FUGA DE NOVA IORQUE: Filme B se Torna um Cult Movie de Almanaque

FILME B, além de ser um ótimo site nacional sobre cinema, é uma designação para aqueles filmes que enfrentando um orçamento pequeno e carências de produção tentam agradar ao público e , eventualmente, à crítica.

CULT MOVIE é aquele filme que lançado sem grande publicidade e estardalhaço vai ganhando popularidade entre o público, crescendo pouco a pouco, para firmar seu nome como uma obra diferenciada aos longo dos anos.

FUGA DE NOVA IORQUE (ESCAPE FROM NEW YORK), filme que John Carpenter dirigiu em 1981, contando a história de um mercenário presidiário, Snake Plissken (Kurt Russell antológico) que é enviado à ilha de Manhattan ( num futuro distópico virou uma prisão de segurança máxima para assassinos e malucos de todos os tipos) para resgatar o Presidente dos Estados Unidos que caiu lá em um acidente aéreo.

O filme teve um orçamento de seis milhões de dólares. Faturou em seu lançamento mais de 25 milhões.

A quantidade de tipos incríveis que o roteiro de John Carpenter (junto com Nick Castle) criou é simplesmente incrível. Além do anti-herói de antologia Snake, há o chefe dos guardas Hauk (Lee van Cleef), o motorista de táxi Ernst Borgnine, o Presidente Americano em pânico de Donald Pleasence, Isaac Hayes, como o vilão Duque (um dos comandantes da ilha), Harry Dean Stanton (o cérebro) e a sedutora e perigosa Maggie (Adrienne Barbeau em seu melhor trabalho).

Em sua crítica para o THE NEW YORK TIMES, o lendário crítico Vincent Canby escreveu que “[O filme] não deve ser analisado muito solenemente, no entanto. É uma história difícil e complicada, um dos melhores filmes de fuga (e escapista) da temporada.”

Misto de filme de aventura, thriller e ficção científica, FUGA DE NOVA IORQUE é um dos melhores trabalhos de John Carpenter, um nome sólido em filmes de terror (a franquia HALLOWEEN). Na minha opinião, é o melhor trabalho do diretor. Ele conseguiu dar uma grande dinâmica à narrativa, disfarçar de forma competente as carências da produção e ser criativo para dar densidade aos seus temas.

Depois de ver FUGA DE NOVA IORQUE, acho que as viagens a Big Apple – embora sigam sendo maravilhosas – nunca mais serão as mesmas, o que é um grande elogio ao cult movie de John Carpenter.

FILM B, in addition to being a great national website on cinema, is a designation for those films that facing a small budget and production shortages try to please the public and, eventually, the critic.

CULT MOVIE is that film that released without much publicity and fuss is gaining popularity among the public, growing little by little, to establish its name as a different work over the years.

ESCAPE FROM NEW YORK, a film that John Carpenter directed in 1981, telling the story of a prison mercenary, Snake Plissken (anthological Kurt Russell) who is sent to the island of Manhattan (in a dystopian future he became a maximum security prison for murderers and madmen of all kinds) to rescue the President of the United States who fell there in an air crash.

The film had a budget of six million dollars. It had a turnover of more than 25 million.

The amount of incredible types that John Carpenter‘s script (along with Nick Castle) created is just incredible. In addition to the anthology antihero Snake, there is the chief of guards Hauk (Lee van Cleef), taxi driver Ernst Borgnine, Donald Paneasence‘s panicked American President, Isaac Hayes, as the villainous Duke (one of the island’s commanders) ), Harry Dean Stanton (the brain) and the seductive and dangerous Maggie (Adrienne Barbeau at her best work).

In his review for THE NEW YORK TIMES, legendary critic Vincent Canby wrote that “[The film] should not be analyzed too solemnly, however. It is a difficult and complicated story, one of the best escape films (and escapist) of the season.

Mixed adventure film, thriller and science fiction, Escape from New York is one of the best works of John Carpenter, a solid name in horror films (the HALLOWEEN franchise). In my opinion, it’s the director’s best job. He managed to give a great dynamic to the narrative, to adequately disguise the needs of the production and to be creative in order to give density to his themes.

After seeing NEW YORK ESCAPE, I think the trips to the Big Apple – while still being wonderful – will never be the same, which is a great compliment to John Carpenter’s cult movie.

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