Para quem gosta de filmes policias intrincados, a série dinamarquesa de três filmes do DEPARTAMENTO Q é um prato cheio.

DEPARTAMENTO Q (2013), de Mikel Noorgard é o primeiro filme e narra a montagem do departamento que examina cold cases. O traumatizado e mau humorado policial Carl Mork recebe o assistente Assad para fazer uma tarefa impossível, mas não se conforma em apenas arquivar os casos sem solução e vai atrás de resolve-los.

DEPARTAMENTO Q: O AUSENTE(2014), de Mikel Noogard, o segundo filme conta a busca pela solução do assassinato de dois jovens, a partir do suicídio do pai deles, um ex-policial inconformado pela solução dada ao caso.

DEPARTAMENTO Q: A CONSPIRACAO DA FE (2016), de Hans Peter Molland narra a difícil tarefa de esclarecer o caso de uma nota escrita com sangue de um menino encontrada em uma garrafa que viajou muito tempo pela mar.

Mais uma vez, os argumentos extremamente violentos e o temperamento e a personalidade de policiais solitários, típicos em filmes e livros policiais nórdicos trazem roteiros excelentes em suspense, criatividade e emoção.

Os contrastes entre o policial dinamarquês e seus assistente sírio sao um ponto de destaque dos filmes, seja pelos métodos investigativos diversos, seja pelas formas inteiramente diferentes de abordar as pessoas e casos em que se envolvem.

Mais uma serie de filmes policias que se recomenda muito para quem curte o gênero.

 

For those who like intricate police films, the Danish series of three movies DEPARTMENT Q is a full plate.

DEPARTMENT Q: THE KEEPER OF THE LOST CAUSES (2013), by Mikel Noorgard is the first film and tells the formation of the department that examines cold cases. The traumatized and grumpy cop Carl Mork gets the Assad assistant to do an impossible task, but does not conform to just file the cases unresolved and goes after solve them.

DEPARTMENT Q: THE ABSENT ONE (2014), by Mikel Noogard, the second film tells the search for the solution of the murder of two young men, since their father committed suicide, because he, a former police officer, was unsatisfied with the outcome of the case.

DEPARTMENT Q: A CONSPIRACY OF FAITH (2016), by Hans Peter Molland recounts the difficult task of clarifying the case of a note written with the blood of a boy found in a bottle that traveled long by sea.

Again, extremely violent arguments and the temperament and personality of solitary police, typical in movies and books of Nordic, bring great scripts in suspense, creativity and emotion.

The contrasts between the Danish policeman and his Syrian assistant are an important point of the film, either by the various investigative methods, or by entirely different ways of approaching people and where are involved.

DEPARTMENT Q is a series of police films that I strongly recommends for those who enjoy the genre.