Vi num embalo só os seis capítulos da primeira temporada de I, JACK WRIGHT, série inglesa do BRITBOX.
Um respeitável milionário inglês muda seu testamento, dá um telefonema apaixonada a segunda esposa e dá um tiro de espingarda na cabeça.
Reunidos para o funeral e posterior leitura do testamento, a família enlouquece ao ver que o falecido deixou muito menos que o esperado para a viúva e filhos.
A série tem o policial obcecado (que logo descobre que o suicídio não era exatamente assim), herdeiros e herdeiras com segredos muito próprios, infidelidades por lodosos lados, estripulias sexuais pasmais variadas, dívidas de jogos muito anteriores às bets tomarem conta da publicidade e ódios ocultos ou explícitos.
A série é muito bem feita, a começar pelo elenco superior. Como diz um amigo meu, nas séries inglesas, até o mordomo é um excelente ator shakespeareano.
Fiquei muito alegre em saber que já existe uma segunda temporada de I, JACK WRIGHT.
Até porque, no original final da primeira, há vários herdeiros se acusando de terem matado o falecido.