Fora da Lei e do Melhor Cinema

LILA E EVE é um filme fraco. Seria muito ruim se não tivesse uma grande atriz. Alias, é a presença de Viola Davis que atrai as pessoas para ver o filme. A historia traz mais uma vez, uma tragédia pessoal decorrente da violência nas ruas das grandes cidades (no caso Atlanta), em que a pessoa enlutada parte para uma vingança pessoal.

A personagem de Viola teve seu filho adolescente assassinado por engano em um tiroteio entre traficantes de drogas. Frente a inação e descaso da policia local, muito traumatizada, parte para sua vingança pessoal.

Normalmente, estes filmes de “justiça pelas próprias mãos” são muito ruins, a iniciar pelo clássico do gênero, DESEJO DE MATAR, com o inevitável Charles Bronson e suas incontáveis sequências.

O cinema americano tende a nutrir certa simpatia pelos vigilantes.

Acho interessante o filme VALENTE, de Neil Jordan, com Jodie Foster, onde a situação é mostrada em toda a sua complexidade. Ter um ótimo diretor e excelentes atores (Terrence Howard e Mary Steenburgen) ajuda muito. Tem ótimas cenas. Mesmo assim, fica um sentimento de “alguma coisa ficou faltando”.

Este LILA E EVE passa longe de tudo isto em sua simplificação do tema. Ficou um telefilme dos fracos.

Nem Viola Davis, com toda sua categoria, consegue salvar.

 

LILA AND EVE is a weak film. It would be bad is it has not a great actress. It ​​is the presence of Viola Davis that attracts people to see the movie. The story brings once again a personal tragedy resulting from violence in the streets of big cities (Atlanta), in which the mourner part goes to a personal vendetta.

The Viola character had her teen killed by mistake in a shootout between drug dealers. Faced with inaction and indifference of local police, very traumatized, she went for her personal revenge.

Typically, these films of “vigilante justice” are very bad, beginning with the classic of the genre, DEATH WISH, with the inevitable Charles Bronson and his countless sequences.

The American films tend to show sympathy for vigilantes.

I find it interesting the film THE BRAVE ONE, from Neil Jordan, with Jodie Foster, where the situation is shown in all its complexity. Having a great director and great actors (Terrence Howard and Mary Steenburgen) helps a lot. It has great scenes. Still, it is a feeling of “something was missing”.

This LILA AND EVE passes away all this in his simplification. It is a weak telefilm.

Neither Viola Davis, with all her class, can save.

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