1941, UMA GUERRA MUITO LOUCA: Spielberg Sabe Como Poucos Fazer Filmes. Mesmo Comédia.

Em 1979, Steven Spielberg, ainda muito jovem (tinha 33 anos) já tinha marcado dois êxitos cinematográficos notáveis, os filmes TUBARÃO e CONTATOS IMEDIATOS DO TERCEIRO GRAU. Fora os cult movies ENCURRALADO e LOUCA ESCAPADA.

Para surpresa geral, seu próximo filme foi uma comédia: 1941, UMA GUERRA MUITO LOUCA.

Ainda lembro que vi pela primeira vez 1941 em uma sessão do Clube de Cinema, domingo pela manhã, no Cine Cacique.

Realmente, era uma obra completamente diferente dentro do universo Spielberguiano.

Após o ataque de Pearl Harbour, moradores da costa da Califórnia se preparam uma iminente invasão japonesa, muito mais real na imaginação dos americanos do que na realidade.

Desde a cena de abertura do filme, onde se reproduz, com muito humor, o início de JAWS, o filme é uma sucessão de personagens, cenas e diálogos muito engraçados. Spielberg é um mestre atrás das câmeras, até mesmo fazendo rir.

O elenco era notável: Dan Akroyd, Ned Beaty, John Belushi, Lorraine Gary (Mrs. Brody de JAWS), Murray Hamilton (também de JAWS), Christopher Lee (um grande Drácula do cinema aqui vivendo um oficial nazista), Tim Matheson, Toshirô Mifune (OS SETE SAMURAIS), Warren Oates, John Candy, Robert Stack (da série de TV INTOCÁVEIS), Treat Williams e Nancy Allen.

Vale uma menção especial ao trabalho de John Belushi. Um ator nascido em Chicago que morreu aos 33 anos de uma overdose de drogas deixou apenas 13 filmes. Mas ficou marcado na memória dos cinéfilos por trabalhos como o de 1941, CONTINENTAL DIVIDE e NATIONAL LAMPOON’S ANIMAL HOUSE.

Muitos filmes de Spielberg têm cenas cômicas, mas ele nunca mais se dedicou à comédia clássica.

Somente por este motivo, 1941 merece um lugar especial na nossa memória.

In 1979, Steven Spielberg, still very young (he was 33 years old) had already marked two notable cinematic successes, the films JAWS and CLOSE ENCOUNTERS OF THE THIRD KIND. Outside the cult movies DUEL and THE SUGARLAND EXPRESS.

To the general surprise, his next film was a comedy: 1941.

I still remember that I saw 1941 for the first time at a screening of the Clube de Cinema, Sunday morning, at Cine Cacique.

Indeed, it was a completely different work within the Spielberguiano universe.

After the Pearl Harbor attack, residents of the California coast are preparing for an imminent Japanese invasion, much more real in the imagination of Americans than in reality.

Since the opening scene of the film, where the beginning of JAWS is reproduced, with great humor, the film is a succession of very funny characters, scenes and dialogues. Spielberg is a master behind the camera, even making him laugh.

The cast was notable: Dan Akroyd, Ned Beaty, John Belushi, Lorraine Gary (Mrs. Brody of JAWS), Murray Hamilton (also of JAWS), Christopher Lee (a great film Dracula here living a Nazi official), Tim Matheson, Toshirô Mifune (THE SEVEN SAMURALS), Warren Oates, John Candy, Robert Stack (from the TV series UNTOUCHABLES), Treat Williams and Nancy Allen.

A special mention is made of the work of John Belushi. A Chicago-born actor who died at the age of 33 from a drug overdose left only 13 films. But it was marked in the memory of moviegoers for works such as that of 1941, CONTINENTAL DIVIDE and NATIONAL LAMPOON’S ANIMAL HOUSE.

Many of Spielberg’s films have comedic scenes, but he never devoted himself to classic comedy again.

For this reason alone, 1941 deserves a special place in our memory.

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