SARAH JESSICA PARKER: É Difícil Deixar de Ser Carrie Bradshaw

Sabe aquele caso de um ator ou atriz que tem um acerto tão grande em um filme ou personagem que passa o resto da vida e da carreira tentando deixar de ser a sua criação? É o famoso ä criatura superou o criador”.

O número de casos em que isto ocorre não é pequeno. Vai de enormes atores (Marlon Brando como Vito Corleone ou Anthony Hopkins como Hannibal Lecter) a atrizes nem tão reconhecidas (Rita Hayworth como GILDA). Um personagem eterno torna seu intérprete famoso, às vezes eterno, mas por vezes aprisiona seu talentoso criador.

É o caso da americana Sarah Jessica Parker.

A talentosa esposa (há 23 anos com quem tem 3 filhos) do igualmente ótimo Matthew Broderick já tinha uma carreira bem legal quando apareceu na sua vida uma série da HBO intitulada SEX AND THE CITY, onde ela foi convidada a viver a jornalista Carrie Bradshaw, uma mulher independente que escrevia uma coluna sobre a mulher moderna em Nova Iorque.

Carrie Bradshaw foi um tsunami mundial. Entrou para a história do cinema. Foram 94 episódios em seis temporadas de enorme sucesso. Gerou dois longa metragens nem tão bem sucedidos. A produção de Darren Star voltará em uma mini série retomando as personagens anos depois.

Carrie deu 4 Globos de Ouro para Sarah. Ganhou mais 2 Emmy Awards.

Acho que dizer que Sarah Jessica Parker somente trabalhou bem em SEX AND THE CITY é no mínimo um exagero.

Mas que ela – que hoje faz 56 anos – sempre será lembrada como a divertida e inteligente Carrie, disto não há dúvida.

Do you know that case of an actor or actress who has such a great success in a film or character that he spends the rest of his life and career trying to stop being his creation? It is the famous “the creature surpassed the creator ”.

The number of cases in which this occurs is not small. It ranges from huge actors (Marlon Brando as Vito Corleone or Anthony Hopkins as Hannibal Lecter) to actresses not so well known (Rita Hayworth as GILDA). An eternal character makes his interpreter famous, sometimes eternal, but sometimes it imprisons his talented creator.

This is the case of the American Sarah Jessica Parker.

The equally great Matthew Broderick‘s talented wife (23 years old with whom he has 3 children) already had a very cool career when an HBO series entitled SEX AND THE CITY appeared in her life, where she was invited to live by journalist Carrie Bradshaw, an independent woman who wrote a column about modern women in New York.

Carrie Bradshaw was a worldwide tsunami. She entered the history of cinema. There were 94 episodes in six hugely successful seasons. It generated two feature films that were not so successful. The production of Darren Star will return in a mini series, resuming the characters years later.

Carrie gave Sarah 4 Golden Globes. She won 2 more Emmy Awards.

I think to say that Sarah Jessica Parker only worked well on SEX AND THE CITY is at least an exaggeration.

But that she – who turns 56 today – will always be remembered as the fun and intelligent Carrie, there is no doubt.

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