Manuel Puig escreveu O BEIJO DA MULHER ARANHA em 1976. O enorme sucesso da fábula política sobre um prisioneiro que conta ao seu colega de cela sobre filmes que podem ou não existir ganhou o mundo e virou, além de um ótimo filme de Hector Babenco (com William Hurt, Raul Julia e Sônia Braga), um exitoso musical da Broadway.
Agora o oscarizado produtor e diretor Bill Condon (Indicado ao Oscar por CHICAGO e premiado pelo roteiro de GODS AN D MONSTERS) traz uma nova versão da história de Valentim e seu parceiro de prisão, Molina.
A Mulher Aranha, personagem dos delírios e sonhos do presidiário desta vez é Jennifer Lopez. Diego Luna e Tonatiuh vivem os protagonistas Molina e Valentim.
Achei a recepção do filme no Festival de Sundance meio fria.
Será que Condon conseguiu captar o fascínio da narrativa política de Puig, intacta tanto no file de Babenco como no musical estrelado por Chita Rivera na Broadway?
É um dos mistérios cinematográficos de 2025.