DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA: Turma da MARVEL Pirou no Multiverso

Finalmente vi DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA, recente filme da MARVEL, dirigido por Sam Raimi, retomando o personagem do Doutor Estranho, que já frequentou OS VINGADORES, O HOMEM-ARANHA e já tinha tido um primeiro filme dele mesmo.

Entrou no Disney +.

O filme tem duas horas e seis minutos, mas parece ter muito mais. Isto se deve à loucurada geral que tomou conta dos roteiristas da MARVEL com o tema do Multiverso. Tendo absoluta liberdade de criar o que fosse, eles fizeram um filme que tem de tudo. Tem viagem no tempo, universos paralelos, zumbis, monstros assassinos, ninjas, demônios e bruxas, super heróis classe B e por aí vai.

Não que o filme seja ruim ou mal sucedido. Até acho que não. O cineasta Sam Raimi inegavelmente é um sujeito talentoso e que sabe o que faz. Fez sucesso do terror puro (THE EVIL DEAD e DRAG ME TO HELL), no western (o ótimo RÁPIDA E MORTAL) aos filmes de super heróis (dirigiu 3 filmes do Homem Aranha). Neste filme, deu um jeito de inserir um pouco de terror com zumbis e bruxas.

Na minha opinião há muita coisa ótima em DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA. Inicia pela dupla de protagonistas Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen, dois dos ótimos atores desta geração. Como o mocinho com toques de vilão à vilã com toques de boa mãe, os dois estão muito bem. E ainda têm a chance de interpretar várias versões de cada personagem, nos vários universos visitados.

Os efeitos especiais são incríveis. Acho que eles ficaram tão perfeitos (as passagens entre os universos são impressionantes) que o pessoal deu espaço demais a eles no filme. Achei, por exemplo, muito ruim a cena com o polvo gigante logo no início do filme.

A trilha sonora de Alan Silvestri é grandiosa. É retumbante como uma sinfonia quando precisa ser e lamuriosa e triste quando deve ter esta batida. O cara é fera mesmo.

Achei muito chatinha uma personagem essencial, a América Chavez, interpretada pela não menos chatinha Xochiti Gomez. Passa o filme todo se queixando, fugindo e gritando. Para mim, não teve uma cena realmente legal no filme.

O restante do elenco cumpre otimamente sua função. Rachel McAdams, Chiwetel Ejiofor, Patrick Stewart, Benedict Wong, Hayley Atwell e John Krasinski estão nesta batida.

A tradicional cena pós créditos indica que o Doutor Estranho vai voltar, muito bem acompanhado. Tomara que volte mesmo. Mais esta criação do genial Stan Lee merece um novo filme. Talvez menos barulhento mais igualmente interessante.

Certamente não está entre os melhores filmes da MARVEL, mas se vê com interesse bem acima da média.

Finally, I saw DOCTOR STRANGE IN THE MULTIVERSE OF MADNESS, a recent MARVEL film, directed by Sam Raimi, resuming the character of Doctor Strange, who has already attended THE AVENGERS, THE SPIDER-MAN and had already had his first film.

It is streaming on Disney+.

The film is two hours and six minutes long, but it seems to have a lot more. This is due to the general madness that took hold of the writers at MARVEL with the theme of the Multiverse. Having absolute freedom to create whatever they wanted, they made a film that has it all. It has time travel, parallel universes, zombies, killer monsters, ninjas, demons and witches, B-class superheroes and so on.

Not that the film is bad or unsuccessful. I don’t even think so. Filmmaker Sam Raimi is undeniably a talented guy who knows what he’s doing. He was successful from pure horror (THE EVIL DEAD and DRAG ME TO HELL), in the western (the great THE QUICK AND THE DEAD) to superhero movies (directed 3 Spider-Man movies). In this film, he managed to insert a little horror with zombies and witches.

In my opinion, there’s a lot of great stuff in DOCTOR STRANGE IN THE MULTIVERSE OF MADNESS. It starts with the duo of protagonists Benedict Cumberbatch and Elizabeth Olsen, two of the great actors of this generation. As the good guy with touches of villain to the villain with touches of good mother, the two are very well. And they still have the chance to play several versions of each character, in the various universes visited.

The special effects are amazing. I think they were so perfect (the passages between universes are impressive) that people gave them too much space in the film. I thought, for example, the scene with the giant octopus at the beginning of the film was very bad.

Alan Silvestri‘s soundtrack is great. It’s resounding like a symphony when it needs to be and whiny and sad when it needs to have this beat. The guy is really a beast.

I found an essential character, America Chavez, played by the no less annoying Xochiti Gomez to be very annoying. The entire movie is spent complaining, running away and screaming. For me, there wasn’t a really cool scene of America in the movie.

The rest of the cast does its job perfectly. Rachel McAdams, Chiwetel Ejiofor, Patrick Stewart, Benedict Wong, Hayley Atwell and John Krasinski are on this beat.

The traditional post-credits scene indicates that Doctor Strange will return, very well accompanied. I hope he does come back. This creation of the genius Stan Lee deserves a new movie. Perhaps less noisy but equally interesting.

It’s certainly not among MARVEL’s best films, but it is viewed with well above average interest.

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