Frase do critico A.O.Scott, do New York Times, sobre CAROL, de Todd Haynes:

“Haynes é um historiador de sentimentos, dos traços não ditos e invisíveis da libido. Em uma cena, Carol ajuda Therese aplicar perfume, instruindo-a a pulverizá-lo apenas em seus pontos de pulso, onde o calor e movimento de seu sangue irá ativar o perfume. As imagens em CAROL são cool e imaginativas, mas elas também pulsam com vida.”