GUILTY PARTY: Kate Beckinsale Tenta Satirizar a Superficialidade do Jornalismo Digital

O Paramount + está trazendo a série GUILTY PARTY, uma série de dez capítulos (onde está o editor e sua moviola ?), estrelado pela sempre linda Kate Beckinsale, narrando a história de uma jornalista investigativa que cai em desgraça quando a empresa em que trabalha a abandona quando sofre uma injusta acusação de manipulação em uma reportagem.

A única alternativa de sobrevivência e Beth Burgess é aceitar um emprego num site de notícias meio mambembe meio de fofocas, onde a jovem editora – muito menos experiente que ela – acha que sabe tudo. Ah, as certezas que a ignorância traz.

Beth acidentalmente se depara com uma mulher pobre condenada injustamente por um crime, no que lhe parece ser a chance de redenção de sua carreira e de seu nome. Mas as dificuldades para conseguir fazer a matéria, diante da intolerância de sua chefe e do marido (apenas interessado em se mudar para o interior e criar uma família), vão dificultar muito a vida da bela Beth.

Os roteiros ameaçam ironizar as escolhas pela ditaduras dos “cliques”, que orientam a maioria dos sites de jornalismo digital. Mas tudo meio superficial, como o objeto de sua crítica.

Vi os dois primeiros capítulos de GUILTY PARTY. Me pareceu irregular. O tema é maravilhoso e Kate sempre vale a pena ser vista. Mas há uma certa ambiguidade do roteiro em ser dramático ou cômico, deixando esta alternância de enfoque, prejudicar a trama.

É provável que na sequência da série, eu ainda dê uma segunda chance à jornalista Burgess.

Kate Beckinsale merece.

Paramount + is bringing out the GUILTY PARTY series, a ten-chapter series (where’s the editor and his moviola?), starring the ever-pretty Kate Beckinsale, telling the story of an investigative journalist who falls from grace when the company in which she works, abandons her when she suffers an unfair accusation of manipulation in a report.

The only alternative for Beth Burgess is to take a job at a half-baked gossip news site where the young editor – much less experienced than she – thinks she knows it all. Ah, the certainties that ignorance brings.

Beth accidentally stumbles across a poor woman wrongfully convicted of a crime, in what seems to her to be a chance to redeem her career and her name. But the difficulties in getting the article done, given the intolerance of her boss and her husband (only interested in moving to the countryside and raising a family), will make life very difficult for the beautiful Beth.

The scripts threaten to mock the choices made by the “clicks” dictatorship that guide most digital journalism sites. But all a little superficial, as the object of its criticism.

I saw the first two chapters of GUILTY PARTY. It felt irregular to me. The theme is wonderful and Kate is always worth seeing. But there is a certain ambiguity in the script as to whether it is dramatic or comic, leaving this shift in focus to detract from the plot.

It is likely that in the sequel to the series, I will still give journalist Burgess a second chance.

Kate Beckinsale deserves it.

 

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