ROMAN J. ISRAEL, ESQUIRE, de Dan Gilroy, o diretor de O ABUTRE e roteirista do desigual KONG: A ILHA DA CAVEIRA é um drama legal sobre um advogado e os dilemas éticos da profissão.

Denzel Washington (sempre um prazer em ver) vive um advogado bem mediano que tem uma vida completamente sem brilho e/ou felicidade. Quando o fundador do escritório em que trabalha falece, as soluções de continuidade dadas pela herdeira e seu novo administrador o colocam em grande desconforto.

Neste momento, o até então corretíssimo advogado resolve dar uma pequena flexibilizada nas regras éticas e atropela alguns conceitos básicos da profissão.

Daí em diante, os fatos vão se sucedendo contra as ideias dele e sua situação vai se complicando a cada dia. O que fazer é a dúvida que o filme coloca em discussão.

No elenco Collin Farrell – irregular como sempre – Carmen Ejogo (SELMA) e Amanda Warren (TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME).

Paradoxalmente, a melhor e a pior coisa de ROMAN J. ISRAEL, ESQUIRE é sua proposta de saída para o personagem central, desencantada e desiludida como a vida dele.

Um filme difícil de ver, mas com méritos.

 

ROMAN J. ISRAEL, ESQUIRE, by Dan Gilroy, director of NIGHTCRAWLER and screenwriter of the unequal KONG: THE SKULL ISLAND is a legal drama about a lawyer and the ethical dilemmas of the profession.

Denzel Washington (always a pleasure to see) lives a very average lawyer who has a life completely  unhappy. When the founder of the office where he works dies, continuity solutions provided by the heiress and his new administrator put him in great discomfort.

At this time, the very correct lawyer decides to give a little flexibility in the ethical rules and runs over some basic concepts of the profession.

From then on, the events are happening against his ideas and his situation is becoming more complicated every day. What to do is the doubt that the film puts in discussion.

In the cast Collin Farrell – irregular as always – Carmen Ejogo (SELMA) and Amanda Warren (THREE BILLBOARDS OUTSIDE EBBING, MISSOURI).

Paradoxically, the best and the worst thing about ROMAN J. ISRAEL, ESQUIRE is his proposed departure for the central character, disenchanted and disillusioned as his life.

A film hard to see, but with merits.