O PODEROSO CHEFÃO, CODA: A MORTE DE MICHAEL CORLEONE

Entrou em cartaz nos cinemas americanos (os poucos abertos) e foi lançado em Bluray GODFATHER, CODA: THE DEATH OF MICHAEL CORLEONE, a revisão que Francis Ford Coppola, depois de 30 anos do lançamento fez de O PODEROSO CHEFÃO III.

Confesso que sou das pessoas que mais gosta de O PODEROSO CHEFÃO III. Lembro que na época do lançamento (vi o filme no Cine Comodoro em São Paulo, a maior tela de cinema fora as salas IMAX) e sai do cinema simplesmente hipnotizado. Achei o opus III da Família Corleone uma tragédia impressionante, uma verdadeira ópera do cinema.

Por isto, me decepcionei quando li as críticas que afirmavam ser o pior filme da trilogia, massacravam a atuação da jovem Sofia Coppola (no papel essencial de Mary Corleone). Sofia deu a volta por cima, estabelecendo uma das mais bem sucedidas carreiras de cineasta da atualidade, com filmes maravilhosos e extremamente autorais.

Apenas para se ter uma ideia, o Washington Post escreveu sobre o filme na época: “o filme não é apenas uma decepção, é um fracasso de proporções devastadoras, que “mancha o que veio antes”.

Claro que a falta de Robert Duvall (que vivia o icônico advogado Tom Hagen) por questões salariais foi gigante, mas o elenco, além de Pacino e Sofia, tinha Diane Keaton, Talia Shire, Andy Garcia, George Hamilton, Elli Wallach, Joe Mantegna, Bridget Fonda, Raff Vallone (um canastrão de fato) e Helmut Berger. Uma verdadeira seleção de atores.

E há a cena do grito mudo de Michael na escadaria da Ópera. É uma cena que vale o filme.

A atual versão CODA tem 17 minutos a menos que a lançada nos cinemas. Mesmo assim, são 2h47min. O título presta homenagem ao título original do livro de Mario Puzzo. CODA é um termo musical relativo ao fechamento de uma peça.

O mínimo que posso dizer é que estou louco para ver este GODFATHER, CODA.

It was released in American theaters (the few open) and was released in Bluray GODFATHER, CODA: THE DEATH OF MICHAEL CORLEONE, the review that Francis Ford Coppola, after 30 years of the release, made of THE POWERFUL CHEFÃO III. / p>

I confess that I am one of the people who most likes THE MIGHTY CHEFÃO III. I remember that at the time of the release (I saw the film at Cine Comodoro in São Paulo, the largest cinema screen outside the IMAX rooms) and left the cinema simply mesmerized. I found the opus III of the Corleone Family to be an impressive tragedy, a true cinema opera.

For this reason, I was disappointed when I read the reviews that claimed to be the worst film in the trilogy, but massacred the performance of young Sofia Coppola (in the essential role of Mary Corleone). Sofia went over the top, establishing one of the most successful filmmaking careers today, with wonderful and extremely authoritative films.

Just to give you an idea, the Washington Post wrote about the film at the time: “the film is not just a disappointment, it is a failure of devastating proportions, which” tarnishes what came before “.

Of course the lack of Robert Duvall (who lived the iconic lawyer Tom Hagen) for salary issues was huge, but the cast, in addition to Pacino and Sofia, had Diane Keaton, Talia Shire, Andy Garcia, George Hamilton, Elli Wallach , Joe Mantegna, Bridget Fonda, Raff Vallone (a canaston indeed) and Helmut Berger. A real selection of actors.

And there is the mute cry scene of Michael in the stairs of the Opera. It is an anthological moment.

The current CODA version is 17 minutes shorter than the one released in theaters. Even so, it is 2h47min. The title pays homage to the original title of Mario Puzzo’s book. CODA is a musical term related to the closing of a piece.

The least I can say is that I’m dying to see this GODFATHER, CODA.

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