FRANKENSTEIN: Peça de Danny Boyle no National Theater Traz Benedict Cumberbacht em Trabalho Impressionante

Assisti no site do National Theater a adaptação teatral que o cineasta inglês Danny Boyle (TRANSPOITTING e SLUMDOG MILLIONAIRE) fez da obra imortal da escritora Mary Shelley, FRANKENSTEIN. Em primeiro lugar, cabe dizer que as filmagens e a apresentação são impressionantes.

Boyle revezou os atores Benedict Cumberbacht (o Sherlock da BBC) e Johnny Lee Miller (o Sherlock da série americana ELEMENTARY) nos papeis do monstro e do Dr. Viktor Frankenstein a cada noite. A versão que é exibida no site é aquele em que Benedict faz o papel do monstro. De forma maravilhosa diga-se de passagem. Os dez minutos iniciais da peça, nos quais o monstro ganha vida, rompe a bolsa onde está e sai pelo palco tentando se erguer são angustiantes, impressionantes e inesquecíveis. Cumberbacht é um ator muito acima da média.

A peça toda se desenvolve em um tom trágico, com iluminação e música pensados para impactar os espectadores, trazendo-os para a história do médico que cria um ser a partir de pedaços de cadáveres e lhe dá vida pela eletricidade.

O texto clássico de Mary Shelley – que já tem suficientes elementos de fascínio – ganha ainda mais peso com a releitura de um criativo, ousado e brilhante Danny Boyle.

Não é um espetáculo fácil de ser visto, mas é uma obra de arte que envolve talentos maravilhosos no ofício de escrever, dirigir e interpretar.

O jornal THE GUARDIAN fez uma matéria sobre a extraordinária receptividade de FRANKENSTEIN, a peça, pelos jornalistas ingleses: “Os 10 minutos iniciais são impressionantes”, diz Henry Hitchings no Standard, definindo o cenário. “Eles são tão atmosféricos quanto o teatro já chegou. Quando a Criatura nua emerge de um útero de papel, ele se contorce espetacularmente. Lentamente ele se ajusta ao ambiente e seu compromisso com o mundo é emocionante.” Charles Spencer, do Telegraph, concorda: “Na melhor das hipóteses”, ele escreve, “não há dúvida de que Frankenstein é o programa mais visceralmente emocionante e visualmente deslumbrante da cidade”. Até Patrick Marmion, do Mail, consegue não se ofender em todos os órgãos genitais em exibição. “Apesar de todo o hype, o programa não decepciona”, ele se entusiasma. “Boyle dirige o clássico gótico como uma criança em uma loja de brinquedos”. Ao debater os méritos comparativos de Cumberbatch e Miller, que interpretam Frankenstein e sua criatura em noites alternadas, a única batalha parece ser sobre qual deles é mais fabuloso. “É uma performance surpreendente … A Criatura de Cumberbatch é inesquecível”, diz Michael Billington, que geralmente não é dado a essa hipérbole. Até mesmo Paul Taylor, que é, ainda consegue elogiar Miller em 19ª marcha: “[Ele] nos leva ainda mais a essa sensação”, diz Taylor, “[com] um balé de convulsões espasmódicas do bípede estressante e tenso. e sensibilidade eletrocutada “. Em Bloomberg – Bloomberg! Warwick Thompson tenta resolver as coisas. “Eu vi os dois”, diz ele, “e a palma vai – por uma margem – para Cumberbatch. Miller dota a Criatura de pathos e coração, e ele é fisicamente empolgante de assistir. Cumberbatch, no entanto, traz maior alcance e profundidade: ele pode ser divertido e cruel … [Embora] qualquer que seja a liderança que você vê, você está em um deleite. “

FRANKENSTEIN, a peça, é uma joia rara, disponível para ser vista no site do National Theater. Duas horas de puro encantamento. É de não perder.

I watched on the National Theater website the theatrical adaptation that English filmmaker Danny Boyle (TRANSPOITTING and SLUMDOG MILLIONAIRE) made of the immortal work of writer Mary Shelley, FRANKENSTEIN. First of all, it should be said that the filming and presentation are very impressive.

Boyle took turns with actors Benedith Cumberbacht (the BBC’s Sherlock) and Johnny Lee Miller (the American ELEMENTARY Sherlock) in the roles of the monster and Dr. Viktor Frankenstein each night. The version that is displayed on the website is the one in which Benedith plays the role of the monster. In a wonderful way, we need to say. The opening ten minutes of the play, in which the monster comes alive, breaks the uterus where he is and goes out on the stage trying to get up are distressing, impressive and unforgettable. Cumberbacht is a much above average actor.

The whole piece is developed in a tragic tone, with lighting and music designed to impact viewers, bringing them into the history of the doctor who creates a being from pieces of corpses and gives it life through electricity.

Mary Shelley‘s classic text – which already has enough elements of fascination – gains even more weight with the retelling of a creative, bold and brilliant Danny Boyle.

It is not an easy show to be seen, but it is a work of art that involves wonderful talents in the craft of writing, directing and interpreting.

THE GUARDIAN did an article about the extraordinary receptivity of FRANKENSTEIN, the play, by English journalists:

“The opening 10 minutes are stunning,” says Henry Hitchings in the Standard, setting the scene. “They are as atmospheric as theatre ever gets. When the naked Creature emerges from a papery womb, he writhes spectacularly. Slowly he adjusts to his surroundings, and his tentative engagement with the world is thrillingly conveyed.” Charles Spencer in the Telegraph agrees: “At its best,” he writes, “there is no doubt that Frankenstein is the most viscerally exciting and visually stunning show in town.” Even the Mail’s Patrick Marmion manages not to take umbrage at all the genitals on display. “Despite all the hype, the show does not disappoint,” he enthuses. “Boyle directs the gothic classic like a kid in a toy shop.”Advertisement

In debating the comparative merits of Cumberbatch and Miller, who play Frankenstein and his creature on alternate nights, the only battle seems to be over which of them is more fabulous. “It is an astonishing performance … Cumberbatch’s Creature is unforgettable,” says Michael Billington, who is not usually given to such hyperbole. Even Paul Taylor, who is, still manages to crank his praise for Miller into 19th gear: “[He] takes us further into the feeling,” Taylor says, “[with] a flailing, straining L-plate biped’s ballet of spasmodic convulsions and electrocuted sensitivity.”

On Bloomberg – Bloomberg! – Warwick Thompson tries to settle things. “I saw both,” he says, “and the palm goes – by a margin – to Cumberbatch. Miller endows the Creature with pathos and heart, and he is physically exciting to watch. Cumberbatch, however, brings greater range and depth: he can be both funny and vicious… [Although] whichever of the leads you see, you’re in for a treat.”

FRANKENSTEIN, the play, is a rare jewel, available to be seen on the National Theater website. It is not to be missed.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.