MUITO ALÉM DO JARDIM: Um Filme Cult Para Ser Visto Sempre

Um dos meus filmes favoritos da década de 70 é o clássico MUITO ALÉM DO JARDIM (BEING THERE), que o cineasta Hal Ashby criou com extremas sensibilidade e criatividade. É uma fábula cinematográfica inesquecível.

Peter Sellers (mais um “melhor trabalho” dele) vive o jardineiro Chance, um homem simples com problemas mentais que acidentalmente vai ganhando influência com pessoas poderosas em Washington D.C. em face da simplicidade com que vê a vida e o humanismo de seu comportamento.

No elenco, com Sellers estão um notável Melvyn Douglas, Shirley McLane, Jack Warden, Richard Basehart (o eterno almirante Nelson) e Jack Warden, como o Presidente Americano.

Hal Ashby conquistou um lugar definitivo em minha memória com MUITO ALÉM DO JARDIM. Mas ele fez ENSINA-ME A VIVER, A ÚLTIMA MISSÃO, SHAMPOO e ESTA TERRA É MINHA TERRA, todos filmes cheios de sentimentos e humanismo.

Embora tenha ganho o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, os Globos de Ouro de Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante e os BAFTAS de Melhor Ator e Melhor Roteiro (uma obra prima do escritor e ator polonês Jerzy Kosinsky, entre os melhores que já vi), considero que BEING THERE deveria ser mais lembrado como um filme clássico.

Feito no final de uma década em que o mundo e a América tiveram que discutir valores profundamente, BEING THERE é uma lição de vida. E um definitivo cult movie fascinante de se ver e saborear.

One of my favorite films from the 70s is the classic BEING THERE, which the filmmaker Hal Ashby created with extreme sensitivity and creativity. It is an unforgettable cinematic fable.

Peter Sellers (another “best job” by him) lives the gardener Chance, a simple man with mental problems who accidentally gains influence with powerful people in Washington DC in the face of the simplicity with which he sees the life and humanism of his behavior.

In the cast, with Sellers are a notable Melvyn Douglas, Shirley McLane, Jack Warden, Richard Basehart (the eternal admiral Nelson) and Jack Warden, as the American President.

Hal Ashby won a definitive place in my memory with BEING THERE. But he did HAROLD AND MAUDE, THE LAST MISSION, SHAMPOO and BOUND FOR GLORY, all films full of feelings and humanism.

Although he won the Oscar for Best Supporting Actor, the Golden Globes for Best Actor and Best Supporting Actor and the BAFTAS for Best Actor and Best Screenplay (a masterpiece by Polish writer and actor Jerzy Kosinsky, among the best ever vi), I believe that BEING THERE should be remembered more as a classic film.

Made at the end of a decade in which the world and America had to discuss values ​​deeply, BEING THERE is a lesson in life. And a definitive fascinating cult movie to watch and enjoy.

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