007 VIVA E DEIXE MORRER: Roger Moore, Paul McCartney e Humor Chegam à Franquia de James Bond

Em 1973, a franquia 007 James Bond teve uma guinada expressiva. O diretor francês Guy Hamilton foi convocado pelos produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman para fazer a primeira aventura de 007 com o ator inglês Roger Moore. Moore tinha em seu currículo três séries de TV bem famosas: IVANHOÉ, O SANTO e PERSUADERS.

Com 1,86m de altura e um sotaque inglês impecável, Roger Moore deu ao personagem um tom de humor muito diferente das aventuras anteriores do escocês Sean Connery. Embora todos os filmes de 007 tenham a ironia e um humor britânico como característica, os filmes estrelados por Moore são de longe, os mais próximos da comicidade, com cenas absolutamente irreais e feitas para despertar risadas da plateia.

VIVA E DEIXA MORRER tem várias notas positivas a registrar. A história de 007 investigando a morte de agentes britânicos na Jamaica, ligadas ao Vodoo e a um magnata das drogas levou James Bond – como sempre – a locais exóticos e ao encontro de mulheres maravilhosas. Neste sentido, a ótima atriz inglesa Jane Seymour marcou presença como Solitaire, uma das melhores Bond Girls de todos os tempos, uma feiticeira virgem que advinha o futuro.

Aliás o elenco de VIVA E DEIXE MORRER é outro destaque do filme: Além de Moore e Seymour, temos o ótimo ator novaiorquino Yaphet Kotto, David Hedison (o eterno Capitão Lee Crane de VIAGEM AO FUNDO DO MAR), Bernard Lee, Louis Maxwell, Julius Harris (o vilão da mão em gancho), Clifton James (como o Xerife Pepper) e Geoffrey Holder.

A canção tema do filme é uma obra prima de Paul McCartney, cantada por ele e Linda McCartney, a eterna LIVE AND LET DIE. Há uma cena antológica: o salto de 007 sobre vários crocodilos, quando deixado para morrer na fazenda de Mr. Kananga.

VIVA E DEIXE MORRER está entre os meus filmes favoritos de 007 e é certamente o melhor de todos os estrelados por Roger Moore.

In 1973, the 007 James Bond franchise took an expressive turn. French director Guy Hamilton was summoned by producers Albert R. Broccoli and Harry Saltzman to do the first 007 adventure with English actor Roger Moore. Moore had three very famous TV series on his resume: IVANHOE, THE SAINT and PERSUADERS.

At 1.86m tall and with an impeccable English accent, Roger Moore gave the character a tone of humor very different from the previous adventures of Scotsman Sean Connery. Although all 007 films have irony and British humor as a feature, the films starring Moore are by far the closest to comedy, with absolutely unreal scenes and made to make the audience laugh.

LIVE AND LET DIE has several positive notes to record. The 007 story investigating the deaths of British agents in Jamaica, linked to Vodoo and a drug tycoon took James Bond – as always – to exotic locations and to meet wonderful women. In this sense, the great English actress Jane Seymour was present as Solitaire, one of the best Bond Girls of all time, a virgin witch who predicted the future.

Incidentally the cast of LIVE AND LET DIE is another highlight of the film: In addition to Moore and Seymour, we have the great New York actor Yaphet Kotto, David Hedison (the eternal Captain Lee Crane OF VOYAGE TO THE BOTTOM OF THE SEA), Bernard Lee, Louis Maxwell, Julius Harris (the villain of the hooked steel hand), Clifton James (as Sheriff Pepper) and Geoffrey Holder.

The theme song of the film is a masterpiece by Paul McCartney, sung by him and Linda McCartney, the eternal LIVE AND LET DIE. There is an anthological scene: the jump of 007 over several crocodiles, when left to die on Mr. Kananga’s farm.

LIVE AND LET IT DIE is among my favorite 007 films and is certainly the best of all starring Roger Moore.

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