Trecho da crítica da EW, escrita por Darren Franich (cotação A-) sobre HOMECOMING, da Amazon:

“Roberts se revela mais na medida em que Homecoming aprofunda nossa compreensão da posição curiosa de Heidi. É quase um papel duplo, com muitos aspectos ambíguos marcando todos os seus movimentos. A Heidi anterior parece desdobrar a trama misteriosa de sua empresa. A futura Heidi parece estar se escondendo de enigmas que não conseguimos entender. (Ambas Heidis usam a mesma peruca terrível, com franja franzida que parece direcionada à normalização do poder de estrela de Roberts.) Atrás de seu exterior frio, Heidi está desesperada, uma última chanceler que se sente deixada para trás pelo mundo. Roberts pega tensões estranhas de esperança e malevolência, e até mesmo aquela dissonância esquisita não chega perto do que os episódios posteriores exigem que ela faça. Ela se transforma em seu papel mais interessante em um longo tempo, mais silencioso em sua devastação do que qualquer coisa que ela tenha tocado desde o acídico Closer de 2004.”

 

Review of HOMECOMING, from Amazon, in the magazine EW, written by Darren Franich (Grade A-):

“Roberts reveals herself more as Homecoming deepens our understanding of Heidi’s curious position. It’s very nearly a dual role, with a lot of ambiguous seemses asterisking her every move. Past Heidi seems to unfurl her company’s mysterious plot. Future Heidi seems to be hiding from enigmas we can’t quite grasp. (Both Heidis wear the same terrible wig, with frumpcore bangs that seem targeted toward normalizing Roberts’ star power.) Behind her cool exterior, Heidi is desperate, a last-chancer who feels just about left behind by the world. Roberts catches weird strains of hopefulness and malevolence, and even that weird-sounding dissonance doesn’t come close to what the later episodes require her to do. It turns into her most interesting role in a long time, quieter in its devastation than anything she’s played since 2004’s acidic Closer.”