BALTHAZAR: Deliciosa Série Francesa Sobre um Legista Nada Comum

Ontem vi no app da ACORN TV, uma série francesa simplesmente deliciosa. O nome é BALTHAZAR. De início parecia apenas mais uma série sobre a figura do legista que participa de investigações criminais em Paris.

Mas os produtores deram um show de criatividade. A série tem suspense, tem crimes horrorosos (acho que as autópsias são mostradas de forma graficamente exageradas), humor, romance, gastronomia, cinema (a cena de CHARADE com Balthazar e a namorada no cinema é maravilhosa), infidelidade, tensão sexual e muita coisa mais.

Para tanto, acho que um gol de placa da série foi a escolha da dupla central de atores. O ator alemão Tomer Sisley – visto na franquia de incrível sucesso na França LARGO WINCH, uma espécie de 007 completamente desconhecido no exterior – dá um show como o traumatizado legista Raphäel Balthazar, um viúvo obcecado por seu trabalho, traumatizado pelo assassinato do amor de sua vida e que consegue expressar humor nas situações mais inesperadas.

Ela é uma super charmosa Hélène de Fougerolles, uma daquelas atrizes francesas na faixa dos 40 e poucos anos que cria uma personagem absolutamente fascinante. A Detetive Chefe Hélène Bach, uma policial competentes, em crise no casamento, cuja ausência é muito cobrada pelos filhos adolescentes e sente uma forte atração pelo parceiro de trabalho.

Como já comentei, há pitadas de humor, gastronomia e cinema que enriquecem muito os episódios. BALTHAZAR vive cozinhando e comendo, mesmo nas cenas de crime. Ele sempre dá uma pequena discrição do que está comendo ou cozinhando, para desespero do Policial Jérôme Delgado (o ótimo ator Yannig Samot) que precisa a qualquer custo baixar seu colesterol.

Um outro aspecto fascinante – ao menos nos episódios da primeira temporada que estou vendo – são os diálogos entre BALTHAZAR e seu falecida esposa. A linda Pauline Cheviller (Lise Castel) dá um toque de elegância a todas as cenas em que aparece. O legista também fala com os outros mortos – embora a série deixe isto em aberto como uma alucinação de alguém tão traumatizado. Mas são cenas bem legais.

Estou gostando bastante de BALTHAZAR. A cinematografia francesa é especialista em nos trazer histórias policiais cheias de charme.

Yesterday I saw on the ACORN TV app, a simply delicious French series. The name is BALTHAZAR. At first it looked like just another series about the figure of the coroner participating in criminal investigations in Paris.

But the producers put on a show of creativity. The series has suspense, has horrible crimes (I think the autopsies are shown graphically exaggerated), humor, romance, gastronomy, cinema (the CHARADE scene with Balthazar and his girlfriend in the cinema is wonderful), infidelity, sexual tension and a lot of something else.

To do so, I think a goal in the series was the choice of the central duo of actors. German actor Tomer Sisley – seen in the incredibly successful franchise in France LARGO WINCH, a kind of 007 completely unknown abroad – gives a show like the traumatized coroner Raphäel Balthazar, a widower obsessed with his work, traumatized by the murder of his love life and who can express humor in the most unexpected situations.

She is a super charming Hélène de Fougerolles, one of those French actresses in her 40s who creates an absolutely fascinating character. Chief Detective Hélène Bach, a competent police officer, in crisis at the wedding, whose absence is highly demanded by her teenage children and feels a strong attraction to her work partner.

As I mentioned, there are hints of humor, gastronomy and cinema that greatly enrich the episodes. BALTHAZAR lives cooking and eating, even at crime scenes. He always gives a little discretion of what he is eating or cooking, much to the dismay of Police Officer Jérôme Delgado (the great actor Yannig Samot) who needs to lower his cholesterol at all costs.

Another fascinating aspect – at least in the episodes of the first season that I am watching – are the dialogues between BALTHAZAR and his late wife. The beautiful Pauline Cheviller (Lise Castel) adds a touch of elegance to all the scenes in which she appears. The coroner also speaks to the other dead – although the series leaves this open as a hallucination of someone so traumatized. But these are really cool scenes.

I’m really enjoying BALTHAZAR. French cinematography specializes in bringing us charming police stories.

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