SWEET GIRL: Thriller Ruim Não é Salvo Pelo Twist Final

Um dos recursos cinematográficos (ou literários) mais interessantes é o twist. É aquela “virada” que a história dá – normalmente próximo do final – que surpreende ao espectador (leitor), mudando completamente o rumo da história.

No cinema, o exemplo mais perfeito (entre tantos) é O SEXTO SENTIDO, de M.Night Shyamalan. Nos livros, cito sempre o final de O ASSASSINATO DE ROGER ACKROYD, de Agatha Christie. Em ambos, a surpresa final foi magistralmente pensada e executada.

A NETFLIX está mostrando o thriller SWEET GIRL, estrelado pelo AQUAMAN, o ator havaiano Jason Momoa. Ele é Ray Cooper, um pai de família que perde tudo para dar tratamento de saúde à esposa Amanda (a porto-riquenha Adria Arjona). Após a morte dela, ele decide se vingar da empresa farmacêutica que vendia os remédios necessários ao tratamento por valores astronômicos, barrando a possibilidade de genéricos.

Viúvo, ele vive com a filha adolescente Rachel (Isabela Merced). Ela não concorda com a luta por vingança do Pai e quer seguir a vida.

Quando ele vai atrás do dono da empresa, Simon Keeley (Justin Bartha, de THE GOOD FIGHT), ele desperta a atenção da agente do FBI Sarah Meeker (Lex Scott Davis), da Congressista Diana Morgan (Amy Brenneman) e do assassino profissional Amos Santos (Manuel Garcia-Rulfo).

Tudo é muito raso e esquemático. Os diálogos são apenas ligação entre as cenas de ação que exploram a figura impressionante de Momoa.

No final do filme, o diretor Brian Andrew Mendoza faz um twist. Um grande twist.

Confesso que estava quase dormindo no final da trama e a mudança de rumo chamou-me a atenção.

O filme seguiu ruim, mas foi uma boa sacada.

One of the most interesting cinematic (or literary) features is the twist. It’s that “turn” that the story takes – usually near the end – that surprises the viewer (reader), completely changing the course of the story.

In cinema, the most perfect example (among many) is THE SIXTH SENSE, by M.Night Shyamalan. In books, I always quote the end of Agatha Christie‘s THE MURDER OF ROGER ACKROYD. In both, the final surprise was masterfully thought out and executed.

NETFLIX is showing the thriller SWEET GIRL, starring AQUAMAN, Hawaiian actor Jason Momoa. He is Ray Cooper, a family man who loses everything to give his wife Amanda (Puerto Rican Adria Arjona) health care. After her death, he decides to take revenge on the pharmaceutical company that sold the medicines needed for the treatment for astronomical prices, barring the possibility of generics.

A widower, he lives with his teenage daughter Rachel (Isabela Merced). She doesn’t agree with the fight for Father’s revenge and wants to move on with life.

When he goes after the company’s owner, Simon Keeley (THE GOOD FIGHT‘s Justin Bartha), he attracts the attention of FBI Agent Sarah Meeker (Lex Scott Davis), Congresswoman Diana Morgan (Amy Brenneman) and the professional assassin Amos Santos (Manuel Garcia-Rulfo).

Everything is very shallow and schematic. The dialogues are just a link between the action scenes that explore the impressive figure of Momoa.

At the end of the film, director Brian Andrew Mendoza does a twist. A big one.

I confess that I was almost asleep at the end of the plot and the change of direction caught my attention.

The film was still bad, but it was a good idea.

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