CAÇADORES DE EMOÇÃO: Cult Movie de Kathryn Bigelow Resiste 30 Anos Depois

Neste domingo à noite, enquanto esperava o Jogo 7 das Finais da Conferência leste da NBA, entre Miami Heat e Boston Celtics, vi que o Telecine Cult estava mostrando o filme CAÇADORES DE EMOÇÃO, título nacional ruim para POINT BREAK, um thriller que a diretora Kathryn Bigelow fez em 1991, mais de trinta anos atrás.

Ainda lembro da primeira vez que vi POINT BREAK, na imensa sala de mais de mil lugares do Cine Cacique, na Rua da Praia. A tela gigantesca era perfeita para mostrar a história de um jovem agente do FBI, Johnny Utah (Keanu Reeves na época com 27 anos), encarregado pelo Bureau de se infiltrar em uma quadrilha de assaltantes de bancos que, nas horas vagas, corria o mundo atrás de atividades radicais.

O líder da gang era Bohdi (Patrick Swayze), uma espécie de guru hippie que encantava seus parceiros com filosofia, drogas, armas e festas. Era um cruzamento de liberdade e crime, Acho que a morte prematura do ator Patrick Swayze ainda deu mais aura de cult ao filme.

Uma das cenas marcantes de POINT BREAK é que os assaltantes se disfarçavam com máscaras de presidentes dos EUA, em cenas que davam um certo non sense aos espetaculares roubos praticados.

POINT BREAK foi o terceiro longa dirigido por Kathryn Bigelow. A ex-esposa de James Cameron viria se consagrar de forma absoluta, anos depois ganhando o Oscar de Melhor Diretora por GUERRA AO TERROR (THE HURT LOCKER), um feito até então inédito (anos depois Chloe Zhao e Jane Campion ganharam a estatueta de Melhor Diretora). Particularmente, também gosto muito de ZERO DARK THIRTY, aquele filme de Bigelow com Jessica Chastain caçando Bin Laden.

POINT BREAK – olhado 30 anos depois – segue sendo muito bem filmado, editado e interpretado. As cenas de ação são impecáveis. Bem melhores que as longas conversas de Johnny Utah e Bohdi sobre a vida.

This Sunday night, while waiting for Game 7 of the NBA Eastern Conference Finals, between Miami Heat and Boston Celtics, I saw that the Telecine Cult was showing the movie POINT BREAK, a thriller that director Kathryn Bigelow made in 1991, over thirty years ago.

I still remember the first time I saw POINT BREAK, in the huge room with over a thousand seats at Cine Cacique, on Rua da Praia. The gigantic screen was perfect for showing the story of a young FBI agent, Johnny Utah (Keanu Reeves, then 27 years old), tasked by the Bureau with infiltrating a gang of bank robbers who, in his spare time, roamed the world. behind radical activities.

The leader of the gang was Bohdi (Patrick Swayze), a kind of hippie guru who charmed his partners with philosophy, drugs, guns and parties. It was a cross between freedom and crime. I think the early death of actor Patrick Swayze gave the film even more cult aura.

One of the striking scenes of POINT BREAK is that the robbers disguised themselves with masks of US presidents, in scenes that give a certain nonsense to the spectacular robberies practiced.

POINT BREAK was the third feature directed by Kathryn Bigelow. The ex-wife of James Cameron would come to consecrate herself in an absolute way, years later winning the Oscar for Best Director for THE HURT LOCKER, a feat hitherto unheard of (years later Chloe Zhao and Jane Campion won the statuette for Best director). I also really like ZERO DARK THIRTY, that Bigelow movie with Jessica Chastain hunting Bin Laden.

POINT BREAK – watched 30 years later – is still very well filmed, edited and interpreted. The action scenes are impeccable. Much better than Johnny Utah and Bohdi’s long conversations about life.

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