EMMA: Jane Austen em Filme Antigo e Mofado com Cara de Moderninho

Achei o filme EMMA, dirigido pela cineasta Autumn de Wilde uma grande decepção.

Talvez a presença da ascendente Anya Taylor-Joy (O GAMBITO DA RAINHA) como a protagonista EMMA, heroína do livro de Jane Austen tenha me criado expectativas acima do possível.

A história de uma menina egoísta ao extremo que manipula os namoros de suas amigas merecia uma leitura mais moderna e arejada.

O filme de Autumn, ao contrário, embora tenha o verniz de moderninho, falha em introduzir qualquer novidade na narrativa. Tudo é muito quadrado e sem criatividade.

Há pelo menos quatro versões de EMMA, inclusive a criativa e engraçada AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS.

Achei esta nova a mais antiga e cheia de pó.

I found the film EMMA, directed by filmmaker Autumn de Wilde, to be a huge disappointment.

Perhaps the presence of the ascendant Anya Taylor-Joy (QUEEN’S GAMBIT) as the protagonist EMMA, heroine of the book by Jane Austen, has raised expectations above me.

The story of a selfish girl in the extreme who manipulates her friends’ courtships deserved a more modern and airy reading.

Autumn’s film, on the contrary, although it has a modern veneer, fails to introduce any novelty into the narrative. Everything is very square and without creativity.

There are at least four versions of EMMA, including the creative and funny CLUELESS.

I found this new one the oldest and full of dust.

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