ONE NIGHT ONLY, de Will Gluck tem uma premissa muito louca. O Governo americano, num futuro distópico, teria aprovado uma lei pela qual pessoas não casadas somente poderiam transar em uma noite do ano, em uma janela de 12 horas. Obviamente a regra causa um frenesi louco pelas ruas.
Nesse contexto, a charmosa cantora Allie (Monica Barbaro) sai em busca de um parceiro atraente e cruza diversas vezes pelo dono de pizzaria Owen (Callum Turner), recém preterido pela namorada.
Os dois vão se encontrar diversas vezes, mas ficar juntos não parece uma opção até que vários acidentes de percurso atropelam a noite deles de forma desastrosa.
O filme persegue uma história de comédia romântica maluquete, a partir da premissa louca de seu argumento. Por exemplo, a falta de preservativos em todos os locais de comércio da cidade é explorada à exaustão como motivo para piadas de todo tipo.
É interessante que todas as pessoas vistas no filme desaprovam a regra governamental, mas a cumprem assim mesmo.
O duo central tem magnetismo suficiente para sustentar o filme. Ela mais que ele.
ONE NIGHT ONLY fez bastante sucesso nos cinemas.
É um filme que se vê com satisfação. Não será memorável para nenhum espectador, mas termina sendo entretenimento romântico de bom nível.