SHE-HULK: ATTORNEY AT LAW: Nova Série da MARVEL Inicia Divertida e Com Efeitos Especiais Muito Ruins

Vi ontem o capítulo de estréia da nova série da MARVEL, SHE-HULK: ATTORNEY AT LAW. Vou usar o nome em inglês porque achei o título nacional desastroso: MULHER HULK: DEFENSORA DE HERÓIS.

A versátil Tatiana Maslany (uma jovem atriz canadense de 37 anos que brilhou em ORPHAN BLACK fazendo uma dúzia de papéis e foi uma fanática religiosa incrível em PERRY MASON ) vive a advogada Jennifer Walters, uma prima do cientista Bruce Banner (Mark Ruffalo), aquele que vira o Hulk quando está brabo.

Achei a forma escolhida pelo roteiro para ela virar uma She-Hulk muito ruim. A dupla sofrer um acidente de carro, onde o sangue dos dois se mistura foi uma idéia horrorosa. Mas ok, ali já era dado o tom de comédia (ou sátira) que imperou todo o episódio.

O segundo aspecto em que a série surpreende negativamente são os efeitos especiais, justamente um dos aspectos impecáveis das produções da MARVEL. Tive a idéia de que na MARVEL, deve haver um prédio inteiro de especialistas em CGI. Na cobertura fica a turma top, os craques do pedaço. Quanto mais baio o andar vão se estabelecendo os que ainda têm muito a apreender. Para trabalhar em SHE-HULK foi indicado o pessoal do térreo (ou do porão). Os efeitos especiais deste primeiro episódio são mambembes, quase risíveis (será outra sátira?). As “brigas” entre a protagonista e o incrível Hulk são constrangedoras. Até as proporções de tamanho entre os dois estão erradas por muito.

O que foi positivo então?

Eu gosto de Tatiana Maslany. É uma atriz versátil que sabe se estabelecer nos papéis mesmo não sendo nenhuma beleza física notável. Aqui ela faz o patinho feio (que deu muito murro na vida para crescer) que por acidente vira uma pata feia e monstruosa. Acho que a série vai apostar na questão da auto estima da personagem como a gigante verde. A observar.

O segundo foco da história é uma brincadeira sobre super-heróis. a frase mais repetida do primeiro capítulo é aquela sobre a responsabilidade dos super-heróis. Mas de um jeito bem humorado e nada sério. Tanto que protagonista repete sem parar: “eu não quero ser super-herói”. É uma vertente interessante que pode vir a ser desenvolvida nos próximos capítulos.

Para onde vai SHE-HULK? O primeiro episódio deixa muitas dúvidas. Quando foi para a comédia (a discussão sobre a virgindade do Capitão América foi muito boa), fez seus gols. O caminho da sátira parece ser o mais viável. Tomara que seja o escolhido. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

I saw the first chapter of the new series of MARVEL, SHE-HULK: ATTORNEY AT LAW. I will use the name in English because that is the disastrous national title: MULHER HULK: DEFENSORA DE HERÓIS.

The versatile Tatiana Maslany (a young 37-year-old Canadian actress who shone in ORPHAN BLACK by playing the role of a dozen characters and was an incredible religious fanatic in PERRY MASON) lives the lawyer Jennifer Walters, a cousin of the scientist Bruce Banner (Mark Ruffalo), the one who turns the Hulk when he is angry

I think the way chosen in the script roteiro for her to turn a She-Hulk very bad. The duo suffered a car accident, where their blood mixed up was a horrible idea. But ok, there já was given the comedy tone (or satire) that ruled all episode.

The second aspect in which the series negatively surprises are the special effects, precisely one of the impeccable aspects of the productions of MARVEL. I had the idea that in MARVEL Studios, there should be an entire team of CGI specialists. At the penthouse stay the top ones. In the lower levels, stay the interns . To work in SHE-HULK there was indicated people of the ground floor (or from the basement). The special effects of this first episode are very bad, almost risible (will it be another satire?). The fights between the protagonist and the incredible Hulk are terrible. Even the proportions of size between the two are wrong by a lot.

Ok. What was positive?

I like Tatiana Maslany. She is a versatile actress who knows how to establish herself even without being a remarkable physical beauty. Here we have the ugly face that by accident turns even uglier and monstrous. It seems that the series is going to bet on the self-esteem issue of the character as a green giant. To watch.

The second focus of the story is a doubt about superheroes. The most repeated phrase in the first chapter is the one about the responsibility of superheroes. More as a joke and nothing serious. So much so that the protagonist repeats without stopping: “I don’t want to be a superhero.” It is an interesting aspect that can be developed in the next chapters.

Where is SHE-HULK going?

The first episode left many doubts. As a comedy it made its goals (the argument about the virginity of Captain America was very funny). The satire way seems to be the most viable.

Let’s wait for the next chapters.

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