OS SETE MAGNÍFICOS (2016), de Antoine Fuqua é um western espetacular!

Fazia tempo que um filme não me levava de volta as melhores tradições de clássicos como OS BRUTOS TAMBEM AMAM, NO TEMPO DAS DILIGENCIAS, RASTROS DE ODIO, MATAR OU MORRER ou O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA.

Claro que o trabalho de Fuqua não vai entrar na historia como estes clássicos, mas os símbolos que o western eternizou estão todos em OS SETE MAGNÍFICOS versão 2016.

Denzel Washington (notável como sempre), Chris Pratt(olha ele de novo em um ótimo filme), Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio, Peter Sarsgaard e a ascendente Haley Bennett(enfileirando belos papeis em sequencia) fazem um elenco nada menos que sensacional.

O Código de honra, o vilão desalmado, o bêbado de bom coração, as paisagens monumentais, os índios bandidos e mocinhos, as damas de caráter e as da chamada “vida fácil”, os canalhas ao lado do poder, vinganças, tudo esta em OS SETE MAGNÍFICOS.

Quando entra, então a musica imortal de Elmer Bernstein (em um momento tão especial que vale o filme), a gente não sabe se chora ou sai correndo do cinema gritando de felicidade.

Para mim, um dos filmes de 2016.

THE MAGNIFICENT SEVEN (2016), by Antoine Fuqua is a spectacular western!

It was a long time since a film took me back to the best classical traditions from movies like SHANE, STAGECOACH, THE SEARCHERS, HIGH NOON or THE MAN WHO SHOT LIBERTY VALANCE.

Of course, the work of Fuqua will not enter in the history as these classics, but the symbols made eternal in western are back in THE MAGNIFICENT SEVEN version 2016.

Denzel Washington (remarkable as always), Chris Pratt (look him again in a great movie), Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio, Peter Sarsgaard and the growing up Haley Bennett (rowing beautiful roles in sequence) make a cast nothing short of sensational .

The honor code, the heartless villain, the drunk-hearted, the monumental landscapes, the bad guys and good guys Indians, the ladies of great carachter, the prostitutes, the scoundrels next to the power, revenge, all this in THE MAGNIFICENT SEVEN.

When you the immortal music of Elmer Bernstein (in such a special moment that itself worth the movie), we do not know if we cry or run out of cinema screaming for joy.

For me, one of the 2016 best films.