Semanas atrás, Steven Spielberg foi convidado a falar para os formandos de Harvard e, em um discurso maravilhoso, entre outras coisas, afirmou que temos que combater toda forma de preconceito, porque, no fundo, todos são uma forma de violência contra a humanidade. AMOR POR DIREITO (FREEHELD – 2015), de Peter Sollett é um tremendo filme que mostra o episodio real de mais uma queda de uma barreira firmada em um preconceito.

O filme narra a historia da Tenente Laurel Hester, da Policia de New Jersey, e sua luta para deixar a pensão para sua companheira Stacie Andree, uma vez que estava diagnosticada com câncer de pulmão em fase terminal.

Um historia poderosa narrada com emoção, sensibilidade, criatividade e inteligência nos leva a ver a luta do casal e das pessoas que com elas se alinharam e a forca do preconceito em cada momento de seu enfrentamento.

São particularmente sensacionais as cenas dentro do local de trabalho de Lauren, antológicas, mesmo.

Julianne Moore, já se sabe, é uma das melhores atrizes de sua geração. Aos 56 anos, com um Oscar de Melhor Atriz por PARA SEMPRE ALICE e outras quatro indicações, aqui ela tem um de seus desempenhos mais desprendidos, vivendo a Tenente Laurel, desde o apogeu de sua paixão, ate os últimos dias de sua vida e sua luta.

Ellen Page, a eterna JUNO, faz outro trabalho maravilhoso, como Stacie, expressiva em seus silêncios e olhares, tímida e agressiva, apaixonada e reprimida.

Steve Carell sai outra vez dos papeis cômicos para um personagem dramático de primeira linha, onde sua arte sobressai.

E Michael Shannon, de BOARDWALK EMPIRE vive o parceiro de trabalho de laurel, o Detetive Dane Wells, o primeiro e maior parceiro de luta do casal, um policial em busca de justiça para sua parceira.

Não são poucos os grandes filmes sobre fatos e pessoas da causa LGBT. (PHILADELPHIA, MILK, PRIDE, MORTE EM VENEZA, CAROL).

FREEHELD entra nesta lista com direito a estrelinha.

 

Few weeks ago, Steven Spielberg was invited to speak to the graduates of Harvard and made a wonderful speech, where, among other things, he said that we have to combat all forms of prejudice, because, deep down, every prejudice is a form of violence against humanity.

FREEHELD (2015), by Peter Sollett is a tremendous film that shows the actual episode of another fall of a signed barrier on a prejudice.

The film tells the story of Lieutenant Laurel Hester, from the Police of New Jersey, and her struggle to leave the pension to her partner Stacie Andree, since she was diagnosed with lung cancer in terminal phase.

A powerful story told with emotion, sensitivity, creativity and intelligence leads us to see the fight of the couple and the people lined up with them and the bias force in every moment of their battle.

Particularly sensational are the scenes in the Lauren workplace, anthological even.

Julianne Moore, it is known, is one of the best actresses of her generation. At 56, with an Oscar for Best Actress for STILL ALICE and other four nominations, here she has one of her most selfless performances, living Lieutenant Laurel, from the top of her passion, until the last days of her life and fight.

Ellen Page, the eternal JUNO, has another wonderful work, as Stacie, expressive in their silences and glances, shy, aggressive, passionate and repressed.

Steve Carell leaves again from comedic roles for a dramatic character of the first line, where his art stands.

And Michael Shannon of BOARDWALK EMPIRE lives the Laurel working partner, Detective Dane Wells, the first and most faithful fight partner, a cop seeking justice for his partner.

There are a lot of great movies about events and people of the LGBT cause. (PHILADELPHIA, MILK, PRIDE, DEATH IN VENICE, CAROL).

FREEHELD enter this list with a star.