VIVER E MORRER EM LOS ANGELES: Thriller Policial Belo e Violento na Cidade dos Anjos

VIVER E MORRER EM LOS ANGELES, de William Friedkin é um filme policial de 1985, que é igualmente espetacular em sua parte formal (fotografia, música e direção) com sua história cheia de adrenalina, com sequências de ação impressionantes do início ao final do filme.

Dois agentes do serviço secreto americano estão na pista de um pintor marginal que se dedica a fabricar dinheiro falso, com uma perfeição assustadora. Quando um deles é morto, passa a ser questão de honra do parceiro, apanhar seu assassino. Esta busca é mostrada em meio a perseguições de carro antológicas, planos mirabolantes de lado a lado, a mais impressionante sequencia da história do cinema sobre como fazer dinheiro falso, cenas de sexo calientes, tiroteios angustiantes e violentos e interpretado por um elenco mais do que inspirado.

Wlliam Petersen, um ator de teatro de Chicago que depois se notabilizou como o Guss Grissom de C.S.I., Willem Dafoe (impecável como o pintor e falsário Eric Masters que queima seus quadros), John Turturro (ótimo como sempre mesmo em início de carreira), John Pankow, Dean Stockwell, o pai do IRONMAN, Robert Downey Sr. e as belas e interessantes Debra Feuer e Darlane Fluegel.

William Friedkin, um cineasta de Chicago tem em sua carreira filmes famosos como O EXORCISTA, PARCEIROS DA NOITE e seu melhor trabalho (pelo qual ganhou o Oscar de Melhor Diretor), OPERAÇÃO FRANÇA. Aqui em VIVER E MORRER EM L.A. ele volta a surpreender fazendo um filme policial de alta adrenalina (como era o premiado), mas cheio de requintes formais insuspeitados.

A legendária crítica do THE NEW YORK TIMES, Janet Maslin, quando VIVER E MORRER EM LOS ANGELES estreou, em 1985, escreveu o seguinte: “Viver e Morrer em Los Angeles” é Friedkin no seu filme mais brilhante e fascinante, sem uma pitada de calor ou alma. Em seus próprios termos, é um sucesso considerável, embora seja um filme que sacrifica tudo no interesse do estilo. Tecnicamente, um drama policial, ” Viver e morrer em Los Angeles ” é uma coleção de imagens nítidas, arranques repentinos e chutes periódicos oportunos, projetados para manter a platéia alerta. Friedkin não pode dar profundidade emocional a esse tipo de coisa, mas certamente sabe como torná-la emocionante.”

VIVER E MORRER EM LOS ANGELES é um ótimo thriller, cheio de ação e muito bonito de se ver por mostrar uma Los Angeles raramente vista, belíssima em sua personalidade desértica e violenta.

TO LIVE AND DIE IN L.A., by William Friedkin is a 1985 thriller, which is equally spectacular in its formal part (photography, music and direction) as in its adrenaline-fueled story, with impressive action sequences from the beginning to the end of the film .

Two agents of the American secret service are on the trail of a marginal painter who is dedicated to making fake money with frightening perfection. When one of them is killed, it becomes a matter of honor for the partner to catch his killer. This search is shown in the midst of anthological car chases, crazy plans from side to side, the most impressive sequence in the history of cinema about how to make fake money, hot sex scenes, harrowing and violent shootings and played by a cast more than inspired.

Wlliam Petersen, a Chicago theater actor who later became known as CSI’s Guss Grissom, Willem Dafoe (impeccable as the painter and forger Eric Masters who burns his paintings), John Turturro (great as always even in his early career), John Pankow, Dean Stockwell, the father of IRONMAN, Robert Downey Sr. and the beautiful and interesting Debra Feuer and Darlane Fluegel.

William Friedkin, a filmmaker from Chicago has in his career famous films like THE EXORCIST, CRUISING and his best work (for which he won the Oscar for Best Director), THE FRENCH CONNECTION. Here in TO LIVE AND DIE IN L.A. he surprises again by making a high-adrenaline thriller (as in THE FRENCH CONNECTION), but full of unsuspected formal refinements.

The legendary THE NEW YORK TIMES reviewer, Janet Maslin, when LIVING AND DYING IN LOS ANGELES debuted in 1985, wrote the following: ”To Live and Die in L.A.” is Mr. Friedkin at his glossiest, a great-looking, riveting movie without an iota of warmth or soul. On its own terms, it’s a considerable success, though it’s a film that sacrifices everything in the interests of style. Technically a police drama, ”To Live and Die in L.A.” is a collection of crisp images, sudden starts and well-timed, periodic kicks designed to keep an audience on its toes. Mr. Friedkin can’t give this kind of thing any emotional depth, but he certainly knows how to make it exciting”

TO LIVE AND DIE IN L.A. is a great thriller, full of action and very beautiful to see for showing a Los Angeles rarely seen, beautiful in its desert and violent personality.

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