MERCY – Justiça Cibernética Aumenta Chance de Erros em Thriller Bem Padrão

MERCY, dirigido. pelo Cazaque Timur Bekmanbetov (WANTED) não toma riscos. Ficou um thriller comum e previsível.

O tema é interessante. E se no futuro, o Poder Judiciário for completamente automatizado, evitando ao máximo as possibilidades de defesas que atrasem os processos, deixando-os extremamente sumários?

O policial Chris Raven (Chris Pratt) é acusado de matar sua esposa Nicole (Annabelle Wallis) e vai para esse julgamento sumário. Tem noventa minutos para demonstrar sua inocência à Juíza Maddox (a sueca Rebecca Ferguson, desperdiçada).

Na minha opinião, um tema interessante recebeu tratamento meio automático, bem padrão mesmo, sem correr riscos.

Fica fácil adivinhar o verdadeiro vilão e o final é previsível e conformado.

O tema prometia. O filme não cumpriu.

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