IDA LUPINO: Uma Musa do Filme Noir

Certa vez, o cronista Luís Fernando Veríssimo escreveu uma crônica dizendo que Nova Iorque é a única cidade do mundo em que você escolhe o filme que quer ver e vai procurar onde está passando. Havia até mesmo um ciclo com os filmes com a atriz inglesa Ida Lupino.

A piada (muito boa!) não faz justiça a uma atriz que tem seu nome marcado dentro de um gênero importante do cinema: o filme noir.

A Enciclopédia Britannica define o filme noir como: “Film noir, (francês: “dark film”) estilo de cinema caracterizado por elementos como heróis cínicos, efeitos de luz nítidos, uso frequente de flashbacks, enredos intrincados e uma filosofia existencialista subjacente. O gênero prevaleceu principalmente nos dramas policiais americanos da era pós-Segunda Guerra Mundial.”

Respeitosamente, acho que um dos elementos chave do filme noir faltou na definição: a femme fatale. Um bom filme noir sempre tem uma personagem feminina em torno de quem se monta a trama, as paixões, os ódios e as traições.

Ida Lupino foi exatamente esta musa do filme noir.

Ela fez 105 filmes, sendo muitos nas décadas na década de 40, entre eles clássicos noir como SEU ÚLTIMO REFÚGIO, É DIFÍCIL SER FELIZ, MISTÉRIO DE UMA MULHER e MEU ÚNICO AMOR.

Surpreendentemente, Ida Lupino tem 42 trabalhos como diretora, muitos deles de episódios de séries de TV, como ALFRED HITCHCOCK APRESENTA, O HOMEM DO RIFLE, OS INTOCÁVEIS, O FUGITIVO e DR. KILDARE.

Além de musa do filme noir, Ida Lupino foi uma precursora das mulheres atrás da câmeras.

Once, the chronicler Luís Fernando Veríssimo wrote a chronicle saying that New York is the only city in the world where you choose the film you want to see and look for where you are going. There was even a cycle with the films with the English actress Ida Lupino.

The joke (very good!) does not do justice to an actress whose name is marked within an important genre of cinema: the film noir.

The Encyclopedia Britannica defines film noir as: “Film noir, (French:” dark film “) cinema style characterized by elements such as cynical heroes, clear light effects, frequent use of flashbacks, intricate storylines and an existentialist philosophy The genre prevailed mainly in post-World War II American police dramas. “

Respectfully, I think one of the key elements of the film noir was lacking in the definition: the femme fatale. A good film noir always has a female character around whom the plot, passions, hatreds and betrayals are assembled.

Ida Lupino was exactly this muse of the film noir.

She made 105 films, many of them in the decades in the 40s, including classic noir such as HIGH SIERRA, THE HARD WAY, LADIES IN RETIREMENT and THE MAN I LOVE.

Surprisingly, Ida Lupino has 42 works as a director, many of them from episodes of TV series, such as ALFRED HITCHCOCK PRESENTS, THE MAN OF THE RIFLE, THE UNTOUCHABLES, THE FUGITIVE and DR. KILDARE.

In addition to muse for the film noir, Ida Lupino was a precursor to women behind the camera.

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