HANNA: Série Premium da Amazon Cai no Problema Usual da Longa Duração

HANNA, nova série premium da AMAZON PRIME VIDEO é, sem dúvida uma superprodução, anunciada com grande pompa e merecedora de atenção, inclusive pelo seu grande elenco.

Ao trazer de volta a dupla central de atores da excelente THE KILLING americana, Joel Kinamann (o ator sueco que está na moda em séries como ALTERED CARBON e HOUSE OF CARDS) e a ótima atriz Texana Mireille Enos (GUERRA MUNDIAL Z e THE CATCH), a série reconta a história da menina que foi gerada a partir de uma operação secreta do governo americano. A história já foi contada no longa metragem HANNA (2011), de Joe Wright com Cate Blanchett, Saoirse Ronan e Eric Bana.

HANNA, a série padece de um problema grave, bastante comum nos atuais seriados feitos para streaming: a duração exagerada dos capítulos e do número de episódios. Se o tempo ilimitado tem a vantagem de proporcionar aos roteiristas e diretores a possibilidade de aprofundar bastante temas e personagens sem limitação de tempo, por outro lado muitas vezes gera uma monotonia e um cansaço do espectador em acompanha “histórias estendidas”.

A luta contra este problema vem sendo enfrentada, por exemplo em HOMECOMING, onde cada capítulo tinha cerca de quarenta minutos. HANNA tem oito capítulos de uma hora cada um, levando a história a uma inevitável quebra de ritmo.

As situações e os diálogos se repetem interminavelmente. Por exemplo, conversas da protagonista com seu pai sobre o que estava acontecendo há pelo menos um dúzia durante a série. Fica demasiado para o espectador, sobretudo aquela que “maratona”a série, vendo os capítulo seguidos, de uma só vez.

Um ativo de HANNA é sua jovem protagonista, a atriz inglesa Esme Creed-Miles, em seu quinto filme, na idade de 19 anos, já vista em trabalhos como DARK RIVER e MISTER LONELY. Ela faz uma trabalho ótimo, sendo criança desamparada e, quase ao mesmo tempo, uma assassina treinada, em um papel bastante difícil. Se sai muito bem.

HANNA é uma boa série, repleta de temas e situações relevantes e dignas de serem vistas. Faltou a ela um degrau mais alto, que é reservado para os trabalhos superlativos.

HANNA, AMAZON PRIME VIDEO‘s new premium series is undoubtedly a big production, announced with great pomp and deserving attention, including by its great cast.

Bringing back the acting duo of the great American series THE KILLING, Joel Kinamann (the Swedish actor who is going up in series like ALTERED CARBON and HOUSE OF CARDS) and the great Texan actress Mireille Enos (WORLD WAR Z and THE CATCH), the series recounts the story of the girl who was raised from a covert operation of the American government. The story has already been told in Joe Wright‘s HANNA (2011) with Cate Blanchett, Saoirse Ronan and Eric Bana.

HANNA, the series suffers from a serious problem, quite common in the current series made for streaming: the exaggerated duration of the chapters and the number of episodes. If unlimited time has the advantage of giving writers and directors the possibility to delve deeply into themes and characters without time limitation, on the other hand it often generates a monotony and weariness of the viewer in accompanying “extended stories.”

The fight against this problem has been faced, for example in HOMECOMING, where each chapter had about forty minutes. HANNA has eight chapters of an hour each, leading the story to an inevitable break in rhythm.

Situations and dialogues repeat endlessly. For example, the protagonist’s conversations with her father about what was happening there are at least a dozen times during the series. It is too much for the viewer, especially the one who “marathon” the series, seeing the chapters in a row, all at once.

An asset of HANNA is its young protagonist, the English actress Esme Creed-Miles, in its fifth film, at the age of 19, already seen in works like DARK RIVER and MISTER LONELY. She does a great job, being a helpless child and, almost at the same time, a trained killer, in a rather difficult role. She does it very well.

HANNA is a good series, full of relevant themes and situations and worthy of being seen. It missed a higher step, which is reserved for superlative works.

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