ASSASSINATO EM GOSFORD PARK: Robert Altman Era Genial em Cada Filme que Fazia

O leitores habituais do CINEMARCO já sabe que Robert Altman é um dos meus cineastas favoritos. Acho M.AS.H., TRÊS MULHERES, CERIMÔNIA DE CASAMENTO, O JOGADOR, NASHVILLE e UM PERIGOSO ADEUS grandes trabalhos cinematográficos do mestre Altman.

Ontem, percorrendo o MUBI, deparei com ASSASSINATO EM GOSFORD PARK, filme que Altman fez em 2001.

A história de um final de semana de caça na mansão dos McCordles uma tradicional família britânica , durante os Anos 30, onde ocorre um assassinato, proporciona a Altman um ambiente perfeito para suas irônicas e deliciosas observações sobre as diferenças de classes, mostrando o abismo entre membros da criadagem e os nobres hóspedes de Gosford Park.

O humor ácido do mestre estava intacto. Os próprios créditos finais abrem como a divisão dos personagens em “os do andar de baixo” e “os de cima das escadarias”, mais uma tirada para lá de original.

O elenco é nada menos que extraordinário. Raramente se viu um grupo de atrizes e atores tão espetacular: Helen Mirren, Maggie Smith, Kristin Scott-Thomas, Kelly McDonald, Emily Watson, Eillen Atkins, Ryan Phillippe, Michael Gambon, Tom Hollander, Jeremy Northan, Bob Balaban, Stephen Fry, Clive Owen, Alan Bates, Derick Jacobi, Richard E. Grant, e muita gente mais.

Quando o crime é cometido, surge a pergunta sobre quem matou. Mas este é apenas mais um dos aspectos fascinantes de mais este trabalho de Altman.

No THE NEW YORK TIMES, o crítico Stephen Holden escreveu: “Mas quando “Gosford Park” não está aderindo a uma fórmula, o que acontece na maioria das vezes, está no topo do seu jogo. O roteiro é tão surpreendentemente conciso que se você assistir ao filme mais de uma vez (o que eu aconselharia), você verá que apenas uma palavra foi desperdiçada. Quase todas as frases transmitem informações cruciais, mas em um estilo enganosamente improvisado, tão leve que parece uma brincadeira casual. E o estilo de diálogo sobreposto, marca registrada do diretor, que nunca é “falado” no sentido teatral, aumenta a sensação geral de naturalidade. O que torna a conquista de “Gosford Park” ainda mais notável é que Altman tem 76 anos. a tela sugere a joie de vivre lúcida de um artista ainda profundamente engajado no mundo.”

Altman era um observador da vida extremamente atento e um cineasta genial.

CINEMARCO regular readers already know that Robert Altman is one of my favorite filmmakers. I think M.AS.H., THREE WOMEN, A WEDDING, THE PLAYER, NASHVILLE and THE LONG GOODBYE are great cinematic works by the master Altman.

Yesterday, while browsing MUBI, I came across GOSFORD PARK, a film that Altman made in 2001.

The story of a hunting weekend at the McCordles mansion, a traditional British family, during the 1930s, where a murder takes place, provides Altman with a perfect environment for his ironic and delicious observations about class differences, showing the chasm between servants and the noble guests of Gosford Park.

The master’s sour humor was intact. The closing credits themselves open with the division of the characters into “downstairs” and “upstairs”, another one taken beyond original.

The cast is nothing short of extraordinary. Rarely have you seen such a spectacular group of actresses and actors: Helen Mirren, Maggie Smith, Kristin Scott-Thomas, Kelly McDonald, Emily Watson, Eillen Atkins, Ryan Phillippe, Michael Gambon, Tom Hollander, Jeremy Northan, Bob Balaban, Stephen Fry, Clive Owen, Alan Bates, Derick Jacobi, Richard E. Grant, and many more.

When the crime is committed, the question arises of who killed it. But this is just one of the most fascinating aspects of Altman’s work.

In THE NEW YORK TIMES, critic Stephen Holden wrote, “But when “Gosford Park” isn’t sticking to a formula, which it most often is, it’s at the top of its game. The script is so surprisingly concise that if you watch the movie more than once (which I would advise) you’ll see that only one word was wasted. Almost every sentence conveys crucial information, but in a deceptively improvised style so light it feels like casual banter. And The director’s trademark style of overlapping dialogue, which is never “spoken” in a theatrical sense, adds to the overall sense of naturalness. What makes “Gosford Park’s” achievement all the more remarkable is that Altman is 76 years old. suggests the lucid joie de vivre of an artist still deeply engaged in the world.”

Altman was an extremely keen observer of life and a brilliant filmmaker.

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