WILLOW: Nova Série da Lucasfilm Tenta Recuperar as Aventuras do Pequeno Mágico

Há filmes da nossa juventude que deixaram uma ótima impressão gravada para sempre em nossas memórias. Há outros que, em sentido contrário, marcaram nosso sentimento de cinéfilos como filmes ruins. WILLOW, dirigido por Ron Howard, em 1988, me deixou uma má lembrança. Recordo que saí do cinema frustrado, achando a história confusa, oe efeitos especiais mambembes e o elenco composto de pessoas feias e sem carisma (com exceção da atriz Joanne Whalley).

Quando vi que o Disney+ iria lançar uma nova série com os personagens de WILLOW, 34 anos depois, pensei “estou fora”.

Como somente os tolos não mudam de idéia, ontem fui ver os dois primeiros capítulos de WILLOW.

Confesso que me surpreendi. Acho que a história do reino protegido contra as forças do mal por uma névoa brilhante, os anões mágicos e uma rainha disfarçada de plebéia segue confusa e meio desconexa.

O responsável pela série é Jonathan Kasdan, filho do excelente roteirista e diretor Lawrence Kasdan (CORPOS ARDENTES, O REENCONTRO).

Mas as três personagens femininas me cativaram. Kit Thantalos (Ruby Cruz) é a jovem princesa rebelde, contrária às regras que a mãe Rainha (Joanne Whalley) lhe impõe. Manda o noivo arranjado (Tony Revolori) às favas, sobe num cavalo e vai atrás de libertar o seu irmão. É dela a grande cena destes dois primeiros episódios, quando acorda a melhor amiga, durante a noite, para dizer que vai viver sua vida como quiser, dando um idílico beijo na amiga.

A amiga é a ruivinha Eryn Keleman, uma jovem guerreira, hábil na espada, encantada pela princesa e disposta a tudo para defendê-la contra as for;ças do mal.

O terceiro vértice feminino do triângulo é a jovem cozinheira vivida por Ellie Bamber, que muito cedo se descobre ser a futura Rainha Elora Danan que estava oculta na cozinha (?) e que se apaixonando pelo insosso príncipe Airk Tanthalos (Dempsey Brik), larga tudo e vai atrás de resgatá-lo das forças da maldade.

No caminho, liderados pelo ladrão Thraxus Boorman (Amar Chadha-Patel) eles vão ao encontro do anão mágico WILLOW, mais velho e mai rabugento (Warwick Davis) compõem um exército de Brancaleone renascido.

O príncipe foi raptado pelos vilões, um grupo de monstros e guerreiros feios que atacam o reino em meio a uma névoa para disfarçar aqueles efeitos especiais mais baratos.

As coisas continuam confusas, como se vê.

Mas achei as locações no País de Gales bem interessantes e atrativas.

Talvez a condescendência da idade tenha feito eu dar uma segunda chance a WILLOW e sua turma.

There are movies from our youth that left a great impression forever etched in our memories. There are others that, in the opposite direction, marked our feeling of moviegoers as bad films. WILLOW, directed by Ron Howard, in 1988, left me with a bad memory. I remember that I left the movie theater frustrated, finding the story confusing, the special effects more or less and the cast composed of ugly people without charisma (with the exception of actress Joanne Whalley).

When I saw that Disney+ was going to release a new series with the characters of WILLOW, 34 years later, I thought “I’m out”.

As only fools don’t change their minds, yesterday I went to see the first two chapters of WILLOW.

I confess I was surprised. I think the story of the kingdom protected from the forces of evil by a glowing mist, the magical dwarves and a queen disguised as a commoner remains confused and a little disjointed.

The showrunner is Jonathan Kasdan, son of Lawrence Kasdan, outstanding screenwriter and director (BODY HEAT and THE BIG CHILL).

But the three female characters captivated me. Kit Thantalos (Ruby Cruz) is the rebellious young princess, contrary to the rules that her mother Queen (Joanne Whalley) imposes on her. She sends her arranged groom (Tony Revolori) to hell, hops on a horse and sets out to free her brother. The big scene in these first two episodes is hers, when she wakes her best friend up during the night to say that she’s going to live her life as she wants, giving her friend an idyllic kiss.

Her friend is the red-haired Eryn Keleman, a young warrior, skilled in the sword, enchanted by the princess and willing to do anything to defend her against the forces of evil.

The third female vertex of the triangle is the young blonde cook played by Ellie Bamber, who very soon discovers that she is the future Queen Elora Danan who was hidden in the kitchen (?) and who, falling in love with the bland prince Airk Tanthalos (Dempsey Brik), drops everything and goes after rescuing him from the forces of evil.

On the way, led by the thief Thraxus Boorman (Amar Chadha-Patel) they meet the older and more grumpy magical dwarf WILLOW (Warwick Davis) who form a reborn Brancaleone Army.

The prince has been kidnapped by the villains, a group of ugly monsters and warriors who attack the kingdom in a mist to disguise those cheaper special effects.

Things are still messed up, as it turns out.

But I found the locations in Wales very interesting and attractive.

Perhaps the condescension of age made me give WILLOW and his team a second chance.

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