TURMA DA MÔNICA – LAÇOS: Produção Esmerada e Divertida Atualiza Criações Imortais de Maurício de Souza

TURMA DA MÔNICA – LAÇOS, de Daniel Resende, o live action baseado nas eternas histórias em quadrinhos de Maurício de Souza consegue ser uma produção muito bem feita, com uma narrativa ágil, cumprindo perfeitamente seu objetivo (difícil) de transpor para a s telas o universo que se vê nos quadrinhos.

O tom divertido, alegre e colorido do filme – que não deixa de enfocar temas mais profundos e doloridos da infância – foi uma escolha mais do que certa de parte da equipe de produção.

A amizade, os primeiros olhares mais sensuais, a disputa pela liderança da turminha (aqui presente o atualíssimo empoderamento feminino), o valor da inteligência e da criatividade, o ambiente familiar, temas tão caros às HQs da Turma da Mônica marcam presença no filme.

Nem por isto, a história deixou para trás o medo (do cemitério, da floresta, do homen do saco, do maluco da floresta, de perder o cachorrinho, da turma da rua de cima etc.)

O elenco foi também outro ponto alto do filme. Não somente escolheram tipos bem parecidos com os das histórias, como optaram por meninos e meninas simpáticos o suficiente para “segurar” a ação durante pouco mais de 90 minutos. Os atores adultos (Rodrigo Santoro, Paulo Vilhena, Mônica Iozzi e Fafá Rennó) apoiam bem mas não tiram o protagonismo das crianças Cebolinha (Kevin Vechiatto), Mônica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira).

Acho que quem curtiu a Turma da Mônica (são gerações e gerações) vai gostar inevitavelemnet do filme. Mesmo que hoje vá assisitir como pais/mães e avós. Também éum mérito do filme despertar aquela ar de nostalgia da infância que se foi.

MONICA’S GROUP – TIES, by Daniel Resende, the live action based on Mauricio de Souza‘s eternal comics manages to be a very well done production, with an agile narrative, perfectly fulfilling its (difficult) objective of transposing to the screens the universe you see in comics.

The film’s fun, cheerful and colorful tone – which nevertheless focuses on deeper and more painful childhood themes – was a more than certain choice on the part of the production team.

Friendship, the first sensual glances, the battle for leadership of the gang (here present the very current female empowerment), the value of intelligence and creativity, the family environment, themes so dear to the comics of the Monica are present in the movie.

Not for that, the story has left behind the fear (of the cemetery, the forest, the man of the sack, the crazy man of the forest, of losing the puppy, the upper street gang etc.)

The cast was also another highlight of the movie. Not only did they choose types that were very similar to those in the stories, they opted for boys and girls who were friendly enough to “hold” the action for just over 90 minutes. The adult actors (Rodrigo Santoro, Paulo Vilhena, Monica Iozzi and Fafá Rennó) support well but do not take the lead from the children Cebolinha (Kevin Vechiatto), Monica (Giulia Benite), Magali (Laura Rauseo) and Cascão (Gabriel Moreira).

I think those who enjoyed Monica’s Group (generations and generations) will inevitably like the movie. Even though today we will watch as parents and grandparents. It is also a merit of the movie to arouse that air of childhood nostalgia that is gone.

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