SEQUESTRO SEM PROVAS: Telefilme Canadense com a Estrela de FLASHDANCE

Jennifer Beals é uma atriz interessante. Surgiu como uma estrela no musical FLASHDANCE, que Adrian Lyne dirigiu em 1983, vivendo Alex, uma jovem operária que ambicionava uma carreira como dançarina. Embora tenha sido dublada nas principais cenas de dança do filme, como o teste para a escola de dança, Beals fez um enorme sucesso. Acho que a extraordinária trilha sonora do filme teve papel decisivo em catapultar seu sucesso.

Depois ela fez escolhas de carreira muito duvidosa, como filmes bem ruins, como A PROMETIDA e OS ÚLTIMOS EMBALOS DA DISCO. Sumida, voltou aos holofotes na rumorosa série THE L WORD, entre 2004 e 2009, onde vivia uma das protagonista Bette Porter.

Neste final de semana me deparei com um telefilme canadense de 2006, intitulado SEQUESTRO SEM PROVAS, dirigido pelo cineasta John Stead, um conhecido diretor de dublês do cinema americano. Está no HULU.

Um agente especial do FBI é designada para investigar o desaparecimento de uma menina filha de um casal de milionários cuja empresa está próxima de fazer um IPO. O diretor fez uma escolha curiosa. O filme inicial pela cena final, onde o FBI confronta o sequestrador e volta ao inicio da história para narrar como se chegou às cenas exibidas no começo do filme. Foi um recurso criativo bem utilizado que de alguma forma aumentou o suspense em torno do desfecho.

Jennifer Beals é a agente Jennifer Back (Nome ilustrativo). Na minha opinião não precisava a história paralela pela qual a agente tens dons mediúnicos ao tocar coisas e pessoas envolvidas no caso.

O filme acaba com o já habitual twist do roteiro mas confesso que desta vez acho que souberam esconder bem o “segredo”do final da trama. Telefilme padrão.

Jennifer Beals is an interesting actress. She emerged as a star in the musical FLASHDANCE, which Adrian Lyne directed in 1983, living Alex, a young worker who aspired to a career as a dancer. Although she was dubbed in the main dance scenes of the film, as the audition for the dance school, Beals was a huge success. I think the film’s extraordinary soundtrack played a decisive role in catapulting its success.

Then she made very dubious career choices, like very bad films, like THE PROMISED and THE LAST DAYS OF DISCO. Missing, she returned to the spotlight in the noisy series THE L WORD, between 2004 and 2009, where one of the protagonists Bette Porter lived.

This weekend I came across a Canadian telefilm from 2006, entitled TROUBLED WATERS, directed by filmmaker John Stead, a well-known stunt director in American cinema. It’s at HULU.

An FBI special agent is assigned to investigate the disappearance of a girl daughter of a couple of millionaires whose company is close to making an IPO. The director made a curious choice. The initial film by the final scene, where the FBI confronts the kidnapper and returns to the beginning of the story to narrate how the scenes shown at the beginning of the film were arrived at. It was a well-used creative resource that somehow increased the suspense around the outcome.

Jennifer Beals is agent Jennifer Back (Illustrative name). In my opinion there was no need for the parallel story by which the agent has mediumistic gifts when touching things and people involved in the case.

The film ends the usual twist of the script but I confess that this time I think they knew how to hide the “secret” of the end of the plot well. Standard television movie.

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