O GRANDE ENGANO: Um Detetive Particular e Seus Valores

Já escrevi aqui que um olhar sobre a filmografia do ator americano Richard Dreyfuss mostra uma incrível quantidade de ótimos filmes. Claro que tem os “musts”JAWS e CONTATOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU, ambos de Steven Spielberg.

Mas entre as dezenas de filmes acima da média, há um pequeno filme do qual gosto muito, chamado O GRANDE ENGANO, que o cineasta Jeremy Paul Kagan fez em 1978. Dreyfuss é Moses Wine, um ex-ativista de esquerda dos anos 60 em Berkeley, que fracassou na vida e abriu uma agência de detetives. Trabalhando como P.I. ele vive de pequenos casos esporádicos. Até que um dia, uma antiga paixão dos tempos de ativismo o contrata para investigar problemas na campanha leitoral do candidato a governador Miles Hawthorne. O popular caso de “meter o nariz onde não é chamado”.

Um elenco maravilhoso que, além de Dreyfuss, tinha Susan Anspach, Bonnie Bedelia, John Lithgow, F. Murray Abraham, Fritz Weaver, Ofelia Medina e Nicolas Coster.

Kagan, a partir do roteiro do escritor Roger L. Simon (baseado em seu próprio livro), fez uma história maravilhosa em que os princípios anarquistas da década de 60 que o protagonista e sua namorada defenderam quando universitários conflitam a todo momento com ambições por poder e dinheiro na campanha eleitoral do governador.

Há um notável sentimento de nostalgia e desencanto na história. Valores ou ganhos? Princípios ou sucesso? Moses Wine tem que fazer suas escolhas.

O filme, embora seja profundo e dramático, tem piadas maravilhosas. Por exemplo, o gesso no braço direito do detetive ganha uma explicação diferente dele a cada vez que alguém pergunta o que houve. São verdadeiras “gags” memoráveis.

Não é fácil encontrar O GRANDE ENGANO para revê-lo. Só achei num dos apps de filmes dos anos 70 da Amazon Prime Video. Valeu muito a pena.

I already wrote here that a look at the filmography of American actor Richard Dreyfuss shows an incredible amount of great films. Of course there are musts like JAWS and CLOSE ENCOUNTERS OF THE THIRD KIND, both by Steven Spielberg.

But among the dozens of above average films, there is a small film that I really like, called THE BIG FIX, that filmmaker Jeremy Paul Kagan made in 1978. Dreyfuss is Moses Wine, a former leftist activist from the years 60 in Berkeley, which failed in life and opened a detective agency. Working as a P.I. he lives on sporadic small cases. Until one day, an old passion from the days of activism hires him to investigate problems in the campaign campaign for governor candidate Miles Hawthorne. The popular case of “stick your nose where it is not called”.

A wonderful cast that, in addition to Dreyfuss, had Susan Anspach, Bonnie Bedelia, John Lithgow, F. Murray Abraham, Fritz Weaver, Ofelia Medina and Nicolas Coster.

Kagan, based on the script by writer Roger L. Simon (based on his own book), made a wonderful story in which the anarchist principles of the 60s that the protagonist and his girlfriend defended when university students constantly conflict with ambitions for power and money in the governor’s election campaign.

There is a remarkable feeling of nostalgia and disenchantment in the story. Philosophy or earnings? Principles or success? Moses Wine has to make his choices.

The film, although deep and dramatic, has wonderful jokes. For example, the cast on the detective’s right arm gets a different explanation from him every time someone asks what happened. They are truly memorable gags.

It is not easy to find THE BIG FIX to review it. I only found it in one of the movie apps of the 70s from Amazon Prime Video. It was really worth it.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.