Fui ver o filme da moda deste início de 2026, A EMPREGADA (THE HOUSEMAID), de Paul Fieg. Está fazendo tanto sucesso que já teve uma continuação anunciada.
Sidney Sweeney vive um ex-presidiária, Millie que consegue o posto de empregada de uma jovem rica, a instável Nina Winchester (Amanda Seyfried). Está parece viver uma vida cor de rosa, ao lado do marido Andrew (Brandon Sklenar).
Mas, como se diz na sabedoria popular, nada é o que parece.
A vida de Millie vai virar um inferno.
O filme percorre todos os clichês do gênero, mas, reconheça-se com competência. O diretor Fieg, centra suas câmeras nas atrizes, anos luz a frente que os rapazes do elenco.
O livro best seller que originou o filme, escrito por Freida McFadden já virou uma trilogia, e vende feito pão quente nos EUA.
Afinal, com razão, o tema da violência contra a mulher tem mesmo que estar no centro das discussões onde quer que seja.
Sweeney é hoje a queridinha da mídia de Cinema e vinha tendo filmes bem mais ou menos nas bilheterias. Fazia mais sucesso fora das telas do que na próprias. A EMPREGADA pode ser, portanto, seu primeiro gol.
É um thriller competente. A gente vê e gosta com facilidade. Nada que não se vá esquecer breve. Mas que cumpre seu papel de entretenimento puro.