HARRY: Uma Série da Nova Zelândia Narra uma Caçada Policial e o Preconceito Racial

A Nova Zelândia tem uma cinematografia pouco conhecida por aqui. Raramente uma produção daquele País fura o bloqueio da distribuição. Encontrei na Apple TV+ a série HARRY, dos cineastas Peter Burger (alemão) e Christopher Dudman (New Zeland), um thriller policial bem interessante.

Um policial da área de Crimes Violentos – que recentemente foi reintegrado depois da morte de sua esposa – passa a investigar uma série de crimes violentos cometidos por um grupo de marginais usuários de drogas.

O ótimo ator irlandês Sam Neil (JURASSIC PARK) faz o DSS Jim Stockton o chefe da unidade que faz uma verdadeira caçada humana depois do assassinato de um caixa de banco.

Paralelamente, o DS Harry Anglesea (de origem da Samoa) – vivido pelo produtor, roteirista e ator Oscar Kightley (igualmente natural de Samoa) – tem que lidar com os traumas da morte da esposa e com os desacertos de sua filha adolescente cheia de problemas na escola seja por sua origem étnica seja pelo bullying sofrido de colegas brancas.

Expor o preconceito racial que pessoas de cor, originárias da Samoa sofrem em sua vida e em seu trabalho, dá à série uma triste universalidade muito interessante de ser analisada. A Samoa Ocidental é uma das ilhas da Polinésia, de onde vêm os samoanos, mestiços altamente discriminados na Nova Zelândia.

São seis capítulos em que os policiais buscam, em primeiro lugar prender os assaltantes e, em um segundo momento, encontrar provas que viabilize as suas condenações.

Gostei de ver HARRY, meio thriller, meio noir. Uma história policial desolada e deprimida, mas muito bem contada.

New Zealand has a little-known cinematography here. Rarely does a production in that country break the distribution block. The LORD OF THE RINGS trilogy is an example. I found on Apple TV + the HARRY series, by filmmakers Peter Burger (German) and Christopher Dudman (New Zeland), a very interesting police thriller.

A police officer in the area of ​​Violent Crimes – who was recently reinstated after the death of his wife – goes on to investigate a series of violent crimes committed by a group of marginal drug users.

The great Irish actor Sam Neil (JURASSIC PARK) makes DSS Jim Stockton the head of the unit who does a real human hunt after the murder of a bank teller.

At the same time, DS Harry Anglesea (from Samoa) – played by producer, screenwriter and actor Oscar Kightley (equally Samoa) – has to deal with the trauma of his wife’s death and the troubles of his troubled teenage daughter. at school either because of their ethnic origin or because of the bullying suffered by white colleagues.

Exposing the racial prejudice that people of color, originally from Samoa suffer in their life and work, gives the series a very interesting universality to be analyzed. Western Samoa is one of the islands of Polynesia, where Samoans, highly discriminated mestizos in New Zealand, come from.

There are six chapters in which the police seek, firstly, to arrest the assailants and, in a second moment, to find evidence to make their convictions feasible.

I enjoyed seeing HARRY, half-thriller, half-noir. A desolate and depressed police story, but very well told.

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