OS ÚLTIMOS CAVALEIROS, do cineasta japonês Kazuaki Kiryia traz uma história de capa e espada de vingança contra um reinado déspota e totalitário. Ao contrário dos clássicos do gênero, como ROBIN HOOD, de Michael Curtiz, com Errol Flynn e Olivia de Havilland fica submetido a um tom dark bastante raro neste tipo de filme.

Clive Owen, ator inglês que conta com ótimos trabalhos em seu currículo, vive o cavaleiro Raiden, chefe de um grupo de guerreiros de elite que serve ao seu líder Bartok (Morgan Freeman). Quando as ideias de Bartok entram em choque com as decisões do Imperador (Payman Maadi (ator americano de origem iraniana) e do malévolo Pimeiro Ministro Geeza Mott (o norueguês Aksel Hennie), a guerra está estabelecida.

As consequências dos cavaleiros seguirem até o fim seus princípios e valores tem trágicas consequências. A partir daí, o filme vira mais uma história de vingança. Duas coisas o distanciam das narrativas comuns do G6enero: o tom absolutamente negativo da história (não há saída para os personagens) e o caráter internacional do elenco que dá uma certa universalidade interessante ao filme.

Um ponto a ser notado no filme, é o elenco feminino: todos os cavaleiros têm esposas que são personagens impoirtantes na trama. A ótima atriz iaraniana Shoreh Aghdasloo, a sul-coreana Si-yeon Park, a israelense Ayelet Zurer e a inglesa Hannah Rose Caton. São um time feminino de excelência.

Raramente os filmes de capa e espada têm narrativas e finais trágicos. Isto deixa o espectador mais com um gosto amargo de frustração que com o sentimento aventureiro que consagrou este gênero cinematográfico.

LAST KNIGHTS, by the Japanese filmmaker Kazuaki Kiryia brings a story of revenge against a despot and totalitarian reign. Unlike the classics of the genre, such as THE ADVENTURES OF ROBIN HOOD, by Michael Curtiz, with Errol Flynn and Olivia de Havilland gets subjected to a dark tone quite rare in this type of film.

Clive Owen, an English actor who has great work on his resume, lives the knight Raiden, head of a group of elite warriors who serves his leader Bartok (Morgan Freeman). When Bartok’s ideas clash with the Emperor’s decisions (Payman Maadi, Iranian-born American actor) and malevolent Prime Minister Geeza Mott (Norwegian Aksel Hennie), the war is established.

The consequences of knights following to the end their principles and values ​​have tragic consequences. From there on, the film turns into a revenge story. Two things distract him from the ordinary narratives of genre: the absolutely negative tone of the story (there is no way out for the characters) and the international character of the cast that gives some interesting universality to the film.

One other point to note in the film is the female cast: all knights have wives who are im-portant characters in the plot. Great Iranian actress Shoreh Aghdasloo, South Korean actress Si-yeon Park, Israeli Ayelet Zurer and English Hannah Rose Caton. They are a feminine team of excellence.

Sword films usually don’t have tragic narratives and endings. This one leaves the viewer more with a bitter taste of frustration than with the adventurous feeling that enshrined this specific cinematic genre.