BREATHLESS: Série Inglesa Sobre Hospital Tem Nome Célebre e Cast Inspirado

O app da PBS Masterpiece na Amazon prime Video traz uma série produzida pela ITV Inglesa, chamada BREATHLESS. O nome é o mesmo do eterno filme de Jean Luc Godard ACOSSADO, uma obra prima do cinema, depois refilmado (muito bem) pelo americano Jim McBride, igualmente com o título de BREATHLESS. Usar um nome ilustre da cinematografia já foi uma ousadia dos produtores desta série britânica.

Pois o BREATHLESS inglês é uma série de TV narrando as histórias de médicos e enfermeiras no início do século, em um hospital especializado no atendimento de mulheres, em Londres. Há problemas médicos, casamentos se realizando e se desfazendo, casos amorosos secretos (outros nem tanto), problemas familiares, madrugadas de apreensão, segredos do passado assombrando pessoas e mocinhos e vilões. Tudo como manda o roteiro de uma série dramática com médicos, como tantas existem.

Talvez os diferenciais de BREATHLESS – que a tornam agradável de ser vista – são os atores e atrizes britânicos, que acrescem um charme extra às idas e vindas do roteiro. A dupla central de atrizes, por exemplo, vinda do estrondoso sucesso de DOWTON ABBEY, Catherine Steadman e Zoe Boyle conseguem prender o espectador em todas as cenas que participam. Igualmente muito bem está o ator Jack Davenport (que fez um dos vilões da franquia PIRATAS DO CARIBE e o marido bissexual em WHY WOMEN KILL) no papel do médico Otto Powell, inglês até o fim, mesmo em meio a problemas criminais, amorosos e profissionais. Jamais perde a fleugma. ainda no elenco o ótimo escocês Iain Glenn (GAME OF THRONES), Joana Page, Natasha Little, Oliver Chris e Shaun Dingwall.

Séries de médicos, hospitais e enfermeiras existem às dezenas, algumas com sucessos impressionantes e duradouros, como E.R. e Grey’s Anatomy. Nunca foram muito a minha predileção. A honrosa exceção foi HOUSE, com Hugh Laurie, que vi várias vezes todos os episódios.

BREATHLESS tem o mérito de saber centrar pouco a ação nos problemas médicos e muito mais nos problemas pessoais. As intrigas e conflitos são muito mais das enfermeiras e médicos que dos pacientes propriamente. E as mulheres seguram a barra. São bem mais interessantes que os homens em cenas. Mais um acerto de BREATHLESS.

The PBS Masterpiece app on Amazon Prime Video features a series produced by ITV Inglesa, called BREATHLESS. The name is the same as the eternal film by Jean Luc Godard À BOUT DE SOUFFLE, a masterpiece of cinema, later remade (very well) by the American Jim McBride, also with the title BREATHLESS. Using an illustrious name in cinematography was once a bold step for the producers of this British series.

English BREATHLESS is a TV series narrating the stories of doctors and nurses at the beginning of the century, in a hospital specialized in caring for women, in London. There are medical problems, marriages taking place and falling apart, secret love affairs (others not so much), family problems, apprehension in the dawns, secrets of the past haunting people and good guys and villains. All as the script of a drama series with doctors, as so many exist.

Perhaps the differentials of BREATHLESS – which make it pleasant to be seen – are the British actors and actresses, who add extra charm to the comings and goings of the script. The central duo of actresses, for example, coming from the resounding success of DOWTON ABBEY, Catherine Steadman and Zoe Boyle manage to arrest the viewer in all the scenes they participate. Equally well is actor Jack Davenport (who played one of the villains in the PIRATES OF THE CARIBBEAN franchise and bisexual husband in WHY WOMEN KILL) in the role of doctor Otto Powell, English to the end, even in the midst of criminal, loving and professional problems. He never loses his phlegm. Still in the cast is the great Scotsman Iain Glenn (GAME OF THRONES), Joana Page, Natasha Little, Oliver Chris and Shaun Dingwall.

There are dozens of doctors, hospitals and nurses in existence, some with impressive and lasting successes, such as E.R. and Grey’s Anatomy. They were never my favorite. The honorable exception was HOUSE, with Hugh Laurie, which I saw all the episodes several times.

BREATHLESS has the merit of knowing how to focus action less on medical problems and much more on personal problems. Intrigues and conflicts are much more of nurses and doctors than of patients themselves. And women hold the bar. They are much more interesting than men in scene. Another hit from BREATHLESS.

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