, Débora Fallabela, Mariana Ximenes, Betty Faria, Francisco Andrade, Thainá Duarte, Marco Breda and Jonas Bloch.

Adultery, youthful passions, abandonment, politicking, bribery, racism are all addressed at some point in IF I CLOSE MY EYES NOW.

In my opinion, this is a great product that is seen with great interest from the first to the last chapter.

 

JACK RYAN: AMAZON Recria Espião de Tom Clancy em Série Espetacular

TOM CLANCY’S JACK RYAN da AMAZON mereceu toda a espera ! Trata-se de uma das melhores séries de 2018 e dos últimos anos. Produção caprichada, elenco poderoso e história cheia de idas e vindas garantem a diversão do espectador interessado em um drama de espionagem moderno, tenso, hightech e com profundida em suas avordagens políticas.

O analista que se torna espião criado pelo escritor Tom Clancy, Jack Ryan já foi vivido no cinema por Alec Baldwyn (CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO), Harrison Ford (JOGOS PATRIÓTICOS e PERIGO REAL E IMEDIATO), Ben Affleck (A SOMA DE TODOS OS MEDOS) e Chris Pine (OPERAÇÃO SOMBRA).

Agora é o americano John Krasinski (THE OFFICE) que assume o papel. Muito bem, por sinal. Ele consegue dar credibilidade, seja no dilema em ir do papel de analista para o de agente de campo (apesar de ter sido um marine) ou de seus incômodos com os protocolos do poder em Washington.

No grupo dos chefes da CIA, estão também Wendell Pierce (SUITS) e os envelhecidos Timothy Hutton e Blair Brown. Como interesse romântico de Ryan pontifica a loira Abbie Cornish, de TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME.

A história da vingança de um grupo terrorista islâmico certamente já foi vista dezenas de vezes, mas aqui é narrada de forma criativa e com uma contextualização bastante estruturada, de forma a deixar o espectador em permanente suspense sobre os locais e formas dos próximos ataques.

JACK RYAN – que já tem a sua segunda temporada filmada e a terceira aprovada – promete ser um dos produtos de streaming de maior sucesso e longevidade da marca AMAZON e, diga-se, merecidamente.

 

TOM CLANCY’S JACK RYAN from AMAZON deserved all the waiting! This is one of the best series of 2018 and of the last years. Outstanding production, powerful cast and a story with lots of comings and goings guarantee the fun of the interested spectator in a modern, tense, hightech espionage drama with deep in its political approaches.

The analyst who becomes a spy created by the writer Tom Clancy, Jack Ryan has already been lived in the cinema by Alec Baldwyn (THE HUNT FOR THE RED OCTOBER), Harrison Ford (PATRIOTIC GAMES and CLEAR AND PRESENT DANGER), Ben Affleck (THE SUM OF ALL FEARS ) and Chris Pine (SHADOW RECRUIT).

Now it’s the American John Krasinski (THE OFFICE) who takes the role. Very well, by the way. He can lend credibility, whether in the dilemma of moving from the role of analyst to field agent (despite being a Marine) or his discomfort with Washington’s power protocols.

In the group of CIA chiefs are also Wendell Pierce (SUITS) and the old Timothy Hutton and Blair Brown. As Ryan’s romantic interest is the blonde Abbie Cornish, from THREE BILLBOARDS OUTSIDE EBLING MISSOURI.

The story of the revenge of an Islamic terrorist group has certainly been seen dozens of times, but here it is narrated creatively and with a well-structured contextualization, so as to leave the viewer in permanent suspense about the locations and forms of the next attacks.

JACK RYAN – which already has its second season filmed and  the third one approved – promises to be one of AMAZON’s most successful and longevity streaming products and, let’s say, deservedly so.

TE PEGUEI!: Comédia Desperdiça Ótimo Elenco e Bom Argumento com Roteiro Fraco

TE PEGUEI!, de Jeff Tomsic prometia ser uma comédia muito engraçada pelo trailer que trazia a história de um grupo de cinco amigos que, mesmo adultos seguia uma brincadeira de, durante o mês de maio de cada ano, buscarem uma perseguição para “tocar” o mais esperto deles, até então inatingível.

A promessa de risadas ficava ainda maior pelo ótimo elenco envolvido: Jeremy Renner (o arqueiro da série OS VINGADORES), John Hamm(MADMEN), Ed Helms(QUANDO BEBER NÃO CASE), Isla Fischer e a bela Anabella Wallis, como uma jornalista que toma contato com a história e passa a seguir os malucos.

Se o argumento prometia, o roteiro se perdeu fascinado por uma série de situações mais grotescas que engraçadas, repetições exaustivas de cenas em câmera lenta, apelação para o mesmo tipo de truque óbvio e perdas de oportunidades cômicas evidentes.

Em resumo, um filme que poderia ter sido e não foi. Mais uma oportunidade perdida.

 

TAG, by Jeff Tomsic promised to be a very funny comedy by the trailer that brought the story of a group of five friends who, even adults, followed a joke of, during the month of May each year, seek a chase to “play” the most intelligent of them, hitherto unattainable.

The promise of laughter was further enhanced by the great cast involved: Jeremy Renner (The Archer of the Avengers), John Hamm (MADMEN), Ed Helms (HANGOVER),  Isla Fischer and the beautiful Anabella Wallis, as a journalist who takes contact with the story and goes on to follow the crazy ones.

If the plot promised, the script lost itself fascinated by a series of more grotesque than funny situations, exhaustive repetitions of slow-motion scenes, appeal to the same kind of obvious trick and loss of obvious comic opportunities.

In summary, a movie that could have been and was not. One more missed opportunity.

MISTERY ROAD: Série Policial Australiana Traz Mistério Envolvendo Aborígene Desaparecido

MISTERY ROAD é uma série policial australiana disponível na AMAZON, que narra as buscas de um policial nativo e uma policial branca por um aborígene desaparecido em uma pequena comunidade do noroeste da Austrália.

O caso vai se complicando aos poucos quando dois fatores interferem: a volta do tio pedófilo do rapaz desaparecido e a suspeita de que a vítima estava envolvida com o tráfico de drogas na região, acobertado pelos fazendeiros do local.

Em meio a tudo isto, os dramas do policial Jay Swan (Aron Pedersen), ator australiano que dá ares de legitimidade a seu personagem em contraste à excelente Judy Davis (dos premiados PASSAGEM PARA A ÍNDIA e BARTON FINK.

MISTERY ROAD aproveita muito bem as paisagens maravilhosas da Austrália para integrar à trama, em momentos de puro encantamento ou de absoluta solidão dos personagens centrais.

MISTERY ROAD é quase um western moderno, buscando inspiração em vários clássicos.

Não sem razão vem sendo elogiado pela crítica do mundo inteiro. Vale muito a pena ser visto.

 

MISTERY ROAD is an Australian police series available at AMAZON, which chronicles the searches of a native policeman and a white police officer for an Aborigine missing in a small community in northwest Australia.

The case is becoming more and more complicated when two factors interfere: the return of the missing boy’s pedophile uncle and the suspicion that the victim was involved in drug trafficking in the area, which was covered up by local farmers.

In the midst of all this, the dramas of police officer Jay Swan (Aron Pedersen), Australian actor who gives legitimacy to his character in contrast to the excellent Judy Davis (of the award winning PASSAGE FOR INDIA and BARTON FINK.

MISTERY ROAD takes great advantage of the wonderful landscapes of Australia to integrate into the plot, in moments of pure enchantment or absolute solitude of the central characters.

MISTERY ROAD is almost a modern western, seeking inspiration from several classics.

Not without reason has been praised by the critics of the whole world. It is very worth seeing.

DEADPOOL 2: Comédia Trash com Mais Piadas Para Cinéfilos Não Poupa Ninguém

DEADPOOL 2, de David Leitch me pareceu mais divertido que o primeiro, embora algumas situações tenham perdido a originalidade e a surpresa, em face de serem repetições.

Mas a MARVEL soube se auto debochar bastante, desde os créditos iniciais, dando ao cinéfilo motivos de sobre para passar duas horas identificando piadas sobre filmes, personagens, cenas e situações já clássicas em filmes de super heróis ou não.

O herói trash DEADPOOL está cada vez pior em sua falta de limites na desgraça total que sua vida se torna, a cada cena. Ryan Reynolds é suficientemente bom ator para dar este tom de caos total. Os personagens que orbitam a sua volta são inacreditavelmente desastrosos para se enquadrar no Esquadrão X, uma espécie de X-Men do Apocalipse.

Um acréscimo inegável de qualidade deste segundo filme é o vilão Cable, vivido por Josh Brolin, um pastiche do Exterminador do Futuro, de Arnold Schwarzenegger, elevado a décima potência. Divertidíssimo.

Claro que para se divertir dom DEADPOOL 2, o espectador tem que comprar a proposta de deboche do filme. Se você entrar nesta, pode estar certo de vai rir muito. Não fica pedra sobre pedra. Inclusive para o roteiro de LANTERNA VERDE, que merece uma das melhores piadas do filme.

 

DEADPOOL 2, by David Leitch seemed to me more fun than the first one, although some situations have lost their originality and surprise in the face of being repetitions.

But MARVEL knew how to self-mock enough, from the initial credits, giving to the movie buff many reasons to spend two hours identifying jokes about movies, characters, scenes and situations already classic in superhero movies.

The trash hero DEADPOOL is getting worse in his lack of limits in the total disgrace that his life becomes, at every scene. Ryan Reynolds is good enough actor to give this tone of total chaos. The orbiting characters around him are incredibly disastrous to fit into the X-Squad, a kind of X-Men from the Apocalypse.

An undeniable addition to the quality of this second film is the villain Cable, played by Josh Brolin, a pastiche of Arnold Schwarzenegger’s Terminator. Really fun.

Of course to have fun with DEADPOOL 2, the viewer has to buy the film’s mocking proposal. If you enter this, you can rest assured you will laugh a lot. There is no stone left on stone. Even for the screenplay of GREEN LANTERN, which deserves one of the best jokes in the film.