BARBRA STREISAND, 78 ANOS: Diretora, Atriz e Cantora

Hoje, 24 de abril de 2020, Barbra Streisand está fazendo 78 anos. Sua carreira no entretenimento (muito mais que no cinema) já garantiu um lugar eterno na história. A artista nascida em Nova Iorque ganhou 2 Oscars, 8 Globos de Ouro, 3 EMMY Awards, 2 David di Donatello, 7 GRAMMYs e 5 People Choice Awards. Fez muitos papeis em filmes históricos como YENTL, NASCE UMA ESTRELA, NOSSO AMOR DE ONTEM, FUNNY GIRL e FUNNY LADY.

Na minha opinião, o melhor filme dela é o drama rasgado O PRÍNCIPE DAS MARÉS, que ela rodou em 1991, a partir de uma novela de Pat Conroy. Uma psiquiatra top de Nova Iorque (Susan Lowenstein) tem uma paciente internada por uma tentativa de suicídio (Mellinda Dillon) e passa a ter sessões com o irmão dela, o treinador de futebol americano Tom Wingo, melhor trabalho de Nick Nolte no cinema.

Os problemas que ela tem em seu casamento com um violinista clássico ególatra (Jeroen Krabbe) e com o filho adolescente contestador Jason Gould (filho de Barbra e do ator Elliot Gould) fazem ser estabelecida uma relação de troca entre terapêuta e paciente, enfocada de forma lírica por Streisand.

Com primorosos trabalhos do maestro James Newton Howard, do diretor de fotografia Stephen Goldblatt e do editor Don Zimmerman, O PRÍNCIPE DAS MARÉS é um belíssimo drama sobre segredos familiares, interação e traumas do passado e presente, isolamento, depressão, amor e solidariedade.

A legendária crítica de cinema do THE NEW YORK TIMES, Janet Maslin escreveu sobre o filme: “Nada sobre a atuação ou direção anterior de Barbra Streisand é uma preparação para o manejo especializado de “O Príncipe das Marés”, que foi reduzido do romance hiperbólico de Pat Conroy a um filme que é gratificante. Discrição e reserva não são as primeiras qualidades que vêm à mente sobre o trabalho da Sra. Streisand, mas elas estão muito em evidência neste momento. Assim é o estilo francamente emocional com o qual ela é mais frequentemente associada, um estilo perfeitamente sintonizado com a história complexa e emocionante deste filme. “O Príncipe das Marés” marca o excelente trabalho triunfante de Streisand em localizar os elementos mais importantes da história e fazê-los ganhar vida na tela.

Já vi várias vezes O PRÍNCIPE DAS MARÉS. Recomendo o filme como um drama maravilhosamente bem feito.

Today, April 24, 2020, Barbra Streisand is turning 78. Her career in entertainment (much more than in cinema) has already secured an eternal place in history. The New York-born artist won 2 Oscars, 8 Golden Globes, 3 EMMY Awards, 2 David di Donatello, 7 GRAMMYs and 5 People Choice Awards. He played many roles in historical films like YENTL, A STAR IS BORN, THE WAY WE WERE, FUNNY GIRL and FUNNY LADY.

In my opinion, her best film is the ripped drama THE PRINCE OF TIDES, which she shot in 1991, from a novel by Pat Conroy. A top New York psychiatrist (Susan Lowenstein) has a patient hospitalized for a suicide attempt (Mellinda Dillon) and goes on to have sessions with her brother, football coach Tom Wingo, Nick Nolte‘s best film work.

The problems she has in her marriage to an self centered classical violinist (Jeroen Krabbe) and to the defiant adolescent son Jason Gould (son of Barbra and actor Elliot Gould) lead to an exchange relationship between therapist and patient, focused lyric by Streisand.

With exquisite work by maestro James Newton Howard, director of photography Stephen Goldblatt and editor Don Zimmerman, THE PRINCE OF TIDES is a beautiful drama about family secrets, interaction and trauma from the past and present, isolation, depression, love and solidarity.

The legendary THE NEW YORK TIMES film critic Janet Maslin wrote of the film: “Nothing about Barbra Streisand’s previous acting or direction is preparation for her expert handling of “The Prince of Tides,” which has been pared down from Pat Conroy’s sprawling, hyperbolic novel to a film that is gratifyingly lean. Discretion and reserve are not the first qualities that come to mind about Ms. Streisand’s work, yet they are very much in evidence this time. So is the frankly emotional style with which she is more often associated, a style perfectly attuned to this film’s complex, stirring story. “The Prince of Tides” marks Ms. Streisand’s triumphantly good job of locating that story’s salient elements and making them come alive on the screen.”

I have seen the THE PRINCE OF TIDES several times. I recommend the film as a wonderfully well done drama.

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