JOHN WICK 2: UM NOVO DIA PARA MATAR, de Chad Stahelski dá sequência a história do misterioso matador John Wick, de DE VOLTA AO JOGO (2014).

Quando pensa que tudo terminou e vai poder retornar à aposentadoria Wick recebe uma desagradável visita do italiano Santino D’Antonio, cobrando uma promissória de sangue.

E lá vamos nós de novo, para uma série de mortes incontáveis, lutas que parecem danças de balé e armas tão incríveis que se tem a impressão de ser um videogame.

O que tem de excelente JOHN WICK é o elenco e os personagens que representam, todos encaixados em uma história tão maluca e sem sentido quanto fascinante de se ver e cheia de interpretações sensoriais, metafísicas e existenciais.

Ian McShane, Lawrence Fishburne, John Leguizano, Lance Reddick, Bridget Moynahan e até o desparecido Franco Nero vivem tipos de poucas palavras e muitos significados para John Wick.

A cena (quase) final no MET NY, em uma exposição chamada Labirintos da Alma, é de enlouquecer.

Keanu Reeves e sua inexpressividade expressiva faz muito bem o personagem central torturado e sem saída.

Ainda bem que vem aí o terceiro filme…

 

JOHN WICK 2: CHAPTER 2, by Chad Stahelski follows the story of the mysterious killer John Wick, from JOHN WICK (2014).

When he thinks that everything is over and he will be able to return to retirement Wick receives an unpleasant visit from the Italian Santino D’Antonio, charging a blood promissory note.

And here we go again, to a series of countless deaths, fights that look like ballet dances and weapons so incredible that we have the impression of seing a video game.

What is great about JOHN WICK is the cast and characters they represent, all of them embedded in a story as crazy and meaningless as it is fascinating to see and full of sensory, metaphysical and existential interpretations.

Ian McShane, Lawrence Fishburne. John Leguizano, Lance Reddick, Bridget Moynahan and even the absent Franco Nero live types of few words and many meanings for John Wick.

The (almost) final scene at MET NY, at an exhibition called Labyrinths of the Soul, is to go insane.

Keanu Reeves and his expressive inexpressiveness makes brilliant the central character tortured and almost in a dead end.

Glad to see the third movie …