BLINDSPOT: Série que Ainda Procura Seu Público

Depois de oito meses de intervalo, a primeira temporada de BLINDSPOT voltou ontem ao ar na televisão americana.

A série iniciou com uma sacola abandonada em Times Square. Evacuado por ameaça de terrorismo, o principal cartão postal de Nova Iorque vê, com surpresa sair da sacola misteriosa uma linda mulher nua, com o corpo todo tatuado. Ela não sabe quem é ou o que são as tatuagens. O FBI passa a tentar resolver o mistério. Mas, a partir dai, uma sequencia de atentados, todos ligados a cada uma das tatuagens da Jane Doe passa a acontecer.

Jaimie Alexander, a atriz que já tinha feito os dois filmes de Thor, da Marvel Studios leva heroicamente o papel.

Apoiado no clima de paranoia com relação ao terrorismo, o seriado vai criando atentados cada vez mais imaginativos para a equipe do FBI tentar desmanchar sempre no último minuto do episódio, enquanto a história de fundo vai avançando com surpresas e twists do roteiro em que os bandidos e mocinhos vão se alternando.

Na minha opinião, a série ainda esta no que se chamaria de “estágio probatório”, pois não se provou acima de qualquer suspeita. As filmagens são ótimas e o ritmo (ponto forte do cinema americano) prende o espectador, mas não sei se vão conseguir superar as dificuldades de conquistar um público fiel nos próximos anos.

Jane Doe merecia.

After eight months apart, BLINDSPOT‘s second season aired yesterday on American television.

The series began with an abandoned bag in Times Square. Evacuated by a threat of terrorism, New York’s premier postcard sees with surprise coming out of the mysterious bag a beautiful naked woman with her whole body tattooed. She doesn’t know who the tattoos are or what they are. The FBI is trying to solve the mystery. But from then on, a sequence of attacks, all linked to each of Jane Doe’s tattoos happens.

Jamie Alexander, the actress who had already made both Thor films from Marvel Studios heroically takes the role.

Backed by the paranoid mood of terrorism, the show is creating increasingly imaginative attacks for the FBI team to always try to break up at the last minute of the episode, while the backstory continues with surprises and twists of the script in which the bad guys and good guys are alternating.

In my opinion, the series is still in what would be called the “probationary stage” because it has not been proven beyond suspicion. The filming is great and the rhythm (strength of American cinema) holds the viewer, but I don’t know if they will be able to overcome the difficulties of winning a loyal following in the coming years.

Jane Doe deserved it.

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