BARBARELLA: 51 Anos Depois um Clássico Camp da Ficção Científica com Linguagem e Abordagem Altamente Inovadoras

Em 1968, o cineasta francês Roger Vadim se debruçou sobre as histórias em quadrinhos adultas do escritor Jean-Claude Forrest sobre uma astronauta mulher que vivia aventuras sexuais no espaço sideral e produziu e dirigiu BARBARELLA, um filme que mais de cinquenta anos depois permanece um clássico.

A esposa de Vadim na época, a atriz americana Jane Fonda (no auge de sua beleza) foi a escolhida para viver a protagonista na super produção de Dino de Laurentiis. Jane Fonda é uma das maiores atrizes de sua geração, tendo ganho dois Oscars (KLUTE, O PASSADO CONDENA e AMARGO REGRESSO), 7 Globos de Ouro, um Emmy, dois BAFTAs, duas Palmas de Ouro em Cannes e um David di Donatello. Filha da lenda Henry Fonda e irmã do mítico Peter Fonda (SEM DESTINO), Jane faz em BARBARELLA seu papel mais divertido, ercarnando sem medo a louquinha astronauta em suas aventuras sexuais pelo espaço.

A história mostra a missão de encontrar o cientista foragido Duran Duran (Milo O’Shea) e recuperar a pistola positrônica, uma arma que pode destruir a Terra. Imbuída de levar a termo sua missão, a agente Barbarella viaja em sua nave espacial para o Planeta Sogo. Lá vai encontrar um revolucionária que somente se interessa em sexo (David Hemmings), o anjo cego Pygar (John Phillip Law), a Rainha Negra (Anita Pallemberg magistral como uma ciumenta Rainha lésbica) e a máquina que mata pessoas levando-as ao orgasmo.

Feito no auge da década da libertação sexual, BARBARELLA tem um tom de comédia sexy típica dos anos sessenta, mais insinuando que mostrando, embora as situações sexuais exibidas sejam ousadísssimas para aquela época.

O cineasta Vadim, mesmo que tenha dirigido vários filmes famosos, como LA RONDE e DEUS CRIOU A MULHER, ficou mais conhecido por suas cinco esposas: Brigitte Bardot, Anette Stroyberg, Jane Fonda, Catherine Schneider e Marie-Christine Barrault. Vadim morreu em 2000.

Rever BARBARELLA, cinquenta anos depois de lançado revela uma obra ainda muito interessante, engraçada, meio ousada e meio ingênua, muito criativa e com um tom “camp” sempre presente nas muitas cores, cenários extravagantes, personagens malucos e um nonsense delicioso típico daquela década de contestação. Um clássico.

In 1968, French filmmaker Roger Vadim looked into writer Jean-Claude Forrest‘s adult comic books about a female astronaut who was having sexual adventures in outer space and produced and directed BARBARELLA, a film that more than fifty years later remains a classic.

Vadim’s wife at the time, American actress Jane Fonda (at the height of her beauty) was chosen to live the protagonist in Dino de Laurentiis megaproduction. Jane Fonda is one of the greatest actresses of her generation, having won two Oscars (KLUTE and COMING HOME), 7 Golden Globes, one Emmy, two BAFTAs, two Golden Palms at Cannes and one David di Donatello. Daughter of legend Henry Fonda and sister of mythical Peter Fonda (EASY RIDER), Jane plays BARBARELLA in her most entertaining role, fearlessly playing the crazy astronaut in her sexual adventures through space.

The screenplay shows the mission of finding fugitive scientist Duran Duran (Milo O’Shea) and retrieving the positronic pistol, a weapon that can destroy the earth. Imbued with completing her mission, Agent Barbarella travels on her spaceship to Planet Sogo. There you’ll find a revolutionary who is only interested in sex (David Hemmings), a blind angel Pygar (John Phillip Law), the Black Queen (Anita Pallemberg masterful as a jealous Lesbian Queen) and the machine that kills people through achieving several orgasms.

Made at the height of sexual liberation, BARBARELLA has a sexy sixties comedy tone, more insinuating than showing, although the sexual situations on display are very daring for that time.

Filmmaker Vadim, while directing several famous films such as LA RONDE and GOD CREATED WOMAN, was best known for his five wives: Brigitte Bardot, Anette Stroyberg, Jane Fonda, Catherine Schneider, and Marie-Christine Barrault. Vadim died in 2000.

Review BARBARELLA, fifty years after its release, reveals a still very interesting, funny, half-provocative and half-naive work, very creative and with a “camp” tone always present in the many colors, extravagant scenes, crazy characters and a delicious nonsense, typical of that decade of contestation. A classic.

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