BLACK ISLAND: Roteiro Ruim Liquida Thriller Alemão da NETFLIX

O thriller BLACK ISLAND, dirigido pelo cineasta português Miguel Alexandre em 2021, em cartaz na NETFLIX nasceu morto.

O roteiro do filme, do próprio Miguel Alexandre em parceria com a atriz e roteirista alemã Lisa Hofer é muito ruim.

A trama é facilmente desvendada pelo espectador nas primeiras cenas do filme, que conta a chegada de uma nova professora à comunidade que vive em uma pequena ilha alemã.

A atriz alemã Alice Dwyer até que se esforça para dar credibilidade à Professora Helena, mas a sucessão de cenas sem qualquer sentido ou lógica é demais.

Apenas para citar uma delas, a vilã em determinado momento estrangula uma personagem na biblioteca da escola em plena luz do dia. Pede à bibliotecária (que deve ser surda) um fita adesiva, enrola o cadáver em um pano (convenientemente encontrada por ali mesmo), e arrasta o corpo até o estacionamento. Ao chegar ali, vê a bicicleta da vítima, fechada com um cadeado. Desfaz o sinistro pacote, pega a chave, rouba a bicicleta e sai lépida e faceira para se livrar da prova do crime em uma praia deserta.

Será que ela achou que eventual investigação policial não encontraria traços do DNA dela na biblioteca?

Será que o propósito da cena era demonstrar que alunos alemães não frequentam a biblioteca da escola?

O mistério do passado que revela toda a trama é igualmente pífio. Ruim demais.

BLACK ISLAND mostra como não se faz um filme de suspense.

The thriller BLACK ISLAND, directed by Portuguese filmmaker Miguel Alexandre in 2021, on NETFLIX, was born dead.

The script for the film, by Miguel Alexandre himself in partnership with the German actress and screenwriter Lisa Hofer, is very bad.

The plot is easily unraveled by the viewer in the first scenes of the film, which tells the arrival of a new teacher to the community that lives on a small German island.

German actress Alice Dwyer even tries to give credibility to Professor Helena, but the succession of scenes without any sense or logic is too much.

Just to name one of them, the villain at one point strangles a character in the school library in broad daylight. She asks the librarian (who must be deaf) for duct tape, wraps the corpse in a cloth (conveniently found right there), and drags the body to the parking lot. Upon arriving there, she sees the victim’s bicycle, locked with a padlock. She undoes the sinister package, grabs the key, steals her bike, and goes out breezily to get rid of the evidence of crime on a deserted beach.

Did she think that any police investigation would not find traces of her DNA in the library?

Is the purpose of the scene to demonstrate that German students do not attend the school library?

The mystery of the past that reveals the whole plot is equally insignificant. Too bad.

BLACK ISLAND shows you how not to make a thriller.

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