IMPULSO ASSASSINO: Thriller Canadense Amontoa Clichês sobre Serial Killer e Perde Bom Argumento

IMPULSO ASSASSINO (WILLED TO KILL), thriller canadense de 2012, dirigido pelo cinesta Phillipe Gagnon (natural de Quebec) é um filme que coleciona os clichês sobre serial killers que fascinam o cinema há tantos anos.

Temos a policial linda e obcecada na caça de um assassino em série, os traumas do passado (ele denunciou o pai assassino anos atrás), o parceiro querido (um ex-namorado por quem a protagonista ainda é apaixonada mas que vai casar outra vez com uma menina que está grávida), um psiquiatra do departamento de polícia que parece esconder mais fatos do que revelar, um namorado novo que rapidamente se inscreve entre os suspeitos, os telefonemas do assassino para a policial, em cenas que não mostram seu rosto e assim por diante.

Você deve ter reconhecido nestes fatos, partes originalmente contantes de roteiros de clássicos do gênero, como INSTINTO SELVAGEM, COPYCAT, SEVEN, OS SETE PECADOS CAPITAIS, O SILÊNCIO DOS INOCENTES, o menos votado SEM VESTÍGIOS e muitos outros títulos do gênero.

A figura do serial killer fascina a literatura policial e o cinema desde sempre, iniciando com o personagem de Jack o Estripador, que já apareceu em centenas de filmes e séries.

O diretor Gagnon, figurinha constante de telefilmes canadenses traz como protagonista a linda americana Sarah Jane Morris, de BROTHERS AND SISTERS, SETE VIDAS e COYOTE UGLY. Ela dá vida à policial Karyn Michell, obstinada em capturar o assassino em série conhecido como Hades, que mata suas vítimas com um tiro à queima roupa e lhes grava um símbolo com uma faca.

O que era um argumento um tanto batido mas interessante, vira uma coleção de lugares comuns, onde os suspeitos vão caindo um a um até se revelar o grande vilão em um suposto twist final que o espectador mais acostumados ao gênero já descobriu bem antes.

IMPULSO ASSASSINO (disponível no AMAZON PRIME) poderia ter sido um belo thriller. Ficou pelo caminho.

WILLED TO KILL, Canadian thriller (2012), directed by Phillipe Gagnon (born in Quebec) is a film that collects the clichés about serial killers that have fascinated cinema for so many years.

We have the beautiful and obsessed police officer on the hunt for a serial killer, the traumas of her past (she denounced the killer father years ago), the beloved partner (an ex-boyfriend whom the protagonist is still passionate about but who is going to marry again with a girl who is pregnant), a police department psychiatrist who seems to hide more facts than revealing, a new boyfriend who quickly enrolls himself among the suspects, phone calls from the killer to the cop, in scenes that do not show his face, and so on.

You must have recognized in these facts, parts originally scripted of classics of the genre, such as BASIC INSTINCT, COPYCAT, SEVEN, SILENCE OF THE LAMBS, the least voted UNTREACEBLE and many other titles of the genre.

The serial killer has fascinated literature and filmmaking ever since, beginning with the character of Jack the Ripper, who has appeared in hundreds of films and series.

Director Gagnon, a leading Canadian television moviemaker, brings Sarah Jane Morris(BROTHERS AND SISTERS, SEVEN LIVES and COYOTE UGLY) as his main actress. She gives life to police officer Karyn Michell, intent on capturing the serial killer known as Hades, who kills her victims with a bullet and burns a symbol with a knife.

What was a rather beaten but interesting argument, it turns out to be a collection of common places where the suspects are falling one by one until it turns out to be the great villain in a supposed final twist that the spectator more accustomed to the genre already discovered well before.

WILLED TO KILL (available on AMAZON PRIME) could have been an excellent thriller. It stayed by the way.

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