OUT OF THE BLUE: Diane Kruger Dá um Show em Drama Rasgado

Vi o filme OUT OF THE BLUE, que o competente cineasta Neil LaBute escreveu e dirigiu em 2022. O filme está disponível na HBO MAX.

Diane Kruger vive uma mulher casada, Marilyn que vivendo um casamento infeliz com o violento Jock (Hank Azaria, sempre ótimo), encontra um jovem ex-presidiário, Connor (Ray Nicholson) e tem com ele um tórrido caso de amor.

Eu gosto muito da atriz alemã Diane Kruger, principalmente porque vejo uma diversidade de papéis e filmes que ela escolhe, como em raros artistas do cinema. Temos BASTARDOS INGLÓRIOS, NATIONAL TREASURE, EM PEDAÇOS, TRÓIA e THE BRIDGE. Ela está com 46 anos e vem aí em MARLOWE, de Neil Jordan, uma nova releitura do Detetive criado por Raymond Chandler.

Sua Marilyn é extraordinária. Um desempenho cheio de nuances e olhares que valorizam o roteiro ótimo de La Bute.

As locações em Rhode Island são igualmente atrativas.

Finalmente, elogio o despudor de La Bute em filmar cenas de sexo. Seu drama capricha no naturalismo e abertura das cenas. Outra qualidade do drama Labutiano.

OUT OF THE BLUE é triste e melancólico. Mas vale muito a pena ver.

I saw the film OUT OF THE BLUE, which the competent filmmaker Neil LaBute wrote and directed in 2022. The film is available on HBO MAX.

Diane Kruger plays a married woman, Marilyn who, living in an unhappy marriage with the violent Jock (Hank Azaria, always great), meets a young ex-convict, Connor (Ray Nicholson) and has a torrid love affair with him.

I like the German actress Diane Kruger a lot, mainly because I see a diversity of roles and films that she chooses, as in rare cinema artists. We have INGLOURIOUS BASTARDS, NATIONAL TREASURE, IN THE FADE, TROY and THE BRIDGE. She is 46 years old and is coming in MARLOWE, by Neil Jordan, a new reading of the Detective created by Raymond Chandler.

Her Marilyn is extraordinary. A performance full of nuances, silences and looks that enhance La Bute’s excellent script.

Locations in Rhode Island are equally attractive.

Finally, I commend La Bute’s shamelessness in filming sex scenes. Her drama excels in the naturalism and openness of the scenes. Another quality of Labutian drama.

OUT OF THE BLUE is sad and melancholic. But it’s really worth seeing.

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