Frase final da crítica de DUNKIRK, de Christopher Nolan, na Revista Entertainment Weekly, pelo crítico Chris Nashawaty:

Ao final de Dunquerque, o que mais se destaca não é a mensagem inspiradora ou o heroísmo do dia a dia. São as pequenas imagens indeléveis e inabaláveis ​​que se acumulam como os detalhes no canto de um mural. Um soldado com PTSD entrando no surf até a morte dele. A visão de um avião alemão em silêncio no mar como um avião em papel. As enfermeiras que distribuem chá e palavras reconfortantes para os homens assombrados quando são resgatados. Este é o cinema visceral e de grande orçamento que pode ser chamado de Arte. É também, sem discussão, o melhor filme do ano até agora.

 

Chris Nashawaty, critic of Entertainment Weekly, and his final sentence about DUNKIRK, by Christopher Nolan:

By the end of Dunkirk, what stands out the most isn’t its inspirational message or everyday heroism. It’s the small indelible, unshakeable images that accumulate like the details in the corner of a mural. A PTSD soldier walking into the surf to his death. The sight of a hit German plane silently pinwheeling down into the sea like a paper airplane. The female nurses handing out tea and comforting words to the haunted men when they’re rescued. This is visceral, big-budget filmmaking that can be called Art. It’s also, hands down, the best motion picture of the year so far.