TRILOGIA THE DARK KNIGHT é o Melhor Batman do Cinema

Três coisas me motivaram a fazer uma maratona da trilogia THE DARK KNIGHT, de Christopher Nolan nesta sexta-feira santa: o noticiário baixo astral em todos os meios de comunicação nesta época miserável de pandemia, a recente visão da versão do Diretor Zack Snyder de A LIGA DA JUSTIÇA, com Ben Affleck como o Homem-Morcego e os avisos da NETFLIX que THE DARK KNIGHT fica em exibição somente até o final de abril. Mergulhei de cabeça.

Eu já tinha visto várias vezes cada filme e pedaços salteados dos três outras inúmeras nos Telecines da vida. Sentar na poltrona, confortavelmente instalado e ver os três em sequência foi a primeira vez.

Primeira conclusão: Ben Affleck e George Clooney deviam ficar com vergonha ao ver o Batman de Christian Bale. É de uma perfeição absoluta. Dark, torturado, hesitante, ambíguo, apaixonado, determinado, forte, o Morcego nunca foi tão bem transposto das HQs para as telas. Olha que eu acho que o de Adam West teve grande valor (cômico é verdade) e cada vez gosto mais do que Michael Keaton fez nos filmes dirigidos por Tim Burton.

Mas como diria o filósofo, este Batman disputa outro campeonato.

Lá pelas tantas, me dei conta do que foi o elenco que trabalhou nos três filmes. Parecia aqueles filmes desastre da década de 70 que colocavam as fotinhos dos artistas na parte de baixo do cartaz para atrair público.

Olha a lista: Christian Bale, Gary Oldman, Morgan Freeman, Anne Hathaway, Rutger Hauer, Liam Neeson, Heat Ledger, Cillian Murphy, Michael Caine, Aaron Eckhart, Matthew Modine, Magie Gyllenhaal, Nestor Carbonell, Eric Roberts, Katie Holmes, Tom Wilkinson, Ken Watanabe, Linus Roache, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Ben Mendelsohn e Marion Cotillard. Quantos Oscars têm aqui? Mais de dez.

A história é contada de forma impecável em três filmes tão integrados como diferentes e independentes. Os roteiros trazem os personagens de Bob Kane com perfeição. Comissário Jim Gordon, Alfred Pennyworth, Mulher-Gato (uau para Anne Hathaway), a promotora Rachel Dawes, Lucius Fox, o Coringa perfeito de Legder, tudo nota dez.

Apenas para citar outro aspecto: o desenho de produção com a mais incrível Batcaverna de todas, o Batmóvel mais maluco e mil gadgets inventados por Fox na Wayne Enterprises já bastavam para encantar os fãs de Batman.

Não sou muito favorável às comparações entre atores, esportistas ou escritores. Mas que este Batman entrou para a história, isto entrou.

Finalmente, outra conclusão. Vendo séries e filmes, muitas vezes nós vamos olhar a duração e nos parece exagerada porque há várias cenas repetidas e o tédio é inevitável. Somados, os três filmes de Nolan (um gênio inconformado do cinema moderno) somam 7h36min de filme. Passam voando. Como um morcego.

Three things motivated me to do a marathon in Christopher Nolan‘s THE DARK KNIGHT trilogy this Easter Friday: the low-spirited news in all media in this miserable time of pandemic, the recent vision of Director Zack Snyder‘s version of A LEAGUE OF JUSTICE, with Ben Affleck as the Batman and NETFLIX’s notices that THE DARK KNIGHT is on display only until the end of April. I dived in.

I had seen each film several times and skipped pieces of the three other innumerable ones in the Telecines of life. Sitting in the armchair, comfortably installed and watching the three in sequence was the first time.

First conclusion: Ben Affleck and George Clooney should be ashamed to see Christian Bale‘s Batman. It is an absolute perfection. Dark, tortured, hesitant, ambiguous, passionate, determined, strong, the Bat has never been so well transposed from the comic books to the screens. Look, I think Adam West‘s was of great value (comic is true) and I like it more and more than Michael Keaton did in the films directed by Tim Burton.

But as the philosopher would say, this Batman competes in another championship.

By the time, I realized what was the cast that worked on the three films. It looked like those disaster films from the 70s that put the artists’ pictures at the bottom of the poster to attract audiences.

Look at the list: Christian Bale, Gary Oldman, Morgan Freeman, Anne Hathaway, Rutger Hauer, Liam Neeson, Heath Ledger, Cillian Murphy, Michael Caine, Aaron Eckhart, Matthew Modine, Magie Gyllenhaal, Nestor Carbonell, Eric Roberts, Katie Holmes, Tom Wilkinson, Ken Watanabe, Linus Roache, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Ben Mendelsohn and Marion Cotillard. How many Oscars do you have here? More than ten.

The story is told impeccably in three films as unique as they are different and independent. The scripts bring Bob Kane‘s characters to perfection. Commissioner Jim Gordon, Alfred Pennyworth, Catwoman (wow for Anne Hathaway), prosecutor Rachel Dawes, Lucius Fox, Legder’s perfect Joker, everything scores ten.

Just to mention another aspect: the production design with the most incredible Batcave of all, the craziest Batmobile and a thousand gadgets invented by Fox at Wayne Enterprises were enough to delight Batman fans.

I am not very supportive of comparisons between actors, sportsmen or writers. But this Batman made history, it did.

Finally, another conclusion. Watching series and movies, we will often look at the duration and it seems to us exaggerated because there are several repeated scenes and boredom is inevitable. Together, Nolan’s three films (a nonconformist genius of modern cinema) add up to 7h36min of film. They fly like a bat.

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