LUTHER TEMPORADA 5: Série Policial Flagship da BBC Volta Tão Tensa e Cheia de Suspense como Sempre

LUTHER, o policial inglês magistralmente vivido pelo excelente ator Idris Elba já marcou a história nestas cinco temporadas como uma série policial completamente diferente das centenas de outras, inclusive da própria BBC. O protagonista – embora seja cheio de boas intenções – vive se envolvendo em situações extremas que o obrigam a uma agenda paralela ao trabalho de detetive para resolver os maiores problemas.

Começa pelo seu envolvimento com a maluquete Alice Morgan, uma psicopata brilhante que foi introduzida na Temporada Um, quando matou seus pais de forma particularmente cruel e sendo investigada por Luther e seus colegas, passou a ter uma paixão profunda pelo DCI que a queria prender a qualquer custo. Alice é um trabalho fascinante de Ruth Wilson, a atriz inglesa vencedora do Globo de Ouro por seu trabalho na série THE AFFAIR.

Nesta quinta temporada, ainda sob suspeita de seu chefe, o ótimo irlandês Dermot Crowley, Luther se vê investigando uma série de crueis assassinatos (só para variar) cometidos por um psicopata que veste uma máscara iluminada que impede sua filmagem pelas câmeras de segurança dos lugares onde comete os crimes. Hermione Norris e Enzo Silenti vivema dupla de vilões muito fora do normal em sua relação amorosa-psicótica-sexual-criminosa.

Para complicar ainda mais o quadro, Luther tem que lidar com um gângster poderoso que está atrás de Alice Morgan. Ele é Patrick Malahide, um George Cornelius fora de série.

Os roteiros de LUTHER não poupam surpresas aos espectadores, sacrificando de forma brutal e sem qualquer pudor personagens essenciais à trama que vão sendo eliminados pelos bandidos a granel, deixando Luther cada vez mais furioso e descontrolado.

Esta realidade de se ter um mocinho sob permanente pressão e violando a lei a cada ato, dá a Luther uma caráter de anti-herói raro de se ver nas séries de TV, absolutamente fascinante.

Tomara que a BBC volte a trazer LUTHER para mais histórias. É muito bom ver uma série desta qualidade de roteiro, produção e elenco, ainda mais sem qualquer temor de transgredir as regras típicas do gênero.

LUTHER, the masterly-lived English policeman by the great actor Idris Elba, has marked the history in these five seasons as a completely different police series from hundreds of others, including the BBC ones. The protagonist – full of good intentions – lives in extreme situations that force him into a parallel agenda to detective work to solve the biggest problems.

It starts with her involvement with the madoubout Alice Morgan, a brilliant psychopath who was introduced in Season One, when she killed her parents in a particularly cruelly way and being investigated by Luther and his colleagues, has a deep passion for the DCI. Alice is a fascinating work by Ruth Wilson, the English Golden Globe-winning actress for her work on THE AFFAIR.

In this fifth season, still under suspicion of his boss, the great Irishman Dermot Crowley, Luther finds himself investigating a series of cruel murders (just for a change) committed by a psychopath wearing a lighted mask that prevents him from filming on safety cameras of the places where he commit the crimes. Hermione Norris and Enzo silenti live a pair of very unusual villains in their love-psychotic-sexual-criminal relationship.

To complicate even more the matters, Luther has to deal with a powerful gangster chasing Alice Morgan. He is Patrick Malahide, an outstanding George Cornelius.

LUTHER‘s screenplay saves no surprises for viewers by brutally and shamelessly sacrificing plot-critical characters that are being eliminated by the outlaws, leaving Luther increasingly furious and out of control.

This reality of having a good guy under constant pressure and breaking the law with every act gives Luther a rare anti-hero character to behold on TV shows, absolutely fascinating.

Hopefully the BBC will bring LUTHER back for more stories. It’s great to see a series of this quality of script, production and cast, especially without any fear of breaking the typical rules of the genre.

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